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Nutrição Inteligente

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1 Nutrição Inteligente em Qua Fev 06, 2013 8:11 pm

Al McAllister


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Última edição por Al McAllister em Seg Out 05, 2015 10:18 pm, editado 1 vez(es)


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3 QUAIS ÓLEOS SÃO REALMENTE MAIS SAUDÁVEIS? em Sex Maio 30, 2014 11:51 am

Elusa



Você com certeza já ouviu de alguém que é importante fazer uso de óleos e gorduras saudáveis, preferindo o azeite de oliva, o óleo de coco e o óleo de canola sobre os demais… certo? Afinal, ele exibe em seu rótulo selos de “aprovado pela associação de cardiologistas“, rico em óleos monoinsaturados como o azeite… certo?
Quando estudamos um pouco sobre o que o óleo de canola representa para a saúde, logo compreendemos que há um equívoco em listar o mesmo entre opções benéficas para o corpo. Obviamente um equívoco intencionalmente fabricado pela indústria alimentícia, e de fato decidi escrever sobre o óleo de canola por perceber o mesmo como um bom exemplo da atuação da industria alimentícia.



Vamos iniciar nosso estudo pela origem do óleo. Para tanto, vamos buscar na natureza a planta canola, a linda flor amarela estampada nos rótulos… que não existe. Canola não é uma planta: é um nome comercial. É a sigla de Canadian Oil Low Acid. A flor amarela das fotos é de uma planta hibridizada chamada “colza“. A colza é o resultado do cruzamento de várias subespécies de plantas da mesma família com o objetivo de obter uma semente com baixo teor de ácido erúgico, uma vez que este é inadequado ao consumo humano.
Até aí, tudo bem…certo? Não há nada de errado em manipular a genética natural e criar plantas “mais adequadas“ para o consumo humano… certo?
Na verdade, diversos problemas podem surgir desta prática. Um exemplo disto são várias das frutas que temos hoje disponíveis, como a Manga Palmer, que contém grande quantidade de açúcar e insipiente quantidade de fibras – o que resulta em um alimento com altíssimo índice glicêmico, que ativa excessivamente a insulina e traz os mesmos indesejáveis efeitos colaterais de qualquer alimento açucarado. O mesmo não acontece com as espécies originais de manga, que possuem mais riqueza nutricional e conservam suas fibras, apresentando índice glicêmico mais adequado.
Ainda assim, isto é muito menos relevante do que o fato de que 80% de toda a canola plantada no mundo atual é geneticamente modificada, contendo gens artificialmente criados em laboratório para resistir a pesticidas altamente danosos para tudo o que não contém este gene específico. A planta recebe grandes dosagens deste pesticida ao longo de seu ciclo e o armazena em seus lipídeos… ou seja, no óleo. E, claro, nós não possuímos este gene de imunidade contra os pesticidas…


Plantas geneticamente modificadas são um engenhoso atentado contra a sabedoria da natureza em muitos níveis. Detalhar estes níveis não cabe neste artigo, mas acredito que você que está lendo este artigo em busca de conhecimento saudável não esteja interessado em alimentar seu corpo com genes artificiais.
Ainda assim, as principais consequências nocivas do óleo de colza, digo, de canola, é o processamento e a oxidação a que seus ácidos gordurosos são submetidos.
O fato é que TODOS os óleos vegetais altamente processados e refinados, tais como o de milho, o de soja, o de algodão e também o de canola são compostos de significativas porções de óleos poliinsaturados, os quais são altamente instáveis e se deformam na luz, no calor e na pressão, os quais oxidam-se intensamente e aumentam razoavelmente a presença de radicais livres no corpo, envelhecendo-o prematuramente e contribuindo para desequilíbrios específicos.
O resultado destes processos industriais de refinamento são óleos altamente inflamatórios, que contribuem diretamente para ganho de peso, doenças degenerativas e… doenças do coração! Isso mesmo! Sim, pois uma simples verdade é que uma das principais contribuintes para doenças do coração são processos inflamatórios que se instalam nas artérias e demandam que o corpo direcione moléculas de colesterol, que são utilizadas como uma espécie de “bálsamo“ para arrefecer a inflamação nos tecidos.
Como o problema não é resolvido em sua raiz, ou seja, os hábitos de vida que criaram e sustentam os processos inflamatórios não são transformados, o corpo continua enviando colesterol para tentar minimizar os efeitos da inflamação, o qual se acumula gradativamente e vai literalmente entupindo o sistema de circulação.


OBSTRUÇÃO DAS ARTÉRIAS CAUSADOS PELO COLESTEROL
Mas estes óleos não são extremamente comuns e populares? Sim, graças ao excelente trabalho dos estrategistas de marketing da indústria. Lembre-se, contudo, que as diversas doenças que resultam de processos inflamatórios, como artrite, síndrome do intestino irritável e as doenças coronárias.
Embora eu esteja focalizando o efeito nocivo dos óleos poliinsaturados processados, não quero transmitir a idéia de que estes são os únicos responsáveis por processos inflamatórios. Outros alimentos também o são, assim como o stress cotidiano, a estagnação causada pela ausência de atividade física, além de questões da esfera emocional e mesmo desequilíbrios no uso da mente. Uma abordagem construtiva e honesta em prol da saúde deve considerar todos os fatores. E certamente a qualidade dos óleos escolhidos é um dos mais importantes. Vamos comparar o azeite de oliva extra virgem com o óleo “de canola”. O primeiro é obtido por prensagem à frio e, quando com qualidade, engarrafado em frascos escuros para proteger o mesmo da oxidação que a luz proporciona. Já o segundo é tipicamente extraído e refinado por processos industriais que utilizam elevado calor, pressão e solventes petroquímicos como o hexano.








O óleo de canola normalmente passa por um processo de refinamento cáustico, descoloração, remoção de fibras e desodorização – porque óleos processados apresentam naturalmente um terrível cheiro de ranço, logo precisam ser desodorizados para que alguém possa comprá-los. Ainda pior, todo este processamento força parte do delicado conteúdo de ômega 3 a se transformar em gordura trans. Uma pesquisa realizada na Universy of Florida em Gainesville encontrou a elevada proporção de 4.6% nos óleos “de canola“ testados. Sim, gordura trans, um dos mais nocivos elementos nutricionais da atualidade, recentemente banido dos restaurantes da Califórnia por ordem governamental. Afinal, tem comprovado efeito contribuinte para inúmeras doenças – inclusive as do coração.
Como então é possível que um óleo desta qualidade seja comercializado como alternativa saudável, recebendo selos de aprovação de diversas entidades que “defendem a saúde do consumidor“? Assim é por um único, simples e raso motivo: o único comprometimento das grandes indústrias (e das entidades certificadores e governamentais que existem para servi-las) é com o lucro. O caso da Canola e dos demais poliinsaturados ilustra bem este fato: simplesmente não devemos confiar somente em rótulos elegantes, em propagandas ou outras comunicações da indústria. É ingenuidade acreditar que estas existem para trazer qualidade de vida.
Em quem podemos confiar? Na Natureza. Na Sabedoria que criou a vida, os vivos e os víveres (alimentos) necessários para sua sustentação. Seguem algumas opções alternativas de óleos e gorduras benéficas que podem e devem fazer parte de um cardápio construtivo:


Azeite de Oliva Extra Virgem – Somente para uso em temperatura ambiente, não deve ser aquecido. Alguns estudos recentes apontam que este deve ser utilizado com moderação pelo fato de que em alguns indivíduos pode causar inflamações. Isto não é generalizado, mas vale uma certa atenção em relação ao assunto.
Óleo de Gergelim, de Girassol e de Linhaça – NUNCA devem ser utilizados para cozinhar pois são todos suscetíveis aos processos de oxidação e desnaturação causados pelo calor descritos acima. Contudo, possuem benefícios e sabores que contribuem para a saúde e são excelentes para um toque especial em receitas diversas. Certifique-se de que sejam prensados a frio, guardados em garrafa escura e preservados sob refrigeração. Especialmente o de linhaça, que se oxida muito facilmente. Existem opções melhores do que o óleo de linhaça como fonte vegetal de ômega 3, como o óleo de cânhamo, de chia e de uma semente amazônica chamada sacha inti – infelizmente estes ainda não estão disponíveis no Brasil.


Óleo de Coco Virgem – Uma das gorduras mais saudáveis e medicinais para o corpo humano, repleta de benefícios (como ampliação da capacidade imunológica) e resistente ao calor. Por ter aroma adocicado, fica excelente em bolos e biscoitos, mas idealmente deve ser consumida à frio. Uma maneira agradável é liquidificar óleo de coco com suco de frutas – fica excelente com manga.

Óleo de Palma – Excelente para a saúde (especialmente quando não refinado), o óleo de palma é riquíssimo em tocotrienóis – poderosíssimos antioxidantes. Igualmente resistente ao calor (não se degrada quando utilizado na culinária), pode ser usado para tudo com a vantagem de alterar muito pouco o sabor de qualquer coisa.


Manteiga Orgânica – Sim, muito saudável e incomparavelmente melhor do que qualquer margarina – talvez um dos piores e mais artificiais “alimentos“ jamais criados pela indústria. A manteiga resiste bem ao calor e é uma das mais nutritivas e saudáveis fontes da tão importante e essencial gordura saturada (sim, gordura saturada é saudável e importante, e futuramente escreverei um artigo sobre o assunto). Fonte de CLA, um ácido gorduroso essencial que já foi demonstrado através de estudos como portador de propriedades de construção muscular e queima de gordura. O melhor da manteiga é o seu sabor delicioso, que adiciona riqueza a qualquer prato. Excelente para nutrir o sistema nervoso e para assimilar determinadas vitaminas e minerais lipossolúveis.



Para quem é alérgico à lactose é recomendável a alternativa clarificada, removida de resíduos sólidos do leite: O Ghee, que se comporta ainda melhor do que a manteiga comum quando utilizada para refogar ou fritar qualquer coisa. Não que frituras sejam recomendadas, mas fritar em manteiga clarificada é infinitamente melhor do que fritar em óleo de soja… ou “de canola“. De qualquer maneira, a manteiga DEVE ser orgânica, pois é justamente nos lipídios que se acumulam as substâncias tóxicas no organismo. Sendo assim, evite laticínios tradicionais e procure a boa e velha manteiga “da roça“, artesanalmente preparada… de preferência a partir de leite fresco do dia, não-cozido para manter vivo os probióticos naturalmente presentes. Qualidade faz diferença, e muita.

A qualidade dos óleos de uma dieta, seja ela qual for, é um dos mais importantes e determinantes fatores para a saúde. São eles os principais responsáveis por corrigir ou acentuar inflamações sistêmicas.

Sendo assim, a sugestão é que você escolha seus óleos e gorduras com consciência, evitando alimentos processados pela indústria (biscoitos, bolachas, bolos, pães), pois estes quase sempre são elaborados com os mencionados óleos refinados mencionados (além de outras inconveniências para o corpo).

Aprecie o dom da vida e honre-a com alimentos verdadeiramente saudáveis.
Leia Mais:




Fonte: Blog da Elusa
Notícias Naturais

http://www.elusapaz.blogspot.com/

4 Dr. Lair Ribeiro: Nutrição Inteligente em Qui Out 16, 2014 11:35 am

Al McAllister


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Última edição por Al McAllister em Seg Out 05, 2015 10:07 pm, editado 1 vez(es)


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5 Mude sua Alimentação, Mude sua Vida em Ter Out 21, 2014 8:26 am

Elusa


Remédio remedia, não cura. A resposta está em suas mãos em ter hábitos de vida saudáveis versus continuar se intoxicando, sua zona de conforto desconfortável.
  
O vídeo abaixo, é uma palestra esclarecedora sobre nutrição como um todo no indivíduo.
 
Dr. Lair Ribeiro aborda mudanças que devem serem incorporadas e colocadas em prática. O vídeo é um pouco longo, mas vale a pena assisti-lo. Dentre muitas coisas, ele fala sobre a prevenção de muitas doenças, controle de peso, suplementação alimentar (vitaminas, minerais, etc...), como podemos mudar a genética, uso de utensílios e óleos saudáveis para cozinhar, alimentos funcionais e alimentos  criminosos. 
Texto de Elusa Vignatti

http://www.elusapaz.blogspot.com/

Elusa




Ela é rica em antioxidantes e pode ser feita em casa


Você já ouviu falar da ghee? Ela é um alimento fundamental na mesa das famílias indianas e nos cardápios da alimentação Ayurveda. Trata-se da manteiga clarificada, sem a lactose e as toxinas da manteiga tradicional.

Ela é famosa não apenas pelos benefícios nutricionais, mas também pelas propriedades terapêuticas.

Mas vamos começar desde o início para você entender e ter mais motivos para trocar sua manteiga tradicional pela ghee. Assim como a manteiga tradicional, a ghee é feita do leite de vaca ou de búfala. A diferença é que passa por um processo de clarificação, em que é retirada toda a lactose, sal e qualquer toxina que possa fazer mal ao organismo. Por isso ela é considerada mais pura e benéfica do que a manteiga normal.

A ghee contém vitamina A, o que a torna uma excelente antioxidante, prevenido o envelhecimento precoce e protegendo as células dos radicais livres. Além disso, ela tem poder anti-inflamatório. Por não conter sal nem toxinas, ela não aumenta a retenção de líquido. Alguns estudos apontam que esse alimento ajuda na prevenção do câncer de mama.

Mas nada de consumi-la exageradamente; apesar dos benefícios nutricionais, ela continua sendo um tipo de gordura e tem cerca de 110 calorias por colher de sopa.

Ghee na gastronomia

O sabor da manteiga clarificada é mais acentuado do que a manteiga tradicional, por isso ela pode ser usada em menos quantidade. Na culinária, ela pode ser utilizada na mistura e cozimento dos alimentos, ou até mesmo passada no pão, como a manteiga tradicional. Outra maneira é misturando-a a outros ingredientes funcionais como ervas, castanhas e sementes, criando um tipo de patê saudável.


Como fazer a ghee


A ghee é obtida por meio de um processo artesanal e sim, você mesma pode fazê-la.

Pegue um tablete de manteiga sem sal e derreta em fogo brando, em uma panela de fundo grosso. 
 
Em poucos minutos você vai notar que a manteiga se decompõe em duas camadas. A de cima parecerá uma espuma, que deverá ser retirada (é ali que estão a lactose e as toxinas). A parte que ficar embaixo, mais oleosa, é a ghee. 
 

Se preciso, repita o processo quantas vezes for necessário para retirar a espuma. 
 

 Espere esfriar e coe em um tecido fino, como algodão. 
 


Guarde em um recipiente de vidro. Não precisa ser mantido em geladeira.

Observações:

1 - Quando dourar temperos no ghee, tenha-os à mão, pois, uma vez aquecida, ela atinge rapidamente temperaturas bem altas.
2 - Evite deixar cair água na ghee quente, pois esta combinação pode respingar gordura quente de forma perigosa.
3 - A temperatura da ghee para frituras deve ser média-baixa e estará no ponto quando dourar o alimento em 1 minuto. Não coloque muitas porções de uma só vez, pois isto fará com que ela esfrie e o resultado poderá não ser satisfatório.
4 - Pode-se utilizar a ghee para frituras várias vezes, sem saturar. Basta filtrá-la após o uso.
5 - Depois de pronta, a ghee pode ser temperada, misturada a ervas, aromatizada a gosto ou ser ingerida pura. É deliciosa para passar no pão, adicionar a pratos frios, para o preparo de massas e refogados.


Blog da Elusa

Notícias Naturais

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O que é ágar-ágar

O uso da ágar-ágar – conhecida também simplesmente como “ágar” -, é centenário. Especialistas acreditam que o processo de produção dela iniciou-se no Japão por volta de 1650. Até hoje, a gelatina extraída através do processo de fervura das algas vermelhas (Gelidium sp.) é largamente usada na alimentação oriental e ganha cada vez mais adeptos no mundo todo.
Um alimento muito saudável
Os benefícios à saúde são muitos. Por conter impressionantes 94,8% de fibras solúveis, o consumo frequente ajuda a regular o funcionamento do intestino. Também por causa das fibras, a ágar proporciona saciedade com pouca quantidade consumida e praticamente não tem calorias, o que certamente ajuda muito na hora de ficar em paz com a balança.
Um dos segredos dos grandes chefs de cozinha
Para a culinária, é um coringa. A ágar é comercializada principalmente em pó e basta uma colher de chá não muito cheia para fazer uma xícara de gelatina saudável. O poder gelidificante da gelatina vegetal é dez vezes maior que o da gelatina convencional. Além disso, a ágar não necessita ir à geladeira para ficar firme e também não derrete em temperatura ambiente, como a outra. Por não alterar o sabor dos alimentos, é perfeita sobremesas e também para pratos salgados, como queijos vegetais (receita) e molhos encorpados.
Ética, limpa e segura para sua família
A ágar é a melhor opção na hora de escolher a gelatina que você vai comprar porque o processo de produção dela não é cruel. A gelatina convencional é feita a partir da fervura de ossos, tendões, pele e restos de animais que são mortos nos abatedouros. O mais comum é que sejam restos de bois e de porcos. Já a ágar, é obtida com a fervura de algas marinhas. O resultado é um pó branco idêntico à gelatina de origem animal, só que mais saudável e ético. Por ser de origem vegetal, a ágar oferece risco praticamente zero de contaminação por bactérias que causam doenças graves.
Quanto custa e onde comprar
O preço da gelatina vegetal é aparentemente maior que o da convencional. Porém, ela rende muito mais, tornando o custo-benefício muito atraente. Um pacotinho com 16g de ágar custa aproximadamente R$ 7,00 e rende cerca de 2 litros de gelatina pronta. A ágar é vendida principalmente em casas de produtos orientais, mas também pode ser encontrada em alguns supermercados e em lojas virtuais.
Como fazer sua primeira receita com ágar
Faça uma xícara do seu suco de fruta favorito. Coloque em uma panela e misture uma colher de chá de ágar. Acenda o fogo e mexa até levantar fervura. Coloque em um recipiente e espere esfriar. Se achar necessário, leve à geladeira por 2 horas. Você pode variar a receita, com mais ou menos ágar e pode também acrescentar pedaços de frutas.
Veja a lista de motivos para você escolher a gelatina vegetal
1. Livre de crueldade. Sua produção não envolve a morte de animais.
2. Ajuda a regular o intestino.
3. Ajuda a emagrecer.
4. Não altera o sabor dos alimentos.
5. Tem melhor custo-benefício (rende muito mais).
6. Não derrete à temperatura ambiente.
7. Poder gelificante dez vezes maior.
8. Quase totalmente composta de fibras alimentares (94,8%).
9. Livre de corantes e aditivos químicos.
10. Versátil, serve tanto para doces quanto para salgados.
Fonte: Loja Vista-se
Blog da Elusa

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Estes 4 vídeos são parte de um projeto elaborado pela nutricionista Irany Arteche para assentados do MST/RS e promovido pela Superintendência da CONAB/PNUD, com oficinas ministradas pelo botânico Valdely Kynupp sobre plantas com grande potencial alimentício e de comercialização, mas que costumam ser negligenciadas. Somos xenófilos, o brasileiro não come a biodiversidade que tem, adverte Valdely.

O objetivo do registro é colaborar na divulgação desta experiência para outros assentamentos de reforma agrária e organizações de agricultores familiares nas diferentes regiões do Brasil. Servirá como material pedagógico para cursos que tratem de alternativas para agricultura familiar, segurança alimentar e nutricional, diversificação agrícola, processamento de novos produtos e alimentos.

Parte 1



Parte 2



Parte 3





Parte 4





PLANTAS ALIMENTÍCIAS NÃO CONVENCIONAIS (PANC) NO BRASIL

Compre o livro do Valdely Kynupp e Harri Lorenzi  aqui



Livro inédito, resultado de 10 anos de trabalho dos autores Valdely Kinupp e Harri Lorenzi - dois dos maiores estudiosos de plantas no Brasil. Apresenta plantas nativas e exóticas (espontâneas e cultivadas no Brasil), consumidas no passado e ou em alguma região do país e do mundo. Cada planta é apresentada em duas páginas: na primeira - suas características morfológicas para facilitar a identificação botânica, informações sobre seu uso geral e culinário com referências bibliográficas e ilustradas com 2 fotos; na segunda - 2 ou 3 fotos legendadas das partes da planta utilizadas para o consumo, seguidas de 3 receitas feitas com a planta e ilustradas com os respectivos pratos. 


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Os alimentos não convencionais da Amazônia (Bloco 1)





Cacau, cupuaçu, açaí, pupunha cubiu, ariá, carirú – quem já ouviu falar destas frutas e hortaliças? Do cacau, do chocolate, do açaí e do cupuaçu sim, pois são mais utilizadas em outras partes do Brasil. Mas como as safras variam conforme o nível dos rios, a alimentação do morador da Amazônia está se transformando, com o abandono de legumes e verduras que são produzidas e consumidas pelo povo da região. A iniciativa de cientistas em estudar os cultivos tradicionais da Região Amazônica faz crescer um movimento de resgate com a oferta de plantas alimentícias não convencionais – as PANCs – que, produzidas sem agrotóxicos, poderão ser consumidas em todo o país. Os cientistas convidados revelam as variedades de alimentos da floresta, capazes de romper também com a lógica restrita do arroz, feijão, batata, trigo e milho como base alimentar brasileira.

Participantes: O doutorado em Fitotecnia e Horticultura do professor Valdely Ferreira Kinupp na Universidade Federal do Rio Grande do Sul teve como tema de pesquisa a prospecção de plantas alimentícias não convencionais nativas do Rio Grande do Sul. Vindo para Manaus ele fundou e dirige o herbário do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas, atuando ainda na pesquisa e divulgação das plantas alimentícias não convencionais. 

Graduado em Filosofia e engenharia agronômica, o doutorado de Hiroshi Noda foi em Genética e melhoramento de plantas. Embora aposentado, ele continua atuante na pós-graduação do Centro de Ciências do Ambiente da Universidade Federal do Amazonas – a UFAM. Se dedica à adaptação genética de espécies de hortaliças ao ambiente quente e úmido da Amazônia.

Noemia Kazue Ishikawa coordena pesquisas em biodiversidade de cogumelos no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Com doutorado e pós-doutorado no Japão, dedicada ao estudo de fungos, acabou pesquisando cogumelos comestíveis nativos do Brasil, motivada pelo fato de só encontrar nos supermercados espécies asiáticas e europeias. Foi então pesquisar entre os 34 tipos de cogumelos, os consumidos por índios e pela população amazônica. Um dos cogumelos que Noemia pesquisa, uma espécie do mesmo gênero do shiitake, passou a ser utilizado pelo chef Felipe Shaedler, como uma delícia que ele apresenta no restaurante Banzeiro, dedicado à gastronomia amazônica. Com tanto sucesso que ele foi eleito por três vezes consecutivas chef do ano no Amazonas, usando e valorizando os produtos da região.

Bloco 2:

  

Bloco 3:



Bloco 4:


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9 Rede Globo faz Propaganda do Veneno em Seg Dez 14, 2015 8:20 am

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