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Monges tibetanos dominam a tecnologia da levitação

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Suporte Hooponopono :)


Admin
Texto retirado do blog Saúde Perfeita, de Rui Fragassi Souza.

http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/

-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-

Levitação Sonora
"No princípio era o Verbo (som) e tudo foi feito com ele", João

Lendo o artigo abaixo (retirado da internet) podemos ter uma idéia de como poderiam ter sido construídas, por exemplo, as pirâmides do Egito e as grandes construções de pedra dos índios da América. Outra alternativa para obter levitação de grandes blocos de pedra, que já tratamos anteriormente, consiste na utilização de pó de ouro branco. Trata-se, portanto, de tecnologias do passado que ainda não re-descobrimos (não disponível para a maioria da população) na época atual. Mostra, também, que já existiu civilizações humanas, no passado, mais evoluídas tecnologicamente do que a atual, neste planeta.

Pela leitura abaixo também vemos que não é por acaso que a Grã-Bretanha foi o primeiro país do mundo a construir os aviões a jato Harrier (usados nos porta-aviões britânicos, por levantarem e pousarem na vertical) e os transportadores conhecidos como Hovercraft (espécie de balsas flutuantes - sobre colchão de ar - sobre terra ou mar/lago). Boa leitura.

Monges tibetanos dominam a tecnologia da levitação

Um dos possíveis métodos de se gerar gravidade artificial ou "anti-gravidade" é através do SOM. Mais especificamente, através da ressonância sonora.

Uma história muito intrigante agora nos vem a tona relacionada com uma técnica de construção dos templos dos monges tibetanos. Eles conseguem elevar enormes blocos de pedra através de um complicado sistema de instrumentos musicais dispostos ao redor do bloco. O grande Mestre é quem comanda este "concerto", e, quando determinado arranjo de freqüências é atingido, o bloco simplesmente começa a flutuar, e a subir, e quando ele chega na altura desejada, o "concerto" pára e o bloco é posicionado.

A seguir, está o relato, publicado em uma revista alemã, que descreve toda a história em detalhes:

"Nós sabemos dos mestres do oriente que eles eram capazes de levantar pesados blocos de pedra e colocá-los em alturas muito elevadas, com o auxílio de um arranjo de vários sons. O conhecimento das várias vibrações na freqüência audível demonstra para um físico que um campo sonoro vibrante e condensado pode anular o efeito da gravidade. O engenheiro suiço Olaf Alexanderson escreveu sobre este fenômeno na publicação Implosion, No. 13. O seguinte relato é baseado nas observações que foram feitas a apenas 20 anos atrás no Tibet. O autor do relato é o engenheiro civil e aviador Henry Kjelson, um amigo meu. Ele mais tarde incluiu este relato no livro The Lost Techniques (As Técnicas Perdidas).

Este é o relato: Um doutor suiço, Dr. Jarl, amigo de Kjenson, estudou em Oxford. Nessa época, ele fez amizade com um jovem estudante tibetano. Alguns anos depois, em 1939, Dr. Jarl fez uma viagem ao Egito para a English Scientific Society. Lá ele foi visto por um mensageiro de seu amigo tibetano, e urgentemente pediu que viesse ao Tibet para tratar de um grande Lama. Depois que o Dr. Jarl se desocupou, ele seguiu o mensageiro e chegou, depois de uma longa viagem de avião e de caravana de Yakes (animais de carga tibetanos), no monastério, onde o velho Lama e seu amigo, que agora estava em uma alta posição, estavam vivendo.

Dr. Jarl ficou lá por um tempo, e por causa de sua grande amizade com os tibetanos, ele aprendeu um monte de coisas que outros estrangeiros não têm chance de escutar, ou observar.

Um dia seu amigo o levou para um lugar na vizinhança do monastério e mostrou a ele um prado inclinado perto de grandes colinas ao noroeste. Em uma das paredes da colina, com uma altura de aproximadamente 250 metros, estava um grande buraco que parecia ser a entrada de uma caverna. Na frente deste buraco estava uma plataforma que os monges estavam utilizando para construir uma parede de pedra. O único acesso a esta plataforma era do topo da colina e os monges desciam com a ajuda de cordas.

Mais 250 metros abaixo da plataforma estava um grande bloco de pedra polido com uma cavidade em forma de tigela no centro. Esta cavidade tinha um diâmetro de um metro e profundidade de 15 centímetros. Um outro bloco de pedra foi manipulado com a ajuda dos Yakes e foi encaixado na cavidade. O grande bloco tinha um metro de largura e um metro e meio de profundidade. Então 19 instrumentos musicais foram posicionados em um arco de 90 graus a uma distância de 63 metros do bloco de pedra. O raio de 63 metros foi medido com extrema precisão. Os instrumentos musicais consistiam de 13 tambores e 6 trumpetes. Oito tambores tinham raio de 1 metro e profundidade de 1 metro e meio. Quatro tambores eram de tamanho médio, com raio de 70 centímetros e profundidade de 1 metro. O único tambor pequeno tinha raio de 20 cm e profundidade de 30 cm. Todos os trumpetes eram do mesmo tamanho. Eles tinham um comprimento de 3.12 metros e abertura de 30 cm. Os tambores grandes e todos os trumpetes estavam fixados em montes que podiam ser ajustados com cajados na direção do bloco de pedra. Os grandes tambores eram feitos de folhas de ferro de 3 mm de espessura, e tinham um peso de 150 kg. Eles eram construídos em 5 seções. Todos os tambores eram abertos na extremidade, e na outra estavam fechados por paredes de metal, na qual os monges batiam com paus revestidos de couro. Atrás de cada instrumento estava uma fila de monges. Quando a pedra estava em posição, o monge atrás do pequeno tambor dava um sinal para começar o concerto. O tambor pequeno tinha um som muito agudo, que podia ser ouvido mesmo com os outros instrumentos fazendo um terrível barulho. Os monges estavam cantando uma oração, aos poucos fazendo crescer o período deste barulho inacreditável. Durante os primeiros quatro minutos nada aconteceu, então à medida que a velocidade de batida dos tambores e o barulho crescia, o grande bloco de pedra começou a se mexer, e de repente ele levantou vôo com uma velocidade crescente em direção da plataforma na frente do buraco da caverna. Depois de três minutos de subida ele pousou na plataforma.

Continuamente eles traziam novos blocos para a plataforma, e os monges usando este método transportavam de 5 a 6 blocos por hora em uma trajetória parabólica de aproximadamente 500 metros de extensão e 250 metros de altura. De tempos em tempos uma pedra caía, e os monges moviam a pedra caída para longe. Uma tarefa inacreditável. O Dr. Jarl sabia do transporte destas pedras. Outros experts tibetanos como Linaver, Spalding e Huc já falaram sobre isso, mas eles nunca tinham visto. Então Dr. Jarl foi o primeiro estrangeiro que teve a oportunidade de ver este espetáculo fantástico. Ele fez dois filmes sobre o experimento, porque achava que podia estar sendo vítima de uma psicose, mas os filmes mostraram exatamente aquilo que ele estava testemunhando.

A Sociedade Inglesa, para a qual o Dr. Jarl estava trabalhando, confiscou os dois filmes e os declarou altamente sigilosos. Eles não estarão disponíveis até 1990 (este prazo expirou há muito tempo). Esta atitude é difícil de explicar, ou de entender.

O fato de que os filmes foram imediatamente confiscados não é muito difícil de entender.

Torna-se claro que os monges tibetanos estão totalmente a par das leis que governam a estrutura da matéria, que os cientistas do mundo ocidental da atualidade estão ainda investigando. Acha-se que as orações cantadas pelos monges não têm relação com a levitação. O segredo está no posicionamento geométrico dos instrumentos musicais em relação as pedras a serem levitadas, e o ajuste harmônico dos tambores e trumpetes. As ondas de som sendo geradas pela combinação eram direcionadas de certa forma que um efeito anti-gravitacional era criado no centro de foco, onde estavam as pedras, e na periferia ao redor, certa de um terço do círculo no qual as pedras se moviam.

Em alguns livros muito antigos, existia a descrição de máquinas voadoras que ao voar provocavam um som melodioso, e teorizavam que existia um propulsor sônico que emitia som em freqüências que ressonavam com as freqüências naturais da máquina.

Agora os tibetanos nos deram uma indicação direta de como construir uma máquina voadora com propulsão sônica anti-gravitacional. Tudo o que é necessário é completar o círculo de geradores sônicos, indicados pelos tambores e trumpetes, e nós teremos um disco que cria um força de levitação anti-gravitacional no centro.

Pelo visto, nosso conhecimento científico já está a frente deste tipo de pesquisa, e certamente muitos veículos experimentais já foram construídos. Geradores de alta freqüência provavelmente tomaram os lugares dos de baixa freqüência, e sistemas eletrônicos de controle das freqüências nos dariam controle da direção do movimento.

Com este tipo de pesquisa sendo feita, diria que os dias dos aviões convencionais estão contados."

Lena


Admin
Oi Fabinho, fantástico isto, eu desconhecia !!! cheers

Este fórum está ficando cada vez melhor, levitação daqui, ervinhas magníficas de lá!!!

Imperdível! sunny


_________________
Lena Rodriguez
WWW.CUIDEBEMDEVOCE.COM
http://www.cuidebemdevoce.com

3 Levitação, tecnologias avançadas, etc... em Seg Dez 15, 2008 7:44 pm

Suporte Hooponopono :)


Admin
Oi Lena!

Pois é... Pra você ver como são as coisas... recebi este email em minha caixa de entrada de um grupo de estudos avançados do qual participo sobre este assunto em 3 de agosto de 2002! Tô aqui garimpando as preciosidades perdidas no computador e repassando elas. Está mais que na hora de agitar e colocar tudo em prática! Somando e multiplicando.

Inacreditável? Extraordinário? Impossível? Improvável? Disseram isso da eletricidade, dos aviões. Hoje fazem parte de nosso cotidiano estas e outras tecnologias ainda pouco divulgadas.

Aos poucos as pessoas vão compreendendo melhor que na simplicidade é que estão as grandes revoluções internas... O hooponopono em si é um processo que ilustra bem isso.


Na simplicidade e no zen.
Very Happy

4 Usos do Som em Seg Dez 15, 2008 8:43 pm

Suporte Hooponopono :)


Admin
Complementando... Existe um outro texto que, com pequenas nuances, diz a mesma coisa...
Retirado do mesmo Blog...

Usos do Som - 1

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio junto de Deus.
Tudo foi feito por ele, e sem ele nada foi criado. Nele estava a Vida.

A passagem acima abre o Evangelho Segundo São João [1:1-4], do Novo Testamento da Bíblia. Nela o "verbo" é também, às vezes, traduzido como "palavra" e é algo intrinsicamente relacionado a SOM. Que é o som? É uma energia (acústica) que vibra em uma determinada faixa de freqüências. Segundo o redator do trecho bíblico acima, tudo no Universo foi feito usando som.

O som pode ser usado para curar, para matar e para fazer construções de pedras muito pesadas, como as pirâmides do Egito antigo (via levitação). A levitação sonora também pode ser usada para construir objetos voadores. Farei, inicialmente, algumas citações do artigo [1].

Nos anos 1950s um engenheiro sueco chamado Henry Kjellson escreveu um livro ["The Lost Techniques", As Técnicas Perdidas] onde documenta os registros de dois viajantes europeus ao Tibete, que presenciaram levitação acústica naquele país.

No primeiro registro, em 1969 um sueco de nome Dr. Jarl, formado na Oxford University, na Inglaterra, e membro da English Scientific Society, foi convidado por um ex-colega para visitar o Tibete, onde esse seu colega estava estudando sob a supervisão de um lama senior. Devido a essa amizade, foi permitido ao Dr. Jarl testemunhar algumas práticas tradicionais secretas que estavam ainda sendo usadas, tendo permanecido inalteradas por milhares de anos. Durante uma visita a um mosteiro ao sudoeste de Lhasa, Jarl testemunhou um grupo de monges, sob a tutela do lama, moverem uma pedra que tinha 1,5 metro de comprimento, 1 metro de altura e 1 metro de largura. Essa pedra foi movida do chão até uma abertura (que parecia uma caverna) que ficava cerca de 250 metros acima do solo. Na realidade, não era uma entrada de caverna, mas uma grande muralha de rocha que os monges estavam construindo.

Eis a descrição de como foi feita a levitação dos pesados blocos de pedra: "No meio do prado, cerca de 250 metros do morro, estava um bloco de pedra polida com uma cavidade tipo tijela no centro. A tijela tinha um diâmetro de um metro e uma profundidade de 15 centímetros. O bloco de pedra foi colocado nesta cavidade por um grupo de yaks (tipo de boi da região). O bloco tinha um metro de largura e 1,5 metros de comprimento. Então, 19 instrumentos musicais foram colocados em um arco de 90 graus a uma distância de 63 metros do bloco de pedra. O raio de 63 metros foi medido com muita precisão. Os instrumentos musicais consistiam de 13 tambores e 6 trombetas (ragdons). Oito tambores tinham uma seção transversal de um metro, e um comprimento entre um e um metro e meio. Quatro tambores eram de tamanhos médios, com uma seção transversal de 0,7 metro e um comprimento de um metro. O único tambor pequeno tinha uma seção transversal de 0,2 metro e um comprimento de 0,3 metro. Todos as trombetas eram do mesmo tamanho. Elas tinham um comprimento de 3,12 metros e uma abertura de 0,3 metro.

Os tambores grandes e todas as trombetas estavam fixados em bases que podiam ser ajustadas com varas na direção do bloco de pedra. Os tambores grandes eram feitos de uma lâmina de ferro de espessura de 3 milímetros e tinham um peso de 150 kg. Eles eram construídos em cinco seções. Todos os tambores eram abertos em uma extremidade, enquanto a outra extremidade tinha um fundo de metal, na qual os monges batiam com um grande bastão revestido de couro. Atrás de cada instrumento havia uma fila de monges. Quando o bloco de pedra estava na posição correta, o monge atrás do tambor pequeno dava um sinal para começar o concerto. Esse tambor pequeno tinha um som bem agudo, e podia ser ouvido até com todos os outros instrumentos fazendo o maior barulhão. Todos os monges ficavam cantando e recitando orações, lentamente aumentando o ritmo desse ruído inacreditável. Durante os primeiros 4 minutos nada aconteceu, mas quando a velocidade dos tambores e do ruído aumentaram, o grande bloco de pedra começou a balançar e oscilar, e de repente ele levantou-se no ar com uma maior velocidade na direção da plataforma em frente do buraco da caverna a 250 metros de altura. Após 3 minutos de ascenção, ele foi colocado na plataforma"

O Dr. Jarl filmou este evento. No entanto, a English Scientific Society, para a qual o Dr. Jarl estava trabalhando, confiscou os dois filmes feitos e os declarou "classified" [secreto para o público]; desta forma eles nunca chegaram até o domínio público. Portanto, talvez não seja coincidência que a Inglaterra foi o primeiro país do mundo a desenvolver os objetos voadores chamados hovercraft e os aviões a jato Harrier, que decolam na vertical, e que equipam os porta-aviões britânicos.

No segundo registro do livro de Kjellson, um austríaco chamado Linauer afirmou que nos anos 1930s ele estava em um mosteiro remoto no norte do Tibet onde lhe foi mostrado dois instrumentos estranhos que podiam produzir a perda de peso de pedras. O primeiro era um enorme gongo, com 3,5 metros de diâmetro, feito de uma liga de 3 metais diferentes e que fazia um som extremamente baixo quando tocado. O segundo instrumento também era constituído de 3 metais diferentes, mas era de uma forma de casca semi-oval medindo 2 metros de comprimento e 1 metro de largura, com cordas esticadas ao longo de seu comprimento sobre a superfície oca. Linauer foi informado que ele criava uma onda de ressonância inaudível quando o gongo era tocado. Os dois instrumentos eram usados com um par de telas grandes, posicionadas de tal forma a formar uma configuração triangular. O gongo era tocado com um grande porrete que produzia uma série de ondas sonoras curtas de baixa freqüência; um monge podia então elevar um pesado bloco de pedra com apenas uma mão. Segundo Linauer, os monges disseram a ele que foi dessa forma que seus ancestrais construíram as muralhas de proteção no Tibete, e que estes dispositivos também podiam desintegrar qualquer matéria física.

[continua]

Referências:
[1] Levitation and Flight in the Ancient World: A Modern Perspective,
http://www.thothweb.com/article-print-2902.html

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