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Jogue no lixo seu forno microondas.

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1 Jogue no lixo seu forno microondas. em Sex Set 05, 2014 12:35 pm

Al McAllister


Admin
Microondas é extremamente prejudicial à saúde

Fornos de Radiação


Os perigos comprovados do Microondas

Será possível que milhões de pessoas estão sacrificando sua saúde ignorantemente em troca da conveniência dos fornos de microondas? Porque a União Soviética baniu o uso de fornos de microondas em 1976? Quem inventou os fornos de microondas, e por quê? As respostas a essas perguntas podem te chocar, te levando a jogar seu forno de microondas no lixo.

Mais de 90% dos lares norte-americanos usam fornos de microondas para preparar refeições. Por causa da conveniência dos fornos de microondas e do consumo eficiente de energia em comparação com os fornos convencionais, muito poucos lares ou restaurantes estão sem eles. Em geral, as pessoas acreditam que, o que quer que um microondas faça com o alimento processado nele, isso não tem nenhum efeito negativo na comida ou tampouco nas pessoas. É claro que, se os microondas fossem realmente danosos, nosso governo jamais os permitiria no mercado, permitiria? Permitiria? Apesar do que tem sido “oficialmente” publicado sobre os fornos microondas, nós, pessoalmente, paramos de usar o nosso, baseado nos fatos pesquisados e destacados neste artigo.

O propósito desta denúncia é mostrar prova – evidência - de que cozinhar com microondas não é natural, nem saudável, e é muito mais perigoso para o corpo humano do que qualquer pessoa possa imaginar. Contudo, os manufatureiros de fornos de microondas, políticos de Washington City e a velha e própria natureza humana estão suprimindo os fatos e evidências. Por causa disso, as pessoas estão continuamente usando o microondas – em santa ignorância – sem saber os efeitos e perigos de fazer tal coisa.
Como os fornos de microondas funcionam?

Microondas são uma forma de energia eletromagnética, como ondas de luz ou ondas de rádio, e ocupam uma parte do espectro eletromagnético de poder, ou energia. Microondas são ondas bem curtas de energia eletromagnética que viajam na velocidade da luz (186,282 milhas por segundo). Na nossa era tecnológica moderna, os microondas são usados para retransmitir sinais telefônicos de longa distância, programas de televisão, e informação de computadores planeta afora ou para um satélite no espaço. Mas as microondas nos são mais familiares para nós como uma fonte de energia para cozinhar comida.
Todo forno de microondas contém um magnéton, um tubo no qual os elétrons são afetados pelos campos magnéticos e elétricos de tal forma a produzir radiação micro-comprimento-de-onda a aproximadamente 2450 megahertz (MHz) ou 2,45 gigahertz (GHz). Essa radiação micro-onda interage com as moléculas na comida. Toda energia em onda muda a polaridade de positivo para negativo com cada ciclo de onda. Nos microondas, essas mudanças de polaridade acontecem milhões de vezes a cada segundo. As moléculas de comida – especialmente as moléculas de água – têm um final positivo e negativo da mesma forma que um ímã tem uma polaridade sul e uma norte.

Nos modelos comerciais, o forno tem uma entrada de energia de cerca de 1000 watts de corrente alternante. Enquanto essas microondas geradas do magnéton bombardeiam a comida, elas causam a rotação das moléculas polares na mesma frequência milhões de vezes por segundo. Toda essa agitação cria fricção molecular, que esquenta a comida. A fricção também causa um dano substancial às moléculas ao redor, muitas vezes despedaçando-as ou forçadamente deformando-as. O nome científico dessa deformação é “isomerismo estrutural”.
Por comparação, as microondas do sol são baseadas nos princípios da corrente contínua pulsada (DC) que não criam calor por fricção; os fornos de microondas usam corrente alternante (AC), criando calor por fricção. Um forno de microondas produz um comprimento de onda reforçado de energia com toda a potência indo para apenas uma estreita frequência de espectro de energia. A energia do sol opera em um espectro de frequência abrangente.
Muitos termos são usados na descrição de fornos eletromagnéticos, tais como comprimento de onda, amplitude, ciclo e frequência:


  • Arrow Comprimento de onda determina o tipo de radiação, i.e. radio, raio-X, ultravioleta, visível, infravermelho, etc.



  • Arrow Amplitude determina a extensão do movimento medido do ponto de início.



  • Arrow Ciclo determina a unidade de frequência, tal como ciclos por segundo, Hertz, Hz, ou ciclos/segundo

              

  • Arrow Frequência determina o número de ocorrências dentro de um dado período de tempo (geralmente 1 segundo); o número de ocorrências de um processo recorrente por unidade de tempo, i.e. o número de repetições de ciclos por segundo.



  • Arrow Radiação = energia espalhada com ondas eletromagnéticas


Radiação, como definida pela terminologia física, são “as ondas eletromagnéticas emitidas pelos átomos e moléculas de uma substância radioativa como um resultado de decadência nuclear.” A radiação causa ionização, que é o que ocorre quando um átomo neutro ganha ou perde elétrons. Em termos mais simples, um forno de microondas decai e modifica a estrutura da comida pelo processo de radiação. Se os manufatureiros os tivessem chamado acuradamente de “fornos de radiação”, é duvidoso se eles teriam vendido sequer um, mas isso é exatamente o que um forno de microondas é.

Nos disseram a todos que esquentar comida no microondas não é o mesmo que irradiá-la (“tratamento” radioativo). Os dois processos usam supostamente tipos de energia completamente diferentes e a intensidades diferentes. Nenhum estudo oficial do governo ou da FDA provou que o uso constante do microondas é danoso, mas nós todos sabemos que a validade dos estudos pode ser – e às vezes deliberadamente é – limitada. Muitos desses estudos depois se provam inexatos. Como consumidores, supostamente teríamos um certo grau de senso comum para usar em julgamento.

Use o exemplo dos ovos e como eles foram “comprovadamente” considerados perigosos para a nossa saúde nos anos 60. Isso trouxe à tona produtos com imitação de ovos e grandes lugros para os manufatureiros, enquanto as fazendas de ovos quebravam. Agora, recentes estudos patrocinados pelo governo estão dizendo que ovos não são ruins para nós no final. Então, em quem nós devemos acreditar e qual critério devemos usar para decidir questões concernentes à nossa saúde?  Desde que é atualmente publicado que microondas – supostamente – não vazam no meio-ambiente, quando propriamente utilizados e com design aprovado, a decisão repousa sobre cada consumidor quanto a escolher comer ou não a comida esquentada por um forno de microondas ou até comprar um ou não em primeiro lugar.

Os instintos maternos estão certos

Em um lado mais bem-humorado, o “sexto-sentido” que cada mãe tem é impassível de discussão. Você já experimentou? Os filhos nunca vão ganhar  da intuição de uma mãe. É como tentar argumentar com o braço – aparecendo do nada – que te empurra contra o banco do carro quando sua mãe sente os freios acionados bruscamente.

Muitos de nós vem de uma geração na qual mães e avós têm desacreditado na forma moderna “inside out” [de dentro pra fora] de cozinhar, a qual acreditavam ser “inapropriada” para a maior parte das comidas. Minha mãe se recusou a sequer tentar assar qualquer coisa no forno de microondas. Ela também não gostou do sabor de um copo de café quando esquentado em um forno de microondas. Eu tenho que totalmente concordar e não posso argumentar com os fatos. Seu próprio senso comum e instintos a disseram que de forma alguma o cozimento do microondas poderia ser natural tampouco fazer com que os alimentos tenham “o mesmo sabor que deveriam ter”. relutantemente, até minha mãe sucumbiu ao reaquecimento de sobras em um microondas devido ao horário apertado em sua agenda antes de se aposentar.

Muitos outros se sentem da mesma forma, mas eles são considerados uma minoria “fora-de-moda”, datando de antes de 1970 quando os microondas primeiramente encheram o mercado. Como a maioria dos jovens adultos no momento, uma vez que fornos de microondas se tornaram algo comum, eu escolhi ignorar a sabedoria intuitiva da minha mãe e me juntei à maioria que acreditava que cozinhar no microondas era conveniente demais para sequer acreditar que qualquer coisa poderia estar errada com ele. Tiro o chapéu para a percepção da minha mãe, porque apesar dela não saber as razões científicas, técnicas ou de saúde, ela simplesmente sabia que fornos de microondas não eram bons baseado no sabor dos alimentos quando eram cozidos neles. Ela não gostava da forma que o microondas modificava a textura dos alimentos também.

Microondas não são seguros para o leite do bebê

Uma certa quantidade de avisos se tornou pública, mas eles mal foram noticiados. Por exemplo, o Young Families, o Serviço de Extensão Minnesota da Universidade de Minnesota, publicou o seguinte em 1989:

“Apesar dos microondas esquentarem a comida rapidamente, eles não são recomendados para esquentar uma mamadeira de bebê. A mamadeira parece fria ao toque, mas o líquido por dentro pode se tornar extremamente quente e pode queimar a boca e a garganta do bebê. E também, a formação de espuma em um recipiente fechado, assim como uma mamadeira infantil, pode causar sua explosão. Esquentar a mamadeira no microondas pode causar pequenas alterações no leite. Em fórmulas infantis, pode ocorrer a perda de algumas vitaminas. Em leite do peito, algumas propriedades protéticas podem ser destruídas.”

A Dra. Rita Lee do Havaí reportou em 9 de Dezembro de 1989, no Lancet:
               “Esquentar fórmulas infantis no microondas converteu certos trans-aminoácidos em seus isômeros-cis sintéticos. Isômeros sintéticos, quer sejam cis-aminoácidos ou ácidos gordos trans, não são biologicamente ativos. Em seguida, um dos aminoácidos, L-proline, foi convertido ao seu isômero-d, o qual é conhecido por ser neurotóxico (venenoso para o sistema nervoso) e nefrotóxico (venenoso para os rins). Já é ruim que os bebês não sejam amamentados, mas agora os dão leite falso (fórmula infantil) feita ainda mais tóxica através das microondas.”

Sangue de microondas mata paciente

Em 1991, houve um processo judicial em Oklahoma contra o uso de um microondas feito por um hospital para aquecer sangue ora necessário para uma transfusão. O caso envolveu uma paciente de cirurgia no quadril, Norma Levitt, que morreu de uma simples transfusão de sangue. Parece que a enfermeira havia esquentado o sangue em um forno de microondas. Essa tragédia torna bem aparente que há mais do que “aquecimento” com os microondas do que nós fomos levados a crer. Sangue para transfusões é rotineiramente aquecido, mas não em fornos de microondas. No caso da Sra. Levitt, as microondas alteraram o sangue e este o matou.
É muito óbvio que essa forma de radiação por “aquecimento” no microondas faz algo às substâncias que ele aquece. Está ficando igualmente aparente que as pessoas que processam comida em um forno de microondas também estão ingerindo esses “desconhecidos”.
Por causa da natureza eletroquímica do corpo, qualquer força que irrompe ou altere os eventos eletroquímicos humanos vão afetar a fisiologia do corpo. Isso é posteriormente descrito no livro de Robert O. Becker, The Body Electric, e no livro de Ellen Sugarman, Aviso, a Eletricidade a Sua Volta Pode Ser Danosa à Sua Saúde.
Evidências científicas e fatos

No Estudo Comparativo da Comida Preparada Convencionalmente e no Forno de Microondas, publicado por Raum & Zelt em 1992, na 3(2): 43, ele afirma

“Uma hipótese básica da medicina natural afirma que a introdução de moléculas e energias no corpo humano, às quais ele não está acostumado, é muito mais propícia a causar males do que benesses. A comida que passa pelas microondas contém ambas moléculas e energias não presentes na comida cozinhada da forma que os humanos o têm feito desde a descoberta do fogo. A energia de microondas vinda do Sol e outras estrelas é baseada em corrente direta. As microondas produzidas artificialmente, incluindo aquelas nos fornos, são produzidas a partir de corrente alternativa e forçam um bilhão ou mais de reversões de polaridade por segundo em cada molécula de alimento que elas acertam. A produção de moléculas antinaturais é inevitável. Tem sido observado que aminoácidos que ocorrem naturalmente têm passado por mudanças isoméricas (mudanças na morfologia do formato) bem como uma transformação em fórmulas tóxicas, sob o impacto de microondas produzidas em fornos.
Uma pesquisa de curso prazo encontrou alterações perturbadoras e significantes no sangue de indivíduos consumidores de leite e vegetais processados por microondas. Oito voluntários comeram várias combinações dos mesmos alimentos cozinhados de formas diferentes. Todos os alimentos que eram processados através de fornos de microondas causavam mudanças no sangue dos voluntários. Os níveis de hemoglobinas caíram e praticamente todos os níveis de glóbulos brancos e os níveis de colesterol subiram. Linfócitos diminuiu.
Bactérias luminescentes (que emitem luz) foram empregadas para detectar mudanças energéticas no sangue. Aumentos significantes foram encontrados na luminescência dessas bactérias quando expostas ao soro sanguíneo obtido depois do consumo da comida de microondas.”
O estudo da clínica suíça

O Dr. Hans Ulrich Hertel, aposentado atualmente, trabalhou como um cientista alimentício por muitos anos com uma das maiores companhias alimentícias da Suíça, que por sua vez faz negócios em uma escala global. Alguns anos atrás, ele foi despedido do seu emprego por questionar certos procedimentos no processamento que desnaturalizavam o alimento.

Em 1991, ele e o professor de uma Lausanne University publicaram um trabalho de pesquisa indicando que a comida processada por microondas poderia oferecer um grande risco à saúde em comparação à comida cozinhada pelos meios tradicionais. Um artigo também apareceu na pauta 19 do Journal Franz Weber no qual foi afirmado que o consumo de comida cozinhada no forno de microondas tinha efeitos cancerígenos no sangue. O trabalho de pesquisa em si mesmo veio em seguida ao artigo. Na capa da revista havia uma figura do Grim Reaper segurando um microondas com uma de suas mãos.

O Dr. Hertel foi o primeiro cientista a conceber e prosseguir com um estudo clínico de qualidade sobre os efeitos que os nutrientes afetados pelas microondas têm no sangue e na fisiologia do corpo humano. Seu pequeno, mas bem controlado estudo, mostrou a força degenerativa produzida em fornos de microondas e na comida processada neles. A conclusão científica mostrava que cozinhar microondas mudava os nutrientes no alimento; e, as mudanças se concretizaram no sangue dos participantes, mostrando que poderia haver deterioração no sistema humano. O estudo científico de Hertel foi realizado juntamente com Dr. Bernard H Blanc do Swiss Federal Institute of Technology e também University Institute for Biochemistry.

Em intervalos de dois ou cinco dias, os voluntários em um estudo receberam uma das seguintes variantes de comida de estômago vazio: (1) leite cru; (2) o mesmo leite fervido convencionalmente; (3) leite pasteurizado; (4) os mesmos leites crus fervidos em forno de microondas; (5) vegetais crus de uma fazenda orgânica; (6) os mesmos vegetais cozidos convencionalmente; (7) os mesmos vegetais congelados e descongelados em um forno de microondas; e (Cool os mesmos vegetais cozidos em um forno de microondas. Uma vez que os voluntários foram isolados, as amostras de sangue foram obtidas de cada voluntário imediatamente antes de comer. Em seguida, amostras de sangue foram obtidas em intervalos definidos depois de comer do leite acima ou preparações de vegetais.

Mudanças significativas foram descobertas nas amostras de sangue dos intervalos que seguiam às comidas cozidas em forno de microondas. Essas mudanças incluíram um decréscimo em todos os valores de hemoglobina e colesterol, especialmente do HDL (bom colesterol) e LDL (mau colesterol). Os linfócitos (glóbulos brancos) mostraram um descréscimo mais distinto a curto prazo seguido da ingestão de comida de microondas, mas do que após a ingestão de qualquer outra variante. Cada um desses indicadores apontaram à degeneração. 

Adicionalmente, houve uma associação altamente significativa entre a quantidade de energia de microondas nas comidas-teste e o poder luminoso da bactéria luminescente exposta ao serum das pessoas testadas que comeram aquela comida. Isso levou o Dr. Hertel à conclusão de que tais energias entregues tecnicamente podem, de fato, ser transferidas ao homem indutivamente via ingestão de comida de microondas. De acordo com Dr. Hertel,

“Os leucócitos, que não podem ser contabilizados por desvios diários normais, são levados bem a sério pelos hematologistas. Os leucócitos são frequentemente sinais de efeitos patogênicos no sistema biológico, tais como envenenamento e danos nas células. O aumento dos leucócitos com os alimentos de microondas foram mais acentuados do que com todas as outras variantes. Parece que esses acréscimos marcados foram causados inteiramente pela ingestão de substâncias advindas de microondas.”


“Esse processo é baseado nos princípios físicos/médicos (physical) e já têm sido confirmados pela literatura. A aparente energia adicional exibida pela bactéria luminescente foi meramente uma confirmação extra. Existe literatura científica extensa concernente aos efeitos danosos da radiação direta do microondas em bio-organismos. É espantoso, no entanto, perceber quão pequenos são os esforços para substituir essa técnica prejudicial dos microondas por tecnologia mais de acordo com a natureza. Microondas produzidas tecnicamente são baseadas no princípio da corrente alternativa. Átomos, moléculas, e células esquentadas por essa radiação eletromagnética são forçados a reverter a polaridade de 1 a 100 bilhões de vezes em um segundo. Não há átomos, moléculas ou células de um sistema orgânico capaz de suportar tão violento, destrutivo poder por período algum de tempo, nem mesmo na forma baixa de miliwatts.

De todas as substâncias naturais – que são polares – o oxigênio das moléculas da água reagem mais sensivelmente. Isso mostra como o aquecimento do microondas é gerado – fricção dessa violência nas moléculas de água. As estruturas as moléculas são destruídas, moléculas são forçadamente deformadas, no chamado isomerismo estrutural, e então se tornam pioradas em qualidade. Isso é contrário ao aquecimento convencional de alimentos, onde o calor se transfere convencionalmente de fora para dentro. O cozimento pelo microondas começa dentro das células e moléculas onde a água está presente e onde a energia é transformada em calor por fricção.
Além dos efeitos da fricção violente, chamados de efeitos térmicos, existe também efeitos atérmicos os quais mal têm sido levados em conta. Esses efeitos atérmicos não são mensuráveis no momento, mas eles também podem deformar as estruturas das moléculas e ter consequências qualitativas. Por exemplo o enfraquecimento de membranas celulares é utilizado no campo de toda tecnologia de alteração genética. Por causa da força envolvida, as células são literalmente quebradas, neutralizando, por conseguinte, os potenciais elétricos, a própria vida das células, entre o lado de fora e o de dentro das membranas celulares. Células pioradas se tornam presa fácil para vírus, fungos e outros micro-organismos. Os mecanismos naturais de reparo são suprimidos e as células são forçadas a se adaptar a um estado de energia de emergência – eles mudam de aeróbicos para a respiração anaeróbica. Ao invés de água e dióxido de carbono, os venenos celulares peróxido de hidrogênio e monóxido de carbono são produzidos.”

As mesmas deformações violentas que ocorrem em nossos corpos, quando são diretamente expostas a radares ou microondas, também ocorrem nas moléculas de comida cozida em um forno de microondas. Essa radiação resulta na destruição e deformação das moléculas de comida.  O uso do microondas também cria novos compostos, chamados compostos radiolíticos, os quais são fusões desconhecidas não encontradas na natureza. Compostos radiolíticos são criados pela decomposição molecular – pioramento – como resultado direto da radiação.

Os fabricantes de fornos de microondas insistem que alimentos de microondas não têm qualquer composto radiolítico em nível significativo do que os assados, fritos e cozidos de qualquer forma convencional. A prova clínica e científica apresentada aqui tem mostrado que isso é simplesmente uma mentira. Nos EUA, nem universidades nem o governo federal conduziu testes concernentes aos efeitos em nossos corpos quanto a ingestão de alimentos de microondas. Isso não é meio estranho? Eles estão mais preocupados com estudos sobre o que acontece se uma porta de um forno de microondas não estiver fechada corretamente. Mais uma vez, o senso comum nos diz que sua atenção deveria estar centrada no que acontece com a comida cozida dentro de um forno desses. Como as pessoas ingerem essa comida alterada, não deveria haver preocupação de como as mesmas moléculas danificadas vão afetar nossa estrutura celular biológica humana?

Ação da indústria para esconder a verdade

Tão logo os doutores Hertel e Blanc publicaram seus resultados, as autoridades reagiram. Uma forte organização de mercado, a Swiss Association of Dealers for Electro-apparatuses for Households and Industry, conhecida como FEA, se horrorizou momentaneamente em 1992. Eles forçaram o presidente da corte de Seftigen, Canton of Bern, a iniciar um ‘pedido de mordaça’ contra os doutores. Em março de 1993, o Dr. Hertel foi condenado por “interferência no comércio” e proibido de fazer publicações adicionais dos seus resultados. Contudo, Dr. Hertel fincou o pé e brigou contra essa decisão nos anos posteriores.

Há não muito tempo, essa decisão foi revertida em um julgamento feito em Strasbourg, Austria, em 25 de agosto de 1998. A Corte Europeia de Direitos Humanos sustentou que houve violação dos direitos de Hertel na decisão de 1993. A Corte também estipulou que a ‘mordaça’ imposta pela corte suíça em 1992 contra o doutor, proibindo-o de declarar que os fornos de microondas fossem perigosos para a saúde humana, era contrária ao direito de liberdade de expressão. Além disso, a Suíça teve que pagar ao Dr. Hertel uma compensação.

Quem inventou os fornos de microondas?

Os nazistas, para o uso em suas operações móveis, originalmente desenvolvidos como fornos “radiomissores” a serem usados para a invasão da Rússia. Ao serem capazes de utilizar equipamento eletrônico para a preparação de refeições em massa, o problema logístico de combustível para cozinhar estaria eliminado, tanto quanto a conveniência de produzir comestíveis em tempo bastante reduzido.

Depois da guerra, os aliados descobriram uma pesquisa médica feita pelos alemães sobre fornos de microondas. Esses documentos, junto com alguns fornos que funcionavam, foram transferidos para o Departamento de Guerra dos EUA e classificados para referência e para “investigação científica posterior”. Os russos também tinham colhido alguns fornos de microondas e agora tinham pesquisa antecipada sobre seus efeitos biológicos. Como resultado, seu uso foi proibido na União Soviética. Os Soviéticos fizeram um aviso internacional sobre os males à saúde, ambos biológicos e ambientais, dos fornos de microondas e aparelhos eletrônicos de frequência similar.

Outros cientistas europeus reportaram os efeitos maléficos da radiação de microondas e estabeleceram limites ambientais estritos para o seu uso. Os EUA não aceitaram os artigos europeus sobre os efeitos danosos, apesar da EPA estimar que as fontes de frequência de rádio e de radiação de microondas crescem nos EUA a 15 por cento ao ano.

Carcinogênicos (cancerígenos) na comida de microondas

No livro da Dra. Lita Lee, Health Effects of Microwave Radiation - Microwave Ovens, e nas publicações de março e setembro de 1991 da Earthletter, ela afirmou que todo forno de microondas vasa radiação eletromagnética, prejudica a comida, e converte as substâncias cozidas em seu interior em produtos organotóxicos e cancerígenos. Pesquisa mais extensa resumida nesse artigo revela que os fornos de microondas são bem mais danosos do que se imaginava.

O que segue é um resumo das investigações russas publicadas no Atlantis Raising Educational Center em Portland, Oregon. Carcinógenos foram formados em absolutamente todos os alimentos testados. Nenhuma comida de teste foi sujeita a mais exposição do que o necessário para atingir o objetivo, i.e., cozinhando, descongelando ou aquecendo para garantir uma ingestão sã. Eis uma suma de alguns dos resultados:

·         Exclamation Carnes preparadas o suficiente para garantir uma ingestão seguramente sanitária causaram a formação de d-Nitrosodientanolaminas, um bem conhecido carcinogênico.

·         Exclamation Leite e grãos de cereal converteram alguns de seus aminoácidos em carcinogênicos.

·         Exclamation Descongelar frutas converteu suas frações que continham glucósidos e galactoses em substâncias carcinogênicas.

·         Exclamation Exposição extremamente curta de vegetais crus, cozidos ou congelados converteram seus alcaloides vegetais em carcinogênicos.

·         Exclamation Radicais livres carcinogênicos foram formados em plantas, especialmente nos vegetais de raiz (batata, cenoura, beterraba, etc).

Diminuição no valor nutricional

Os pesquisadores russos também reportaram uma aceleração percebida na degradação estrutural, levando a um valor diminuído do alimento, de 60 a 90 por cento de todos os alimentos testados. Entre essas mudanças observadas estavam:

·         Exclamation A falência da bio-disponibilidade das vitaminas do complexo B, vitamina C, E, minerais essenciais e fatores lipotrópicos em todas as comidas testadas.

·         Exclamation Vários tipos de danos a várias substâncias vegetais, tais como alcaloides, glucósidos, galactoses e nitrilósides.

·         Exclamation A degradação de núcleo-proteínas em carnes.

A doença de microondas é descoberta

Pesquisadores russos fizeram pesquisa em milhares de trabalhadores que haviam sido expostos a microondas durante o desenvolvimento do radar nos anos 50. Suas pesquisas mostraram problemas de saúde tão sérios que os russos estabeleceram limites estritos de 10 microwatts de exposição para os trabalhadores e 1 microwatt para civis.

No livro de Robert O. Becker, The Body Electric, ele descreveu a pesquisa russa sobre os efeitos de saúde da radiação de microondas, os quais eles chamaram de “doença de microondas”. Na página 314 Becker afirma:

“Os primeiros sinais dela [doença de microondas] são uma pressão sanguínea baixa e pulso baixo. As manifestações mais tardias e mais comuns são a excitação crônica do sistema nervoso simpático [síndrome do stress] e alta pressão arterial. Essa fase frequentemente também inclui dor de cabeça, tontura, dor no olho, insônia, irritabilidade, ansiedade, dor no estômago, tensão nervosa, inabilidade de concentração, perda de cabelo, mais uma alta incidência de apendicites, cataratas, problemas reprodutivos e câncer. Os sintomas crônicos são eventualmente sucedidos por crises de exaustão adrenal e doença cardíaca isquêmica [bloqueio das artérias coronárias e ataques cardíacos].”


De acordo com a doutora Lee, as mudanças são observadas nas químicas sanguíneas e nas taxas de certas doenças entre os consumidores de alimentos de microondas. Os sintomas acima podem facilmente ser causados pelas observações mostradas abaixo. O que segue é uma amostra dessas mudanças:

·         Exclamation Problemas linfáticos foram observados, levando à habilidade diminuída de prevenir certos tipos de      câncer.

·         Exclamation Uma taxa aumentada de formação celular cancerígena foi observada no sangue.

·         Exclamation Taxas aumentadas de câncer de estômago e intestino foram observadas.

·         Exclamation Taxas mais altas de desordens digestivas e um falência gradativa dos sistemas de eliminação são observados.

A doença de microondas é descoberta

O que se segue foi a pesquisa alemã e russa mais significativa relacionada aos efeitos biológicos das microondas:
A pesquisa inicial conduzida pelos alemães durante a campanha militar Barbarossa, na Humbolt-Universitat zu Berlin (1942-1943); e,

De 1957 até o presente [até o fim da guerra fria], as operações de pesquisas russas foram conduzidas no Institute of Radio Technology de Kinsk, região autônoma da Bielorrússia; e no Institute of Radio Technology do Rajastão, na região autônoma de Rossiskaja, ambos nas Repúblicas Socialistas da União Soviética.

Na maioria dos casos, os alimentos usados para as análises de pesquisa foram expostos à propagação de microondas a uma energia potencial de 100 kilowatts/cm³/segundo, ao ponto considerado aceitável para a ingestão normal, saudável. Os efeitos notados por ambos os pesquisadores alemães e russos estão presentes em três categorias:

Categoria I, Efeitos cancerígenos
Categoria II, Diminuição nutritiva dos alimentos
Categoria III, Efeitos biológicos da exposição

CATEGORIA I


EFEITOS CANCERÍGENOS
[Os primeiros dois itens da Categoria I não estão legíveis na nossa cópia. O restante está intacto.]

3. A criação de um “efeito vinculante” à radioatividade na atmosfera, portanto causando uma diminuição certa na quantidade da saturação da partícula alfa e beta nos alimentos;

4. A criação de agentes causadores de câncer dentro dos compostos hidrolisados* no leite e grãos de cereal [*essas são proteínas naturais que são partidas e se transformam em fragmentos não-naturais pela adição da água];

5. A alteração de substâncias alimentares essenciais, causando desordem no sistema digestivo pelo catabolismo* instável de alimentos submetidos às microondas [*o processo de falência metabólica];

6. Devido às alterações químicas dentro das substâncias alimentares, foram observados malfuncionamentos dentro dos sistemas linfáticos [vasos absorventes], causando uma degeneração dos potenciais imunes do corpo para proteger contra certas formas de neoplásticos [crescimentos anormais de tecido];

7. A ingestão de alimentos feitos no microondas causa uma porcentagem mais alta de células cancerígenas dentro do soro sanguíneo [cytomas – tumores de célula tais como sarcoma];

8. As emissões de microondas causaram uma alteração no comportamento catabólico [falência metabólica] dos elementos glucosídeos [dextrose hidrolisada] e galactosos [álcool oxidado] dentro de frutas descongeladas dessa maneira;

9. A emissão de microondas causou alteração no comportamento catabólico dos alcaloides [elementos baseados em nitrogênio orgânico] vegetais quando vegetais crus, cozidos ou congelados foram expostos por durações extremamente curtas;

10. Radicais livres cancerígenos [moléculas incompletas altamente reativas] foram formados dentro de certas formações moleculares minerais em substâncias vegetais, e em particular, nos vegetais de raiz; e

11. Em uma porcentagem estatisticamente alta de pessoas, alimentos de microondas causaram crescimentos cancerígenos estomacais e intestinais, bem como uma degeneração geral dos tecidos celulares periféricos, com uma falência gradual da função dos sistemas digestivos e eliminatórios.

CATEGORIA II


DIMINUIÇÃO NUTRITIVA DOS ALIMENTOS

A exposição às microondas causaram diminuições significantes no valor nutricional de todas as comidas pesquisadas. O seguinte são os achados mais importantes:

1.       Uma diminuição na biodisponibilidade [capacidade do corpo de utilizar o nutriente] das vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E, minerais essenciais e lipotrópicos em todas as comidas;

2.       Uma perda de 60 a 90% do conteúdo do campo de energia vital de todas as comidas testadas;

3.       Uma redução no comportamento metabólico e na capacidade do processo de integração de alcaloides [elementos baseados em nitrogênio orgânico], glucosídeos, galactoses e nitrilosídeos.

4.       Uma destruição do valor nutritivo de nucleoproteínas em carnes;

5.       Uma aceleração marcada da desintegração estrutural em todos os alimentos.

CATEGORIA III


EFEITOS BIOLÓGICOS DA EXPOSIÇÃO

A exposição às emissões de microondas também tiveram um efeito negativo imprevisível sobre o bem-estar biológico geral de humanos. Isso não foi descoberto até que os russos experimentaram com equipamento altamente sofisticado e descobriram que um humano sequer precisava ingerir a substância material da comida após ter passado pelo microondas: a própria exposição ao campo energético era suficiente para causar tais efeitos colaterais adversos, tanto que o uso de qualquer aparato de microondas ficou proibido em 1976 pela lei estatal soviética.

O que segue são os efeitos enumerados:

1.       Uma interrupção do “campo energético vital” humano naqueles que foram expostos aos fornos de microondas enquanto operavam, com efeitos colaterais para o campo energético humano de duração longamente aumentativa;

2.       Uma degeneração dos paralelos da voltagem celular durante o processo de usar os aparatos, especialmente no sangue e áreas linfáticas;

3.       Uma degeneração e desestabilização dos potenciais ativados por energia externa da utilização do alimento dentro dos processos do metabolismo humano;

4.       Uma degeneração e desestabilização dos potenciais da membrana celular interna durante o processo de transferência catabólica [interrupção metabólica] para dentro do soro do sangue a partir do processo digestório.

5.       Degeneração e interrupções de circuito de impulsos elétricos nervosos dentro das junções potenciais do cérebro [a porção frontal do cérebro onde pensamentos e funções mais altas residem];

6.       Uma degeneração e interrupção dos circuito elétricos nervosos e perda da simetria do campo de energia no neuroplexo [centrais nervosas] ambos na frente e na parte traseira dos sistemas nervosos autônomos.

7.       Perda de equilíbrio e de circulação das forças bioelétricas dentro do sistema de ativação reticular ascendente [o sistema que controla a função da consciência];

8.       Uma perda cumulativa e de longo prazo de energias vitais em humanos, animais e plantas que estavam dentro de um raio de 500 metros do equipamento operacional;

9.       Efeitos residuais duradouros dos “depósitos” magnéticos foram localizados por todo os sistemas nervoso e linfático;

10.   Uma desestabilização e interrupção na produção de hormônios e na manutenção do equilíbrio hormonal em machos e fêmeas;

11.   Níveis muito acima do normal em distúrbios das ondas cerebrais nos padrões de onda alfa, teta e delta em pessoas expostas aos campos de emissão de microondas, e;

12.   Por causa desse distúrbio nas ondas cerebrais, efeitos psicológicos negativos foram notados, incluindo perda de memória, perda da habilidade de concentração, base emocional suprimida, desaceleração dos processos intelectuais, e episódios de interrupção do sono em uma porcentagem estatisticamente mais alta de indivíduos submetidos aos efeitos do campo emissivo de aparatos de microondas, seja em aparatos de cozinhar, ou estações de transmissão.

Conclusões da Pesquisa Forense

Das 28 indicações enumeradas acima, o uso de aparelhos de microondas é definitivamente não recomendável; e, com a decisão do governo soviético em 1976, a opinião científica atual em muitos países concernente ao uso de tais aparelhos está claramente em evidência.

Devido ao problema da residuação e anexação magnética aleatória dentro dos sistemas biológicos do corpo (Categoria III:9), os quais podem terminantemente produzir efeito nos sistemas neurológicos, primeiramente no cérebro e neuroplexos (centros nervosos), e a longo termo a despolarização do tecido neuroelétrico. Isso porque esses efeitos podem causar dano literalmente irreversível à integridade neuroelétrica dos vários componentes do sistema nervoso (I.R. Luria, Novosibirsk 1975a), a ingestão de comida de microondas é claramente contraindicada em tudo o que diz respeito. Seus efeitos residuais magnéticos podem transformar os componentes do receptor psiconeural através de campos de frequência de microondas de rádio induzidos artificialmente a partir de estações e redes de retransmissão de TV.

A possibilidade teórica de influência psico telemétrica (a capacidade de afetar o comportamento humano pela transmissão de sinais de rádio a frequências controladas) tem sido sugerida pelas investigações neuropsicológicas em Uralyera and Novosibirsk (Luria and Perov, 1974a, 1975c, 1976a), a qual pode causar conformidade involuntária do campo de energia psicológico subliminar com aparelhos operativos de microondas.

FORENSIC RESEARCH DOCUMENT
Prepared By: William P. Kopp
A. R. E. C. Research Operations
TO61-7R10/10-77F05
RELEASE PRIORITY: CLASS I ROO1a


Dez razões para você jogar fora o seu forno de microondas

Das conclusões dos estudos clínicos científicos suíços, russos e alemães, não podemos mais ignorar o forno de microondas instalado em nossas cozinhas. Baseados nessa pesquisa, nós vamos concluir esse artigo com o seguinte:

1.       A ingestão contínua de comida processada no microondas causa dano cerebral de longo prazo a permanente. Esse dano diminui os impulsos elétricos no cérebro (despolarizando ou desmagnetizando o tecido cerebral).

2.       O corpo humano não pode metabolizar, ou seja, quebrar, os produtos desconhecidos criados em alimentos de microondas.


3.       A produção de hormônio masculino e feminino é anulada e/ou alterada pela ingestão contínua de alimentos de microondas.


4.       Os efeitos dos subprodutos da comida de microondas são residuais no corpo humano, ou seja, permanecem longamente, permanentemente.


5.       Minerais, vitaminas e nutrientes de toda comida processada em microondas são reduzidos ou alterados de forma que o corpo humano quase não se beneficia, ou não se beneficia dela, ou o corpo humano absorve compostos alterados que não podem ser quebrados [pois não é possível].


6.       Os minerais nos vegetais  são alterados para radicais livres cancerígenos quando cozidos em fornos de microondas.


7.       Alimentos de microondas causam crescimentos (tumores) estomacais e intestinais. Isso pode explicar a rapidamente aumentada taxa de câncer de cólon nos EUA.


8.       A ingestão prolongada desses alimentos causa o aumento do crescimento de células cancerosas no sangue humano.


9.       Comer continuamente a comida feita no microondas causa deficiências no sistema imunológico através de alterações nas glândulas linfáticas e no soro do sangue.


10.   Comer comida de microondas causa perda de memória, de concentração, causa instabilidade emocional e uma diminuição da inteligência.

JÁ JOGOU FORA O SEU FORNO DE MICROONDAS?
O uso de transmissões de microondas artificiais para controle do psicológico subliminar, a.k.a. “lavagem cerebral”, também já foi provado. Estamos tentando obter cópias da pesquisa dos russos de 1970 e dos resultados escritos pelos doutores Luria e Perov especificando seus experimentos clínicos nessa área.
Escrito por Anthony Wayne e Lawrence Newell

Publicado em http://www.herbalhealer.com/microwave.html

Traduzido por Adriana Mendes (03/05/2013)



Última edição por Al McAllister em Sex Set 05, 2014 1:32 pm, editado 2 vez(es)


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2 Efeitos negativos do uso do micro-ondas em Sex Set 05, 2014 12:40 pm

marcia mendes


Efeitos negativos do uso do micro-ondas


Efeitos negativos do uso do micro-ondas


São variadas as pesquisas com relação ao uso deste eletrodoméstico tão popular nas casas de todo mundo, sobretudo nas grandes cidades. Os estudos demonstraram que seu uso periódico trás como consequência um grande dano à saúde. Conheça, neste artigo, quais são os efeitos negativos do uso do micro-ondas.

Como funciona o micro-ondas?


Sem dúvida, é uma das invenções mais modernas que existem, a qual nos permite que em poucos minutos a nossa comida esteja quente ou preparada. Os micro-ondas são muito fáceis de usar, poupam tempo e energia, não gastam tanta eletricidade e não gastam o gás usado no forno, por exemplo. São uma forma de energia eletromagnética que incluem ondas rápidas, semelhante ao rádio. Cada micro-ondas tem um magnetrão, um tubo onde se produz a radiação, de aproximadamente 2450 Mhz, que interatua com as moléculas da comida. Todas as ondas de energia neste eletrodoméstico mudam a polaridade de positivo para negativo em cada um dos ciclos, isto é, milhões vezes por segundo. Esta fricção molecular produz calor, mas também danifica ou destrói os aminoácidos, os tornando substâncias tóxicas para o organismo. 

Nos alimentos, o uso do microondas causa: a criação de substâncias cancerígenas pela transformação de suas moléculas; a redução na bio-compatibilidade de seus nutrientes (minerais e vitaminais); uma perda entre 60% e 90% da energia; a diminuição de seu valor proteico e a criação de radicais livres.

Efeitos nocivos do micro-ondas


Em primeiro lugar, a água superaquecida, um fenômeno específico neste eletrodoméstico. Quando colocamos no micro-ondas um recipiente com água para esquentar, pode-se alcançar temperaturas de ebulição, mas sem as tradicionais “borbulhas”, por isso nem sempre percebemos se a água ferveu ou não. Às vezes, o recipiente pode romper por uma ebulição instantânea ao abrir a porta e ocorrer uma mudança de temperatura. Isto causa queimaduras severas nas mãos, o rosto, o pescoço etc. É necessário ter cuidado quando se esquenta a água, seja para um chá, um café etc. ou um meio líquido como um caldo ou leite.

Uma segunda condição, a lixiviação: uma preocupação entre alguns usuários do micro-ondas. Alguns recipientes aquecidos por este meio liberam substâncias químicas devido à lixiviação do plástico. A ingestão destas substâncias por ser cancerígeno. É preciso ter cuidado e prestar muita atenção aos recipientes que não são aptos para o micro-ondas e se não há outro recurso senão usar este eletrodoméstico para aquecer a comida, de preferência passar o conteúdo para um prato de vidro ou lousa. E, em terceiro lugar, como dito anteriormente, uma alteração nos alimentos. Os micro-ondas reduzem os níveis de vitaminas B12, importante para a formação das células e dos glóbulos vermelhos, assim como também destrói quase por completo os flavonoides, que são anti-inflamatórios e ajudam a combater o câncer. Pode também matar as enzimas do leite materno e destruir suas propriedades antibióticas.

Perigos de usar o micro-ondas

Exclamation Comer alimentos requentados diariamente ou cozidos com o microondas causa danos permanentes ao longo do tempo devido às transformações que sofrem os nutrientes da comida.

Exclamation O corpo humano não tem a capacidade de desdobrar as substâncias desconhecidas, isto é, o que se forma no interior dos alimentos aquecidos nestes eletrodoméstico.

Exclamation A produção de hormônios (femininos e masculinos) se altera ou interrompe.

Exclamation Os sais minerais dos vegetais se transformam em radicais livres, causando o câncer.

Exclamation O consumo de alimentos preparados no microondas provoca o crescimento de tumores cancerígenos no estômago e no intestino (por isso são tão frequentes os casos de câncer no cólon).


Exclamation O consumo periódico destes alimentos causa o aumento das células cancerígenas nos tecidos.
Enfraquece o sistema imunológico devido às alterações causadas na plasma sanguíneo e nos gânglios linfáticos.

Exclamation Altera as funções cognitivas do cérebro, o que provoca a perda da memória, instabilidade emocional e falta de concentração.

Exclamation Os nutrientes, minerais e vitaminas da comida se reduzem ou alteram no microondas, por isso, é “como se não o tivéssemos consumido”.

Exclamation São destruídos até 75% dos antioxidantes dos alimentos, as ondas eletromagnéticas fazem vibrar as moléculas de água gerando uma fricção de dentro para fora, alterando a estrutura química.

As paredes celulares das verduras aquecidas com este eletrodoméstico aparecem desgarradas completamente se vistas com um microscópio.


Arrow Geram radiação eletromagnética.


Arrow Desvitalizam os alimentos em nível energético.

Arrow Esquentar o leite materno no micro-ondas é um erro enorme. Outra das pesquisas com relação ao uso do microondas diz respeito a sua utilização para esquentar o leite materno que é consumido pelos bebês. Os pediatras informam que este não é um hábito muito saudável e orientam as mães para evitarem essa prática, evitando também problemas de saúde aos seus filhos.

Ainda que também seja verdade que esquentar o leite no fogo comum também faz com que ele perca alguns nutrientes, com o micro-ondas o dano é maior, já que também, como se explicou anteriormente, as ondas eletromagnéticas modificam os componentes dos alimentos. O que se pode trazer como consequência no caso dos bebês, que fiquem mais vulneráveis às doenças, que suas defesas não estejam em boas condições, que comecem a gerar mais quantidade de radicais livre etc. 

Lembre-se


Atualmente o uso deste tipo de eletrodoméstico é bastante comum, no entanto, temos que considerar que seus efeitos não serão imediatos e muito menos provocarão dano em nosso organismo se o usamos muito pouco, uma vez ou outra. Contudo, quando se usa ou consome em excesso, é onde surgem seus principais inconvenientes, por esta razão nossa principal recomendação é optar por reduzir pouco a pouco o uso deste eletrodoméstico e simplesmente usá-lo quando seja estritamente necessário, para evitar inconvenientes futuros.

3 Re: Jogue no lixo seu forno microondas. em Dom Nov 02, 2014 5:26 pm

Ana Lúcia Padilha


aquela história de estar com a mente acostumada ou viciada...então...eu deixei de usar o microondas há mais ou menos um mes...talvez....é recente...faz dez anos que "estou" dona de casa....sem trabalhar fora....e continuava a pensar em relação à comida,como se não tivesse tempo...me dei conta que posso cozinhar em menor quantidade,pra fazer tudo fresquinho....sem precisar,depois "esquentar no microondas"....ai ai...que coisa....e se sobrar algo e eu for esquentar,esquento no fogão....parece até brincadeira,mas eu congelava algumas coisas porque é prático.....mas "quem" precisa disso?no momento tenho esse privilégio de poder cozinhar e posso usar meu tempo pra isso...
sou muito grata às sessões de EFT pois a cada sessão me liberto de "coisas" indesejáveis e ou seja,de alguns véus que me impediam de ver como tudo pode ser tão simples...

Al McAllister


Admin
Os seres humanos são os únicos animais no planeta que consomem alimentos fora do seu estado natural, submetendo-os ao calor e destruindo, muitas vezes, completamente o valor nutricional deles.

O uso de micro-ondas é o maior exemplo disso.

Ademais, a quantidade de alimentos embalados e processados ​​que os seres humanos compram e consomem anualmente é alarmante.

É por isso que, hoje em dia, um número crescente de pessoas está tentando encontrar a resposta para uma dúvida: o aparelho de micro-ondas é conveniente pela comodidade e baixo risco ou ele é uma grave ameaça em termos biológicos e nutricionais?



Vamos esclarecer essas dúvidas agora.

Um estudo realizado em 2003, na Espanha, provou que os legumes e frutas cozidos em um forno de micro-ondas perdem uma percentagem de 97% das substâncias que contribuem para a redução da incidência de doenças coronárias.
Estudo  publicado por Raum & Zelt em 1992 afirma:

"As micro-ondas produzidas artificialmente, incluindo as dos fornos, são produzidas a partir de corrente alternada e forçam um bilhão ou mais inversões de polaridade por segundo em cada molécula de alimentos que atingem. A produção de moléculas anormais é inevitável". "

Dra. Lita Lee, em seu livro "Efeitos da radiação de micro-ondas na saúde",  afirma que esse tipo de forno prejudica o alimento e sua radiação torna substâncias cozidas em perigoso produtos tóxicos e cancerígenos.
Segundo a dra. Lee, mudanças são observadas nas análises bioquímicas do sangue e nas taxas de certas doenças entre os consumidores de alimentos preparados no micro-ondas.

Estudo realizado em 1991 pelo suíço Hans Ulrich Doctor Hertel, feito juntamente com o dr. Bernard H. Blanc, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia e pelo Instituto Universitário de Bioquímica, mostrou que cozinhar ou aquecer alimentos nesse aparelho apresenta riscos muito maiores para a saúde do que o tradicionalmente cozimento (fogão).
Além disso, o estudo mostrou que as pessoas que comiam alimentos preparados no micro-ondas tiveram uma mudança no sangue, com perda de hemoglobina e linfócitos, o que pode causar deterioração no organismo.

Entre o que essas pesquisas descobriram, podemos destacar:


- Leite e cereais aquecidos no micro-ondas tiveram alguns de seus aminoácidos convertidos em carcinógenos (causadores de câncer).
- Frutas descongeladas no aparelho tiveram  seus glicosídeos e galactose convertidos em substâncias cancerígenas.
- Nas carnes preparadas no micro-ondas, houve a formação de d-nitrosodienthanolaminas, um carcinógeno conhecido.
- Mesmo com a exposição extremamente curta de vegetais crus, cozidos ou congelados, houve a conversão dos seus alcaloides em carcinógenos.
- O calor do micro-ondas produziu nos vegetais vários tipos de danos em muitas de suas substâncias, tais como alcalóides, glicosídeos e galactosídeos.
- Total perda da biodisponibilidade de vitamina C, E, vitaminas do complexo B  e minerais essenciais em todos os alimentos testados.

Investigadores russos também relataram uma acentuada degradação estrutural que conduz a uma diminuição de nutrientes de 60% a 90% em todos os alimentos testados.

O resumo do que constataram todas essas pesquisas sobre o micro-ondas pode ser transformado em motivos para você não usar o aparelho:


Exclamation 1. Maior taxa de distúrbios digestivos nos consumidores.
Exclamation 2. Aumento de casos de câncer de estômago e intestino.
Exclamation 3. Aumento na formação de células de câncer no sangue.
Exclamation 4. Distúrbios linfáticos  que levam à diminuição da capacidade de impedir certos tipos de câncer.
Exclamation 5. Diminuição significativa no valor nutricional de todos os alimentos.
Exclamation 6. Aceleração da desintegração estrutural em todos os alimentos.
Exclamation 7. Perda de 60-90% do conteúdo de energia vital de todos os alimentos.
Exclamation 8. Redução do processo de integração metabólica de alcaloides, glicosídeos e galatosídeos e nitrilosides.
Exclamation 9. Destruição do valor nutritivo das carnes.
Exclamation 10. Diminuição da biodisponibilidade, que é a capacidade do organismo de utilizar o alimento, de vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E, minerais essenciais e lipotrópicos em todos os alimentos.


Fonte:aqui


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