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Energia Livre - Motor Keppe

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1 Energia Livre - Motor Keppe em Qui Dez 11, 2008 2:14 pm

Suporte Hooponopono :)


Admin
Compartihando... Smile

Videos do assunto no youtube:
http://br.youtube.com/watch?v=5TdXvJWX1uU


MOTOR KEPPE
Por José Ortiz 10/09/2008 às 18:51

Motor keppeano, que representa um gigantesco passo para resolver as crises de poluição e do aquecimento global será apresentado em congresso em San Diego, Estados Unidos, este mês.
Indústrias brasileiras disputam parceria na fabricação de motor ecológico inventado pela STOP

Motor keppeano, que representa um gigantesco passo para resolver as crises de poluição e do aquecimento global será apresentado em congresso em San Diego, Estados Unidos, este mês.


Ao mesmo tempo que as fontes de energia não renovável se reduzem rapidamente, danos massivos ao meio-ambiente e o aquecimento global continuam aumentando e os preços da eletricidade, gás e petróleo sobem aceleradamente, o Motor Keppeano, revolucionário invento deste ano (em São Paulo, Brasil) acena com uma nova era de tecnologia limpa, sustentável e de baixíssimo custo.
O motor foi inventado por uma equipe de pesquisadores da Associação STOP a Destruição do Mundo, com base nos princípios apresentados no livro A Nova Física da Metafísica Desinvertida, de Norberto Keppe, que orientou passo a passo a construção do aparelho.
Nesta entrevista com participantes da equipe da STOP que desenvolveu o aparelho ? os irmãos Roberto e Alexandre Frascari e Cesar Soós ? eles explicam como funciona esta máquina, que capta a maior parte de sua energia diretamente do espaço, e só pequena parte da rede elétrica convencional. Segundo eles inúmeras fábricas nacionais estão em contato para fabricação de eletrodomésticos, que seria a primeira aplicação do invento.

STOP: Quais os princípios que funcamentam o Motor Keppeano?

Cesar Soós: São os postulados contidos no livro A Nova Física, de Norberto Keppe. Ele propõe um ambicioso redirecionamento da filosofia tecnológica do planeta, uma desinversão dos conceitos. A Física acredita que a energia vem da matéria, por isso o ser humano queima gás, lenha, carvão, petróleo, faz hidrelétricas e usinas nucleares para obter energia. Ou seja, destrói o planeta para obter força e movimento. Keppe mostra que a matéria e o movimento advêm da energia e não o contrário; o espaço vazio, livre de matéria, ou seja, o próprio vácuo, é feito de pura energia, a qual Keppe denomina Energia Essencial, pois sem ela nada pode existir ou subsistir. O Motor Keppeano é a primeira invenção tangível surgida dos conceitos deste livro. Ele retira parte de sua energia do espaço, onde existe infinitamente, mostrando que podemos ter energia e movimento à vontade, sem ter de destruir nada.É um motor elétrico de alta eficiência baseado nessa nova tecnologia que reduz o consumo de eletricidade em aproximadamente 80%.

STOP: Roberto, quer acrescentar alguma coisa?

Roberto: Sobre essa economia, que o Cesar mencionou, o custo de fabricação deste motor é também cerca de 50% mais barato. Esta diferença pode ser repassada para o consumidor. Ele é mais simples. O processo de fabricação é bem mais fácil, de forma que os custos de linha de montagem podem ser dramaticamente reduzidos. Finalmente, ele é muito mais eficiente: A tecnologia empregada no Motor Keppeano economiza até 80% de energia quando comparado a um motor elétrico equivalente.

STOP: Como funciona o Motor Keppeano?

Alexandre: Assim como o painel solar capta energia do sol, o Motor Keppeano capta energia escalar do espaço. Na verdade, todo motor faz um pouco isso, mas a mentalidade científica que prevalece não reconhece esse fenômeno. Segundo a teoria exposta no livro A Nova Física da Metafísica Desinvertida, de Keppe, a eletricidade advém de uma energia primordial por ele denominada Energia Essencial (ou Escalar). Esta energia contém duas componentes, uma de ação e outra de complementação. O motor elétrico convencional trabalha com apenas uma destas componentes - seja ela advinda de uma fonte de alimentação contínua ou alternada ? e isso ocasiona perdas indesejáveis e conseqüente redução de eficiência. O Motor Keppeano trabalha com as duas componentes da Energia essencial, o que aumenta sensivelmente o seu rendimento.

STOP: Quais as conseqüências disso?
Cesar: Há várias. Em primeiro lugar, eliminam-se os núcleos de ferro dos motores convencionais, e conseqüentemente as perdas de calor por histerese; em seguida, diminuem-se as perdas de calor causadas pela passagem da corrente elétrica nas bobinas (efeito Joule); em terceiro, eliminam-se perdas de calor de correntes induzidas (correntes de Foucault) causadas pela movimentação de campos magnéticos na carcaça do motor pela eliminação de carcaças metálicas. Por isso o Motor Keppeano é um motor elétrico frio que, além de viabilizar o uso de carcaças mais leves e baratas, também dispensa custos com refrigeração em ambientes de trabalho intenso onde o calor dos motores influi significativamente para o aumento da temperatura.

STOP: Qual é o consumo de matérias primas?
Roberto: Segundo estudos feitos em protótipos de laboratório, os Motores Keppeanos custam 50% menos para aplicações domésticas e mantêm seu custo para aplicações industriais, com a vantagem neste último caso de reduzir em até 90% o consumo de energia em relação a um motor convencional equivalente.

STOP: Onde pode funcionar esse motor? Só nos grandes centros?
Alexandre: Este motor pode ser adaptado a qualquer tensão convencional da rede pública (110, 220, etc.), doméstica ou industrial, de 50 ou 60Hz., portanto, pode ser utilizado em qualquer parte do mundo. Pelo fato de a bateria durar mais tempo, o viabiliza a portabilidade de uma série de utensílios domésticos, tendo inclusive grande potencial de aplicabilidade imediata para indústria automobilística, uma vez que aumenta a autonomia das baterias.

STOP: E quais seriam os benefícios para o meio-ambiente?
Cesar: O Motor Keppeano não necessita de óleo ou gás e usa muito menos eletricidade para funcionar e é completamente livre de emissões de gás carbônico. Ele pode substituir muitos tipos de motores tradicionais existentes, o que o torna imediatamente util para combater o aquecimento global e reduzir a poluição. O motor também ajuda o ser humano na saúde, pois não emite energia eletromagnética prjudicial aos seres vivos. Ele pode ser aplicado imediatamente na produção industrial, máquinas para saúde, meio-ambiente e áreas de transporte.

FATORES MOTOR CONVENCIONAL MOTOR KEPPEANO
Velocidade (rotações por minuto ? rpm) 1350 rpm 1350 rpm
tensão 127 V 127 V
corrente 0,5 A 0,1 A
consumo 60 W 12 W
economia 80%
Custo de produção 50 %

O gráfico acima mostra que dois motores de mesmo porte e função, trabalhando lado a lado nas mesmas condições, sendo um o motor tradicional e outro o keppeano, este consome muito menos, gerando uma economia de 80%, além de ter um custo de produção 50% menor.
Email:: veralice@stop.org.br
URL:: www.stop.org.br

2 Comunicado de Imprensa do Motor Keppeano em Qui Dez 11, 2008 2:15 pm

Suporte Hooponopono :)


Admin
Continuando...


Comunicado de Imprensa do Motor Keppeano

Texto: Jornalista José Ortiz

"Estamos presenciando uma nova era", disse R.T., físico, admirado diante do que via: um motor frio, muito mais eficiente que os tradicionais e que para funcionar utiliza uma quantidade ínfima de energia elétrica (10% do consumo dos aparelhos existentes), pois funciona pela captação da energia que Nikola Tesla denominou de escalar e Norberto Keppe chamou de essencial (ou divina).

Dois protótipos do motor foram apresentados pela primeira vez, dia 25 de maio a um grupo restrito de pessoas, despertando a admiração de todos. A apresentação ocorreu no auditório do Grande Hotel Trilogia, em Cambuquira, Minas Gerais.

"Isto é maravilhoso", declarou um engenheiro diante do invento. "Imaginem este motor usado em larga escala: traria uma economia de imediato, de 90% de energia elétrica no mundo".

Todos os presentes (técnicos, cientistas das áreas de engenharia e da física, professores e alunos da Escola de Línguas Millennium) ficaram também muito admirados com o funcionamento dos aparelhos, que atingiram até 3.500 rotações por minuto, com baixíssimo consumo de eletricidade equivalente a duas ou três pilhas de pequeno porte.

O novo motor tem aplicação nas mesmas áreas que os demais, com enorme vantagem sobre os existentes, pois é totalmente ecológico, combatendo o aquecimento global, trazido pela poluição dos processos atuais, que põem em risco a vida em nosso planeta. Além disso, trata-se de um gerador de energia natural, benéfica ao ser humano e à natureza, com aplicação também na área de saúde da ecologia, agricultura, telecomunicações, transporte etc.

O motor está patenteado no INPT (Instituto Nacional da Patente Industrial) em nome da Associação STOP a Destruição do Mundo e foi desenvolvido por dois pesquisadores na área da energética do Departamento de Pesquisa Tecnológica da Associação: César Soós (engenheiro de Minas e Energia da USP), Roberto Frascari (físico e ex-estudante de engenharia mecânica da USP).

O invento baseou-se no livro de Norberto Keppe, cientista brasileiro que formulou a teoria e as bases para sua construção, em seu livro A Nova Física da Metafísica Desinvertida, e orientou passo a passo os pesquisadores na montagem do novo aparelho.

Os interessados em saber mais sobre o "motor keppeano" como passou a ser chamado, poderão se dirigir a kmotor@stop.org.br ou pelo telefone (55) (11) 38 17 52 84.

Na TV Aberta de São Paulo, o motor foi apresentado no 28 de Maio, por Norberto Keppe, Claudia Pacheco e os outros inventores, no programa STOP a Destruição do Mundo. Além de São Paulo, esses programas foram também transmitidos em diferentes horários para cerca de 300 canais no mundo, abrangendo muitas cidades brasileiras em 20 Estados e em mais de 45 países ao redor do mundo.

3 Re: Energia Livre - Motor Keppe em Qui Ago 05, 2010 6:28 pm

Al McAllister


Admin
Foi-nos sempre dito que o petróleo é um combustível fóssil, que surgiu há 500 milhões de anos, tendo por origem a decomposição de plantas e animais mortos. Restos de organismos teriam sido aprisionados no fundo dos oceanos numa camada de lama e cobertos por outras camadas de solo, formando ao longo do tempo o petróleo.

Foi-nos sempre dito que a energia do sol é captada pelos seres vivos e que podemos libertar novamente essa energia armazenada há centenas de milhões de anos através da combustão do petróleo.

É-nos dito que as reservas de combustíveis fósseis, especialmente o petróleo, duram, no máximo, até cerca de 2060.

Outro factor, para além da extinção das reservas petrolíferas, é o momento em que a produção de petróleo atinge o seu cume, começando então a decrescer. Este ponto máximo da extração petrolífera é chamado de "Peak-Oil" [Pico Petrolífero]. Como é em função deste pico que varia a oferta e a procura, este pode ter um papel crucial nos preços do petróleo.

O ponto máximo da extracção petrolífera ou "Peak-Oil" é o instante em que a taxa de extração petrolífera atinge o seu máximo absoluto em todas as bacias petrolíferas. Este momento é alcançado quando tenha sido extraído metade de todo o petróleo passível de ser explorado.


O Pico Petrolífero

É afirmado que o ponto de extração máximo já foi alcançado no passado e que vamos de encontro a uma crise energética. A prova desta esta afirmação, dizem-nos, é o aumento contínuo da cotação do petróleo, de 25 dólares o barril em 2002 para 134 dólares em 6/6/2008 (este artigo foi escrito nesta data).

Por este motivo, dizem-nos que a esperada lacuna energética deve ser suprida através de menor consumo e pela procura de outras alternativas, tal como energias renováveis. Devemos abandonar o petróleo o mais rapidamente possível, pois ele irá acabar em breve.

É-nos afirmado que o petróleo se formou há centenas de milhões de anos, que existe em quantidade fixa, e que quando tivermos extraído a última gota, terá acabado para sempre a era do petróleo.

Mas o que é que aconteceria se toda esta história não tiver nenhum fundamento e tudo não passar de uma lenda? O que seria se o combustível petróleo não fosse de origem fóssil, não proviesse de organismos extintos, mas fosse de outra natureza? E se o petróleo, afinal, existe em abundância e continua a ser formado ininterruptamente pela Terra? E se não existir nenhuma crise energética e nenhum "Peak-Oil"?


O Pico Petrolífero está Aqui

A afirmação de que haveria um ponto máximo na extracção do petróleo foi divulgada em pânico, já em 1919, embora nesse tempo ainda não se chamasse "Peak-Oil" (este é somente um novo rótulo). Naquele tempo, foi afirmado pelos "especialistas" que o petróleo só chegaria para os próximos 20 anos. O que aconteceu na realidade? Desde então, a data do fim do petróleo foi sempre impelida para o futuro, e hoje, 90 anos depois, temos ainda petróleo, embora a extração e o consumo tenham vindo a aumentar todos os anos.


O Petróleo Abiótico (não fóssil)

De onde veio, no fim de contas, a história de que o petróleo teria surgido de fósseis de organismos vivos e seria, portanto, biótico? O geólogo russo Mikhailo Lomonossov teve esta ideia pela primeira vez em 1757: "o petróleo surge de pequenos corpos de animais e plantas, enclausurados em sedimentos sob alta pressão e temperatura e transformam-se em petróleo após um período inimaginável". Não sabemos que observações o levaram a afirmar isso, simplesmente esta teoria nunca foi confirmada e é aceita sem provas há mais de 200 anos e ensinada nas universidades.

A teoria da origem do Petróleo como resultado da decomposição de restos de de plantas e animais


(clique na imagem para ampliar)

Porém, nunca foram encontrados fósseis de animais ou plantas nas reservas de petróleo. Esta falta de provas mostra que a teoria do combustível fóssil é unicamente uma crença sem qualquer base científica. Os geólogos que espalham a teoria do combustível fóssil, não apresentaram ainda qualquer prova da transformação de organismos em petróleo.

Um dos elementos mais presentes sobre a Terra no nosso sistema solar é o carbono. Nós, seres humanos, somos formados em grande parte por carbono, assim como todos os outros seres vivos e plantas do planeta. E em pelo menos 10 planetas e luas de nosso sistema solar foram observadas grandes quantidades de hidrocarbonetos, a base para o petróleo.

A sonda espacial Cassini descobriu, ao passar próximo de Titan, a lua de Saturno, que ela está repleta de hidrocarbonetos líquidos. Mas não havendo lá vida para produzir os hidrocarbonetos, estes devem ser fruto de alguma outra transformação química. Devido à sua particular configuração atómica, o carbono possui a capacidade de formar moléculas complexas e apresenta, entre todos os elementos químicos, a maior complexidade de ligações químicas.


Daily Telegraph - Lagoas de hidrocarbonetos no planeta Titan

Aqui na Terra, as placas continentais flutuam sobre uma inimaginável quantidade de hidrocarbonetos. Nas profundezas do manto terrestre surgem, sob determinada temperatura, pressão e condições adequadas, grandes quantidades de hidrocarbonetos. A rocha calcária anorgânica é transformada num processo químico. Os hidrocarbonetos que daí resultam, são mais leves que as camadas de solo e rocha sedimentares, e por isso sobem pelas fendas da Terra e acumulam-se sob camadas impermeáveis da crosta terrestre.

O magma quente é o fornecedor de energia para este fenómeno geológico. O resultado dá pelo nome de petróleo abiótico, porque não surgiu a partir da decomposição de formas biológicas de vida, mas antes por um processo químico no interior da Terra. E este processo acontece ininterruptamente. O petróleo é produzido continuamente.


Eis alguns dos argumentos mais relevantes que comprovam que o petróleo é de origem abiótica (não fóssil):

- O petróleo é extraído de grandes profundidades, ultrapassando os 13 km. Isso contradiz totalmente a tese dos fósseis, pois os restos dos seres vivos marinhos nunca chegaram a tais profundidades e a temperatura (elevadíssima) teria destruído todo o material orgânico.

- As reservas de petróleo, que deveriam estar vazias desde os anos 70, voltam a encher-se novamente por si mesmas. O petróleo fóssil não pode explicar este fenómeno. Só pode ser explicado pela produção incessante de petróleo abiótico no interior da Terra.

- A quantidade de petróleo extraída nos últimos 100 anos supera a quantidade de petróleo que poderia ter sido formado através da biomassa. Nunca existiu material vegetal e animal suficiente para ser transformado em tanto petróleo. Somente um processo de fabricação de hidrocarbonetos no interior da Terra pode explicar esta quantidade gigantesca.

- Quando observamos as grandes reservas de petróleo no mundo é notório que elas surgem onde as placas tectónicas estão em contacto uma com as outras ou se deslocam. Nestas regiões existem inúmeras fendas, um indício de que o petróleo provém do interior da Terra e migra vagarosamente através das aberturas para a superfície.


Placas Tectónicas

- Em laboratório foram criadas condições semelhantes àquelas que predominam nas profundezas do planeta. Foi possível produzir metano, etano e propano. Estas experiências provam que os hidrocarbonetos podem formar-se no interior da Terra através de simples reações anorgânicas – e não pela decomposição de organismos mortos, como é geralmente aceite.

- O petróleo não pode ter 500 milhões de anos e permanecer tão "fresco" no solo até hoje. As longas moléculas de carbono ter-se-iam decomposto. O petróleo que utilizamos é recente, caso contrário já se teria volatilizado há muito tempo. Isto contradiz o aparecimento do petróleo fóssil, mas comprova a teoria do petróleo abiótico.


Em 1970, os russos começaram a perfurar poços a grandes profundidades, ultrapassando os 13.000 metros. Desde então, as grandes petrolíferas russas, incluindo a Iukos, perfuraram mais de 310 poços e extraem de lá petróleo. No último ano, a Rússia ultrapassou a extração do maior produtor mundial, a Arábia Saudita.

Os russos dominam a complexa técnica de perfuração profunda há mais de 30 anos e exploram inesgotáveis reservas de petróleo das profundezas na Terra. Este facto é ignorado pelo Ocidente. Os russos provaram ser totalmente falsa a explicação dos geólogos ocidentais de que o petróleo seria o fruto de material orgânico decomposto.

Nos anos 40 e 50, os especialistas russos descobriram, para sua surpresa, que as reservas petrolíferas se reenchiam por si próprias e por baixo. Chegaram à conclusão que o petróleo é produzido nas profundezas da Terra e emigra para cima, onde se acumula. Puderam comprovar isso através das perfurações profundas.

Entretanto, nos anos 90, a Rússia estava de tal modo à frente do Ocidente na tecnologia de perfuração profunda, que Wall Street e os bancos Rockfeller e Rothschild forneceram dinheiro a Michail Chodorkowski com a missão de comprar a empresa Iukos por 309 milhões de dólares, a fim de obter o know-how da perfuração a grande profundidade.


Michail Chodorkowski mandado prender por Putin

Pode-se agora perceber por que é que o presidente Wladimir Putin fez regressar a Iukos e outras petrolíferas novamente para mãos russas. Isso era decisivo economicamente para a Rússia, e Putin expulsou e prendeu alguns oligarcas russos.

Entretanto, os chamados "cientistas", os lobistas, os jornalistas a soldo e os políticos querem que acreditemos que o fim do petróleo está a chegar, porque supostamente a produção já atingiu o seu pico e agora está a decrescer. Naturalmente, a intenção é criar um clima que justifique o alto preço do petróleo e com isso obter lucros gigantescos.

Sabe-se agora que o petróleo pode ser explorado praticamente em toda a parte, desde que se esteja disposto a investir nos altos custos de uma perfuração profunda. Qualquer país se pode tornar independente em matéria de energia. Simplesmente, os donos das petrolíferas querem países dependentes e que paguem caro pelo petróleo importado.

A afirmação de que existe um máximo na extracção de petróleo é, de facto, um golpe e uma mentira da elite global. Trata-se de construir uma escassez e um encarecimento artificial. Tudo se resume a negócios, lucro, poder e controle.

Aliás, é absolutamente claro para todos que o Iraque foi invadido por causa do petróleo. Somente, não foi para extrair o petróleo, mas, pelo contrário, para evitar que o petróleo iraquiano inundasse o mercado e os preços caíssem. Antes da guerra, o Iraque extraía seis milhões de barris por dia, e hoje não chega a dois milhões. A diferença foi retirada do mercado. Saddam Hussein ameaçou extrair quantidades enormes de petróleo e inundar o mercado.

Tal significou a sua sentença de morte, e por esse motivo o Iraque foi atacado e Saddam enforcado. Agora os EUA têm lá tropas permanentemente. Ninguém tem licença para explorar o petróleo do país com a segunda maior reserva petrolífera do mundo. Por isso, o Irã, com a terceira maior reserva petrolífera do mundo, é agora também ameaçado por querer construir «armas de destruição massiva».


Soldado americano junto aos campos petrolíferos de Rumaylah no Iraque

fontes: http://infinitoaldoluiz.blogspot.com/2010/08/o-que-nossos-bancos-fazem-quando-nao.html]http://infinitoaldoluiz.blogspot.com/2010/08/o-que-nossos-bancos-fazem-quando-nao.html]http://infinitoaldoluiz.blogspot.com/2010/08/o-que-nossos-bancos-fazem-quando-nao.html


http://citadino.blogspot.com/2009/10/o-petroleo-nao-e-de-origem-fossil.html
e

http://pistasdocaminho.blogspot.com/2010/07/o-golpe-do-petroleo-como-combustivel.html


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4 Re: Energia Livre - Motor Keppe em Sab Ago 07, 2010 3:44 pm

Lidi


Este tópico é de muito valor. A partir da leitura do mesmo, me interessei e estou encontrando mais e mais coisas.. Esta visão da nova física da metafísica desinvertida (Norberto R. Keppe) faz muito sentido e é revolucionária, e no meu entendendimento, o trabalho do mesmo, converge em muitos aspectos com muitos assuntos em pauta aqui neste forum.
Vou colar aqui alguns trechos de um texto que acabo de ler (ABC da Trilogia Analitica", Claudia Pacheco) que encontrei no site STOP a destruição do mundo, o qual acabo de conhecer:
"Imagine-se o leitor numa casa cheia de objetos jogados, muitas coisas em desordem, sujeira, peças quebradas e vazamentos, porém, na escuridão. Você não conseguirá ver bem o que existe dentro dela e poderá pensar que tudo está em ordem, sem maiores motivos de preocupação. Se a iluminarmos gradualmente, veremos, pouco a pouco, que a situação era pior do que parecia à primeira vista. Muito trabalho seria necessário até colocá-la em ordem. Assim é o nosso interior psicológico.
....
Mas, se a visão for mais clara, veremos tudo com mais nitidez: tanto o que é bom, belo e verdadeiro, bem como os erros e problemas, tanto em nós, como nos outros, e na própria sociedade.
...
Para Keppe: “Consciência é um fenômeno intermediário entre sentimento e intelecto, dependendo dos dois, para se fazer valer — do primeiro (o sentimento) como base e do segundo (o intelecto) como sua manifestação. Porém, ela constitui sempre a junção de ambos, para formar um terceiro, que já não é nem um e nem outro, mas a virtude dos dois em uma só ação tríplice, de poder e realização. A consciência constitui uma janela aberta entre o ser humano e a transcendência” (O Reino do Homem, Vo1.II, pág. 285, Norberto R. Keppe).
...

Muitos pensam: “longe dos olhos, longe do coração”, “quem não vê os problemas, não sofre”. Mas isso é um enorme engano.
Quanto melhor nossa visão, mais enxergaremos os erros que precisam ser corrigidos, e com isso tornaremos nossa vida cada vez melhor.
Um artista necessita ver muito bem — assim corrigirá todas as imperfeições de sua obra. O mesmo devemos fazer conosco e com a sociedade em que vivemos. Precisamos gostar de ver nossos problemas, assim poderemos corrigi-los e tornar nossa existência cada vez mais fácil e mais bonita. É necessário deixar a luz da consciência iluminar nosso campo de percepção, a fim de captarmos o que está doente e errado.
O grau de equilíbrio da pessoa é proporcional ao grau de consciência que ela aceita ter. O que acontece frequentemente é que o indivíduo, ao começar a ver melhor, invertidamente acredita que está ficando pior, pois está percebendo mais problemas ao seu redor e em si mesmo do que antes.
Por exemplo: o cliente que começa a se queixar de que a sua família não é tão boa e perfeita quanto imaginava — que seus filhos são preguiçosos e mal educados e a mulher fútil e alienada — certamente, através da análise começou a notar que ele próprio não era tão bom e tão produtivo quanto acreditava, e pode projetar em quem lhe é mais próximo as causas dos problemas que passou a perceber. Sente-se mal, pois acredita que todos estão piorando, e não que está só percebendo que ele e sua família não são “tão” bons quanto pensava, e muito tem que ser melhorado. Porém, essa nova compreensão do mundo lhe é extremamente necessária para que comece a corrigir os males que, escondidos, colocam em risco a sua felicidade e a de todos. Enquanto a pessoa não perder o pavor que tem da consciência (da luz), não conseguirá se desenvolver. O trabalho certo, com uma finalidade boa, bela e verdadeira, traz muita consciência de erros às pessoas, razão pela qual o ser humano trocou a realização pela alienação."


Pois é verdade, eu mesma ao ler este texto que mencionei, concordo, quando começamos a nos deparar com nossos "erros", descaso, inconsciência, separação da nossa verdadeira Fonte, não é muito fácil se aceitar responsável, em alguns momentos parece que causa um choque, mas é o caminho inevitável e compensador. Posso estar fazendo uma salada mista, mas entendo que tudo sincroniza, e por isso concluo agradecendo pela oportunidade deste forum, pela divulgação do hooponopono, pela limpeza compartilhada com todos, pois nos ajudam a seguir limpando, limpando!!!

5 Re: Energia Livre - Motor Keppe em Sab Ago 07, 2010 4:26 pm

Lidi


Estava vendo este vídeo que coloco abaixo aqui neste forum para compartilharmos.. 




Al McAllister


Admin
O governo não quer que você tenha painéis solares em casa


Fonte chamada de “fantasia” por Dilma Rousseff ficou barata, mas segue sem os incentivos dados ao carvão; novo ministro prometeu mudar esse quadro

Fonte: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2015/04/o-governo-nao-quer-que-voce-tenha-paineis-solares-em-casa.html






Trabalhador instala painel solar na Alemanha (Foto: Sean Gallup/Getty Images)



Pense num país quente, onde o sol brilha o ano inteiro e que, um belo dia, dá-se conta de que tem justamente nessa luminosidade uma fonte de energia limpa, inesgotável e cada vez mais barata. Mesmo possuindo grandes reservas de petróleo, esse país resolve apostar pesado na energia solar, que ignorou solenemente durante anos. Já adivinhou que país é esse? Isso mesmo: bem-vindo à Arábia Saudita.
Sim, a Arábia Saudita, o maior exportador mundial de petróleo, símbolo da resistência atávica a qualquer coisa que tenha relação com energias renováveis; sim, a Arábia Saudita, o vilão das conferências do clima da ONU; a petroditadura feudal e retrógrada. Pois essa mesma Arábia Saudita planeja instalar 6 gigawatts de energia solar fotovoltaica nos próximos cinco anos. É o equivalente à potência instalada das duas usinas do rio Madeira. Em 2032, os sauditas planejam ter em seu deserto e em suas casas o equivalente a mais de uma Itaipu em energia solar.

E o Brasil? Temos um território maior e muito mais horas de sol o ano inteiro do que a Arábia Saudita. Nosso potencial de radiação solar equivale a 20 vezes toda a atual capacidade instalada de produção de energia elétrica. No entanto, os planos do governo até agora para essa fonte são modestíssimos: 2 gigawatts instalados até 2023, ou um terço do que os árabes planejam instalar em cinco anos.

É difícil atribuir esse atraso brasileiro a quaisquer outros fatores que não sejam miopia dos planejadores energéticos e preconceito. Este último fator vem de cima para baixo: a própria presidente Dilma Rousseff já se referiu à energia fotovoltaica como “fantasia”, dizendo em 2012 que não era possível iluminar um país somente com sol e vento. A China discorda: nos próximos 15 anos, o gigante terá elevado sua capacidade fotovoltaica para 100 gigawatts, o equivalente a quase dois terços de todo o parque gerador do Brasil.

Neste aspecto, a ex-guerrilheira Dilma tem um pensamento surpreendentemente próximo do dos eletrocratas formados na escola das grandes obras de energia da ditadura. Para essa turma, investir em uma nova tecnologia que custava caro era uma burrice, quando o país tinha tanto potencial hidrelétrico ainda a aproveitar na Amazônia (que grande parte desse potencial esteja em unidades de conservação, terras indígenas e outras áreas sensíveis nunca foi um impeditivo, como não era no tempo dos militares). O resultado disso está todo mês na nossa conta de energia: quando as chuvas faltaram para as hidrelétricas, o governo botou na matriz térmicas a gás, carvão e óleo combustível – mesmo tendo prometido recentemente que o carvão seria banido do Brasil.

O governo brasileiro não foi o único a desprezar a energia solar. Nos EUA, durante a administração de George W. Bush, o lobby fóssil impediu que incentivos fossem dados a energias renováveis para competir com as já estabelecidas e mimadas fontes fósseis. Como resultado, a principal fábrica americana de painéis solares, a First Solar, precisou se mudar para a Alemanha.

A partir de 2008, com a eleição de Barack Obama e um novo foco em fontes renováveis, o cenário começou a clarear para a energia fotovoltaica. A indústria respondeu rapidamente: a capacidade instalada subiu de quase zero em 2006 para 20 gigawatts em 2014 ehoje 36% das novas instalações elétricas nos EUA são dessa fonte; o preço de um painel fotovoltaico caiu 63% somente entre 2010 e 2014, e a indústria solar americana, que antes gerava empregos de qualidade na Alemanha, hoje emprega mais gente nos EUA que a mineração de carvão. Outros países, como a Espanha e a Grécia, também investiram nessa indústria como uma saída para a crise econômica.

No ensolarado Brasil, a primeira medida séria de incentivo à energia fotovoltaica só foi adotada em 2012: uma resolução da Aneel que permite a quem tiver painéis solares em sua casa trocar energia com a rede – e, assim, economizar até 80% da conta de luz por mês, ao produzir a própria eletricidade durante o dia. A resolução, porém, não veio acompanhada de nenhuma outra medida, como uma campanha ou incentivos tributários (dados à indústria automobilística e aos combustíveis fósseis). O resultado é que, quase três anos depois, apenas 409 residências instalaram painéis solares em todo o país. Nos EUA, são 400 mil. A cada três minutos uma nova instalação solar é feita.

Quando enfim a energia solar elétrica foi agraciada com o direito de competir em leilões de energia, em 2014, o governo viu o tamanho da oferta reprimida: foi o leilão mais competitivo da história, com o megawatt vendido a R$ 214. Parece caro? Pois o carvão mineral, que fez seu retorno triunfal à matriz energética brasileira também em 2014, foi leiloado a R$ 206. E isso à custa de um pacote de bondades que incluiu aumento no preço mínimo e isenção de tributos.

Sem o argumento do preço, sobra aos eletrocratas o tigre de papel da intermitência: a energia solar jamais poderá estar na “base” porque não produz à noite. O chamado fator de capacidade da fonte é de cerca de 25%. Pode até ser verdade. Mas esses mesmos planejadores não hesitam em gastar R$ 28 bilhões numa usina hidrelétrica como Belo Monte, que tem fator de capacidade de 42% e que pode chegar ao fim de sua vida útil com metade disso devido ao impacto das mudanças climáticas. Se ganhasse o direito de entrar na matriz em escala americana (ou pelo menos saudita), a energia solar poderia compor com a eólica para poupar os reservatórios das hidrelétricas do Centro-Sul, que formam a nossa “energia firme”. A opção do Palácio do Planalto, porém, parece ser até aqui a de deixar o país sem energia e poluindo mais ao mesmo tempo.

Isso pode estar mudando com a entrada em cena de um ator novo na política energética: o ministro Eduardo Braga (PMDB). Engenheiro eletricista, Braga aparentemente aprendeu alguma matemática na universidade e concluiu que o Brasil não perde nada se aproveitar seu potencial solar. Prometeu tirar PIS e Cofins dos painéis solares, como o governo fez com o carvão, e aprovar uma redução de ICMS. Já marcou dois leilões de energia fotovoltaica para este ano e andou falando em instalar painéis solares nos reservatórios das hidrelétricas. Nos próximos meses, com a estação seca chegando, Braga terá a oportunidade de mostrar se fala sério sobre o assunto. Quem sabe ele convence sua chefe a tomar um pouco de sol para clarear as ideias.

Carlos Rittl, 45, é secretário-executivo do Observatório do Clima
Ricardo Baitelo, 38, é coordenador de Clima e Energia do Greenpeace


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