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AS Profecias Maia

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1 AS Profecias Maia em Sex Jul 11, 2008 8:23 pm

Ametista


Vejam que texto interessante!


Sou Grata, Myrian( Ametista)


Profecias Maias



Todos os anos, milhares de pessoas invadem Chichen Itza para observarem um estranho fenômeno. As 15:00 horas do equinócio da primavera e do outono, o jogo de luzes forma a sombra de uma serpente sobre a escada que se encontram com sua cabeça esculpida na base da pirâmide de Kukulcan . Para muitos esta serpente é um alerta para uma catástrofe que está prestes a acontecer. Os cientístas não sabem o significado da serpente. O que sabem é que é preciso ter muito conhecimento científico para construí-la. Lembre-se que ela foi erguida a mais de mil anos. “Esta silhueta simboliza a serpente descendo do céu para o plano de existência terrestre e entrando no final do dia nas profundezas”. diz o Dr. Alen F. Chase - Professor de Antropologia da Universidade Central da Flórida. O conhecimento avançado do templo e espaço culminou na construção da pirâmide de Kukulcan, nome da divindade suprema dos maias. Kukulcan é na verdade um calendário tridimensional. “A pirâmide de Kukulcan é um zigurate de pedra de quatro lados que na verdade é um calendário. Somando os 91 degraus de cada lado mais a sua plataforma, o total é 365 dias, como os dias do ano. O incrível é que os maias ergueram a pirâmide de modo que no equinócio o sol atinja a face norte criando a sombra de um serpente gigante.”, diz Steven Alten.


Como os maias adquiriram profundo conhecimento do tempo continua um mistério, mas eles atribuiam este conhecimento a Kukulcan, um deus onisciente, que não tinha nenhuma semelhança com o povo de pele morena. Kukulcan era descrito como um homem alto e branco com longos cabelos e barbas brancas e brilhantes olhos azuis. Tinha o crânio alongado, o que fazia as mães maias amarrarem tábuas nas cabeças dos bebês para alongar os crânios. Por volta do ano 1000 d.C., por razões desconhecidas, Kukulcan deixou Chichen Itza e voltou para o mar, de onde muitos acreditam que ele viera. Antes de partir prometeu ao povo que um dia voltaria, mas isto nunca aconteceu.


A história maia


Como os maias usaram seu calendário para prever dados futuros, inclusive o fim do mundo, com tanta precisão? Para responder a esta pergunta, precisamos conhecer um pouco a civilização maia.Os Maias foram uma ramificação da civilização Olmeca que floresceu no México e América Central por volta do ano 500 a.C. O auge dos maias ocorreu entre 600 e 900 d.C. quando se comparavam a civilizações da Mesopotâmia. Tinha escrita hieróglifa, redes comerciais, arte, cultura e tudo mais. A cidade de Chiten Itza era o centro religioso, cerimonial e cultural da região. Eles não utilizavam a roda, mas tinham conhecimentos avançados de astronomia, arquitetura e matemática. Faziam previsões em observtório astronômicos baseando-se em equinócios e nos ciclos de Vênus. Eles registravam seus dados em entalhes e códices com complexos hieróglifos. Em 1519, o conquistador espanhol Ernam Cortez aportou em terras maias, que pensaram se tratar da volta do grande lider Kukulcan. Esta confusão quase levou a sua destruição. Em 50 anos perderam 90% de sua população. Por esta razão, os cientístas tem dificuldade em saber sobre a região maia na antiguidade. Os rituais maias, como o sacrifício humano e o alongamento de crânios, causaram repulsa aos conquistadores e padres que os converteram ao cristianismo e destruiram todos os seus códices, exceto 4, que estão em diferentes bibliotecas da Europa. Se os códices não tivessem sido queimados, hoje saberiamos muito mais sobre os maias. O mais famoso é o Códice de Dresden, que seria a chave para o calendário e as profecias maias. Para alguns, ele guarda a data exata de nosso fim.


O Códice de Dresden



Em 1880 um estudioso alemão começou a estudar o código detalhadamente. Conseguiu decifrar os hieróglifos e ver a visão que os maias tinham do futuro e do universo. Os especialistas logo descobriram que o códice continha uma série de previsões astronômicas. Os eclípses e ciclos lunares e venusianos estavam claramente representados. Era um diagrama da atividade galáctica que se estendia por milhares de anos no futuro. Eles também perceberam que o código apresentava um calendário, mais avançado até mesmo que os atuais. Dentro deste calendário parecia haver previsões ligadas a diferentes eras históricas. Para entender as profecias maias, inclusive a do fim do mundo, era preciso entender como este calendário se organizava, o que não era tarefa fácil. Demorou mais de século para desvendar o calendário na qual as profecias se baseiam, Ainda incompleto, o minucioso trabalho de decifrar o Códice de Dresden e compará-lo as incrições maias nos monumentos continua. A maior certeza até agora que os cientístas chegaram é que os maias eram obsecados pelo tempo e tinham uma visão muito diferente da nossa. Para eles o tempo era cíclico. Algo que aconteceu no passado certamente voltará a acontecer continuamente. Para nós o tempo é linear.



O calendário maia



Foi com esta visão cíclica do tempo que os maias criaram o calendário mais sofisticado já concebido por uma civilização. Complexo e preciso, na verdade são 3 calendários em 1. O primeiro e mais conhecido é o calendário Solar, conhecido como Haab. Tem 365 dias divididos em 18 meses e 20 dias, mas um curto período de 5 dias, considerado muito desfavorável. Seus cálculo são tão precisos que ele é 4 segundos mais precisos que o calendário usado hoje! O segundo calendário é o cerimônial de 260 dias, chamado Tolkien, que consistia em 13 números combinado em 20 dias (13*20=260). Este calendário era usado para entender várias dimensões da experiência humana. Por exemplo, baseia-se no período de 9 meses da gestação humana. Eles usavam este calenário para unir processos divinos e terrenos. Mapeava o destino dos maias, pois cada dia do Tolkien tinha um siginificado especial ditado ao seu nome e alinhamento astrológico a ele associado, como um Zodíaco. Usavam este calendário para batizar crianças, decidir o melhor dia para batalhas e casamentos, e prever fenômenos astronômicos como eclípses e os ciclos de Vênus. Os maias combinavam o Haab com o Tolkien como duas engrenagens, formando o chamado calendário circular, que é um ciclo de 52 anos que combina o ano solar com o ciclo de 260 dias. Os números, os dias, os meses só se repetem a cada 52 anos. Isto equivale hoje ao nosso século. O terceiro calendário que os maias usavam para calcular o tempo é o de Conta Longa. Este sistema era central para o conceito maia de tempo. Foi através deste calendário que os maias calcularam o fim do mundo e fizeram suas outras predições. A conta longa media o tempo transcorrido desde a mítica origem dos maias. Transcrevia o tempo de vida de reis e indivíduos. Após anos recolhendo dados astronômicos, arqueológicos e iconográficos, estudiosos calcularam que o calendário de conta longo teria começado em 13 de agosto de 3114 a.C. e terminaria em 21 de dezembro de 2012, o dia do juízo final. O calendáiro de conta longa contêm unidades de tempo chamados Katuns que equivalem cerca de 20 anos. Para cada Katun, os maias formulavam uma profecia específica. Os Katúns e suas profecias se repetiriam a cada 260 anos.




Os 5 grandes ciclos, o alinhamento cósmico, a precessão e o juízo final


Talvez o que mais importe no calendário da conta longa seja um tempo mais abranente. Na cosmologia Maia, há 5 grandes ciclos, cada um com cerca de 1.125 anos. Quatro já passaram. ” Os 4 ciclos anteriores terminaram em destruição. A profecia maia do juízo final refere-se ao último dia do 5º ciclo, ou seja, 21 de dezembro de 2012.” diz Steven Alten. Portanto o 5 e atual ciclo também terminará em destruição. O que irá desencadeá-la? A resposta pode estar em um raro fenômeno cósmico que os maias previram a mais de 2.000 anos. “A profecia maia para 2012 baseia-se em um alinhamento astronômico. Em dezembro de 2012, o sol do solstício vai se alinhar com o centro de nossa galáxia. É um raro alinhamento cósmico. Acontece uma vez a cada 26.000 anos” diz John Major Jenkins, autor do livro Maya Cosmogenese 2012.

A cada 26.000 anos o sol se alinha com o centro da Via Láctea. Ao mesmo tempo ocorre outro raro fenômeno astrológico, uma mudança do eixo da terra em relação a esfera celeste. O fenômeno se chama Precessão. A data exata disto tudo é 21 de dezembro de 2012. “A Terra oscila lentamente sobre seu eixo mudando nossa orientação angular em relação a galáxia. Uma precessão completa leva 26.000 anos.” diz John Major Jenkins.

Como os maias conseguiam prever fenômenos cósmicos 26.000 anos no futuro continua um mistério, apesar do constante trabalho dos pesquisadores. Sabe-se que por alguma razão eles atribuiam uma grande importância ao ciclo da precessão. “A precessão é uma medida cósmica tão lenta que a consideravam um sistema fundamental no qual embutiam sua história e com a qual se localizavam no contexto do tempo.” diz Bruce Scofield, pesquisador de astronomia maia.

Este raro alinhamento era muito importante para os maias e para saber o porque temos que estudar o mito da criação dos maias, o “Popo Vuh” ou o mito dos heróis gêmeos. O “Popo vuh” diz que a fenda escura na Via Láctea era a entrada para o reino do além, uma porta para o mal. É com o centro desta mesma fenda que o sol vai se alinhar em 21 de dezembro de 2012. Segundo o texto sagrado, os senhores das profundezas desafiaram o primeiro Pai para um jogo de bola. O grande Pai foi traido e decapitado, mas seus filhos, os heróis gêmeos, desafiaram para um novo jogo as profundezas e ganharam, ressuscitando o primeiro Pai. (Este é o famoso jogo de bola dos maias, onde o capitão do time ganhador, como recompensa, era sacrificado aos deuses). Existiria uma ligação entre esta lenda e a profecia de 2012? Este jogo de bola do maias parece mostrar que sim, pois seu simbolismo com o alinhamento é interessante. A quadra representa a Via Láctea, o aro no meio do quadra representa o centro da Via Láctea. A bola é o sol. A bola entrando no aro representa o final dos tempos.

Eventos astronômicos raros vão acontecer em 21 de dezembro de 2012


O desaparecimento dos maias do sul em 900 d.C.



O que exatamento ocorrerá no dia 21 de dezembro de 2012? Ainda não temos uma resposta definitiva pois não sabemos como os maias viam o final do calendário de conta longa. Eles não podem nos dizer.


Talvez a chave para entender o verdadeiro significado da teoria do juízo final não esteja no cosmos, mas sim na Terra. Se for este o caso, a queda dos maias pode oferecer pistas tão reveladoras como pertubadoras. Em 900 d.C., ao sul de suas terras, regiões inteiras foram abruptamente abandonadas. A maioria dos avanços ténicos dos maias perderam-se na história. Centenas de anos se passariam antes que os maias revitalizassem suas cidades. No norte de seu território, a civilização chegou a um novo apogeu. O que causou o subto desaparecimento na região sul? Essa é uma grande questão e niguém sabe a resposta. O maias previram o seu próprio fim de acordo com alguns. O ano 900 d.C. em que se deu sua extinção corresponde ao 10 Katun no calendário maia.

Dentre as teorias para o desaparecimento dos maias em 900 c.D. temos:

- Uma complexa teoria sugere que o aumento de manchas no sol pode ter levado ao aquecimento do clima e levado a secas e fome.

- O crescimento populacional

- Exaustão dos recursos naturais

- Guerras frequentes

- A cobiça, que pode preceder a queda de uma civilização

- Uma combinação de fatores de vários fatores.

Neste contexto, a teoria do juízo final, apesar com complexo jogo astronômico, pode ser simples. Todas as civilizações nascem, prosperam e florescem. Após sua queda, uma nova ordem floresce. De fato, o calendário maia sugere que depois de 2012 uma nova era pode surgir, mas como ela seria continua um mistério. Após 2012, o segundo Katun ocorrerá mais uma vez. Isso sugere que deveremos parar e pensar no que fizemos no passado e sobre o que estamos fazendo no presente e como devemos proceder no futuro.


Modos de interpretar a profecia maia do juízo final


Uma interpretação é: “Uma coisa é certa, devemos estudar os maias e aprender com as suas profecias para entender melhor nossa sociedade e nosso mundo e estes eventos que estão associados e que sabemos que ocorrerão.”

Para outros a profecia é um alerta que se ignorado pode levar a um desastre de imensas proporções.

A resposta pode estar na última página do códice de Dresden, que diz que haverá uma série de fenômenos astronômicos. Ciclos venusianos, lunares, de eclipses. A última página mostra a destruição do mundo pela água. O mundo seria destruído por um dilúvio.

Para os maias, o fim do mundo não era uma idéia vaga e abstrata, mas um evento muito real e específico. “O dia do juízo final para os maias era a destruição total do mundo e seus habitantes.”, diz o Dr. Alen F. Chase. “Quase todas as religiões falam de um juízo final. A diferença entre a religião maia e as outras, é que o calendário maia, um instrumento de tempo e espaço menciona a data específica do fim da humanidade.”, diz Steven Alten, autor do livro Domain.

O tempo está se esgotando e o dia 21 de dezembro de 2012 se aproxima, para finalmente revelar verdadeiramente o que irá acontecer: uma nova era, um dilúvio ou um dia como outro qualquer…

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