Você não está conectado. Conecte-se ou registre-se

Referências acadêmicas: Orgonita/Emissões/Lâmpadas

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo  Mensagem [Página 1 de 1]

Vina


Olá pessoal, boa tarde.

Sou estudante de naturologia e recentemente entrei em contato com o conceito de orgônio.
Vi que existem várias referências aos livros do Reich e mais recentemente os trabalhos de Don e Carol Croft.
No Brasil fiquei conhecendo por este fórum o trabalho do Dr. Luis Moura. Não sei que tipo de pesquisa científica foi feita pelo doutor, mas gostaria que alguém me informasse se existe já algum estudo relacionado com os orgonites.

Vi máquinas interessantíssimas que tratam por emitir uma frequencia específica para cada tipo de enfermidade, a partir de um programa de computador, projetados em caixas de som e depois para o soccer puncher.

Alguém poderia me dar alguma referência acadêmica sobre os orgonites, ou pelo menos por onde começar???

Imagino aplicabilidades imensas dos orgonites com as tecnicas de terapia da naturologia. Mas a naturulogia como ciência, preciso de elementos que justifiquem o uso do orgonite.

Anexo mando foto dos meus primeiros orgonites.


Fiquem em paz

2 Orgonita; as origens em Sab Jul 16, 2011 7:09 am

Al McAllister


Admin
Muito legal amiga, grato por compartilhar. Agora temos um e-book (gratuito) com informações importantes sobre esse assunto:

Novo E-book gratuito sobre Orgônio. 

Clique na imagem para baixar, ou visite o website www.crescent.com.br onde você encontra tudo sobre Orgonita.



Última edição por Al McAllister em Seg Set 01, 2014 6:40 pm, editado 1 vez(es)

http://soubem.com

3 Eletricidade "Suja" das Lâmpadas Compactas em Dom Out 23, 2011 7:49 pm

Al McAllister


Admin










_________________
© 2007-2014 Soubem Ltda.    www.soubem.com
http://soubem.com

Al McAllister


Admin
 e-book (gratuito) com informações importantes sobre esse assunto:

Novo E-book gratuito sobre Orgônio. Clique na imagem para baixar, ou: http://www.4shared.com/document/z1h3cuu2/E-book-Crescent.html

http://soubem.com

5 Mais sobre as Lâmpadas Eletrônicas (PERIGO!) em Seg Mar 11, 2013 11:10 am

Al McAllister


Admin
Estamos reproduzindo a postagem do blog da Lena Rodriguez devido a urgência de divulgar esta informação, assistam os vídeos acima também.
Fonte: Lena Rodriguez



Luzes Tóxicas - O Lado Negro das Lâmpadas Economizadoras



A TERRÍVEL REALIDADE DA TROCA DAS LÂMPADAS INCANDESCENTE POR LUZ FRIA NO BRASIL.
ESSE FATO É PROVA REAL DA AÇÃO MONSTRUOSA DE NOSSOS GOVERNANTES QUE ESTÃO POUCO LIGANDO PARA O BEM ESTAR DOS CIDADÃOS. ALIÁS, ANTES DE TUDO UMA QUADRILHA ORGANIZADA PARA TRAZER DESGRAÇAS PARA O POVO. MAFIA AMALDIÇOADA A MANDO DOS "ILUMINATTI" (Leia-se: interesses políticos financeiros multi-nacionais...). VEJA NESSE VIDEO OS DANOS QUE LHE PODEM TRAZER PARA VOCE, SUA FAMILIA, E SEUS EMPREGADOS. ATÉ QUANDO VAMOS ACEITAR ESSAS AÇÕES DE UM MAU GOVERNO? (C.V)





Mercúrio mata em silêncio



  • Ele é líquido, prateado e se divide em bolinhas. Muita gente já brincou com mercúrio, sem saber os males irreversíveis que ele traz à saúde.



  • Utilizado em lâmpadas, termômetros, pilhas, alguns cosméticos e tintas, o mercúrio desprende vapores invisíveis e sem cheiro que são inalados sem a pessoa perceber.



  • O mercúrio instala-se nos órgãos, inclusive no cérebro, sem sintomas aparentes, causando demência, problema nos rins e até a morte.



  • A indústria química é a que mais utiliza o mineral. Além dos consumidores, ela expõe trabalhadores e o meio ambiente ao mercúrio, que pode ser fatal.

A entrevista dessa edição é com a Dra. Cecília Zavariz, especialista em alterações na saúde pela exposição ao mercúrio. Doutora pela Universidade de São Paulo (USP), médica e auditora fiscal do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego/SRT/SP, ela desenvolve o Programa Nacional de Mercúrio.

Leia e informe-se. Defenda seus direitos e proteja sua saúde!

Unificados: Quais fábricas do ramo químico trabalham com o mercúrio? Em que tipos de empresas os trabalhadores devem estar mais atentos?

Dra. Cecília Zavariz: No Brasil as indústrias do ramo químico que utilizam maior quantidade de mercúrio (toneladas) são as de cloro-álcali, e basicamente fabricam cloro e sódio, hipoclorito de sódio e soda cáustica ou potassa. Existe a tecnologia com membrana, que não é poluente, e deveria ser implantada imediatamente em todas as empresas deste ramo de atividade. Há fabricantes de sais mercuriais, que revendem o produto principalmente para laboratórios. Também é usado na fabricação de lâmpadas, aparelhos de medição, como termômetros e esfigmomanômetros, pilhas alcalinas e tintas especiais de proteção de embarcações. Foi encontrado em cremes clareadores usados na África e que eram fabricados na Inglaterra. É importante ficarmos atentos para a composição dos produtos de beleza que adquirimos. Amalgamado, principalmente com prata tem sido usado em tratamentos de cáries dentárias, mas hoje existem muitos produtos sem mercúrio, que são utilizados e não causam mal à saúde.


Unificados: Quais são os principais efeitos da exposição ocupacional do mercúrio aos trabalhadores?

Dra. Cecília Zavariz: É a intoxicação crônica, devido à inalação dos vapores de mercúrio. Como não tem cheiro e não se enxerga o vapor no ambiente e os sintomas não são súbitos, exceto na intoxicação aguda, os trabalhadores pensam que o elemento não causa mal algum. Porém, o mercúrio vai se depositando nos vários órgãos e no cérebro causando lesões, que vão gerar vários distúrbios para a saúde. O grande problema é a falta de diagnóstico, que só é estabelecido por profissional que tem um conhecimento mais aprofundado do assunto. Os sinais e sintomas são muito variados e dependem das lesões provocadas nos órgãos e sistemas. Alguns dos mais frequentes são dores de cabeça, irritabilidade, insônia, tremores, gosto metálico na boca, sangramento oral, alterações gengivais, gastrite, fraqueza, dificuldade de memória, de atenção, problemas renais. Nos quadros mais graves surge demência, insuficiência renal e até a morte.

Unificados: Quais equipamentos de proteção individual e de proteção coletiva são indicados nessas empresas?

Dra. Cecília Zavariz: O objetivo principal deve ser a eliminação o uso de mercúrio, substituindo-o por outros produtos ou tecnologias mais seguras, visto que não há como eliminar totalmente o risco, mesmo adotando as proteções preconizadas. Enquanto isto não ocorre deve-se providenciar a implantação de sistemas de ventilação geral e exaustão local adequadas. Os equipamentos de Proteção Individual (EPI) (uniformes, luvas, proteção de cabeça, calçados de proteção, máscara, óculos) devem ser adotados como medidas complementares à proteção coletiva e de acordo com a atividade a ser desenvolvida.

Unificados: Como o meio ambiente é afetado? O que é feito com o dejeto da produção?

Dra. Cecília Zavariz: Como o mercúrio não se degrada no meio ambiente, ele contamina as plantas e os animais, inclusive o homem e se dispersa na natureza.(…) quando contamina os animais, como os peixes, o risco de intoxicação é grande podendo causar lesões neurológicas graves e irreversíveis, até a morte. Os resíduos de mercúrio devem ser submetidos a tratamento de modo a recuperar totalmente o mercúrio, que deve ser acondicionado em recipientes rígidos que não se deformam, nem se decompõem, tampados hermeticamente e armazenados adequadamente. Estes procedimentos na grande maioria das vezes não são realizados.


Unificados: Há produtos substitutos?


Dra. Cecília Zavariz: Praticamente para todas as tecnologias há substitutivos. Para as lâmpadas fluorescentes, ainda não temos disponíveis no mercado substitutivas com consumo de energia baixo. Por isso, formamos um grupo, o GT-Lâmpadas, e elaboramos um documento abrangente sobre o assunto, que está servindo de base para discussão e preparação de resolução no CONAMA, Ministério do Meio Ambiente. Para os termômetros existem os digitais sem mercúrio e que já estão sendo usados na maioria dos países desenvolvidos, assim como, em quase todos os hospitais de São Paulo onde realizamos um trabalho de conscientização, sensibilização e estabelecemos acordo de substituição dos aparelhos com mercúrio. Os esfigmomanômetros de coluna de mercúrio podem ser substituídos por aparelhos mecânicos aneróides. Para as pilhas alcalinas também existe tecnologia sem mercúrio. Em medicamentos, vacinas e cosméticos deveriam ser terminantemente proibidos.

Unificados: A legislação atual brasileira garante punição a empresas que contaminam o ambiente e expõem os trabalhadores? O que é preciso ser feito?

Dra. Cecília Zavariz: O mercúrio é o elemento químico cujos malefícios à saúde é conhecido desde a antiguidade e mesmo assim a legislação praticamente é nula. É preciso que sejam estabelecidas legislações que proíbam, por exemplo, a fabricação de cloro-álcalis com tecnologia de mercúrio e diafragma de amianto; a fabricação, importação, comercialização e uso de aparelhos de medição com mercúrio e de vacinas e medicamentos contendo mercúrio, e assim por diante. O tratamento e destino dos diferentes tipos de resíduos com mercúrio e respectivas punições deveriam ser objeto de lei específica em função das particularidades deste elemento químico.
[url=http://cooltext.com/]


_________________
© 2007-2014 Soubem Ltda.    www.soubem.com
http://soubem.com

6 FARSA: Vitamina D, Sol, lâmpadas... em Sab Maio 04, 2013 10:17 am

Al McAllister


Admin


_________________
© 2007-2014 Soubem Ltda.    www.soubem.com
http://soubem.com

7 POLUIÇÃO ELETROMAGNÉTICA E A NOSSA SAÚDE em Sab Abr 12, 2014 8:05 am

Al McAllister


Admin
Este artigo excelente é pesquisa de Eugénio Lopes - Engº Eletrotécnico ISEP Portugal
Compartilho aqui por solicitação dele que esta informação seja divulgada por todos os meios. Seu blog pode ser acessado aqui 




CONTAMINAÇÃO ELETROMAGNÉTICA E A NOSSA SAÚDE

  DO QUE SE TRATA:

Contaminação, poluição eletromagnética ou electrosmog são palavras que começam a ser ouvidas com muita frequência sem, no entanto, sabermos exatamente o que querem dizer. Para entender o seu significado, vou tentar abrir luz sobre o assunto partindo deste princípio científico:

 Os seres humanos são complexos sistemas bioelétricos.  Nossos cérebros e coração são internamente regulados por débeis sinais elétricos e a constante exposição às radiações de campos eletromagnéticos tem uma interação com o processo biológico fundamental do corpo humano, podendo provocar alterações sérias.

Fonte: Sage C. 2007.     The BioInitiative Report – http://www.bioinitiative.org/

 Por todo o lado estamos expostos ás radiações emitidas por emissões de rádio e TV, radiações das comunicações telefônicas e radiações produzidas pelas instalações elétricas que fazem funcionar tudo isto. Em casa, pelas ruas, nos locais de trabalho ou de lazer, espaços comerciais e até nos hospitais.  Toda esta radiação dos campos eletromagnéticos (CEM) é captada pelo nosso corpo induzindo correntes elétricas e campos oscilatórios que atrapalham nosso sistema bioelétrico, afetando o cérebro, o coração, o sistema circulatório e criando um ambiente hostil ao nosso sistema celular.

As radiações dos CEM são genotóxicas e podem alterar o DNA de células débeis levando a doenças graves como  câncer.

Passaram-se já três décadas de pesquisas e ainda não se conseguiu um consenso sobre seus efeitos. Parece que a tecnologia anda mais rápido do que as pesquisas, ou interesses econômicos não deixam que resultados se produzam. Entretanto este fenômeno está afetando a saúde dos mais sensíveis, homens, mulheres, idosos e crianças, incluindo mesmo aquelas que estão ainda em gestação.

A sensibilidade aos efeitos das radiações dos campos eletromagnéticos chama-se eletro sensibilidade.

 

ELETRO SENSIBILIDADE ou ES

(em Inglês: ElectroHyperSensitivity ou EHS)

http://www.hese-project.org/hese-uk/en/niemr/ehs.php

A ES está aumentando exponencialmente podendo atingir valores extremamente preocupantes em curto prazo e as tendências apontam para que 50% da população mundial possa tornar-se Eletro Sensível no ano de 2017 (Hallberg, O. e Oberfeld, G. 2006).

Se Hallberg e Oberfeld estiverem certos, é provável que alguém que a gente conheça fique ES nos próximos anos. Talvez alguém de sua família, ou você, ou eu.

Sintomas de Eletro Sensibilidade – Os sintomas de ES variam de natureza e intensidade duma pessoa para outra. Para alguns, pode não ser mais do que uma inconveniência ou diminuição do seu bem-estar, para outras pode ser uma incapacidade com sintomas debilitantes que reduzem a qualidade de vida, para outras pode ainda ser mais severo como depressão ou até levar à tentativa de suicídio, por incapacidade de tolerar o nível de sofrimento.

Alguns dos sintomas mais reportados são:

Problemas com o sono
Problemas de pele
Falta de concentração e memória
Tonturas e fadiga
Dificuldade de respirar
Problemas cardíacos
Depressão
Problemas digestivos
Problemas de audição e com os olhos
Dores de cabeça e intolerância à luz
 


EVIDÊNCIAS DE ELETRO SENSIBILIDADE

O Prof. OLLE JOHANSSON, Ph.D (Associated Professor, Department of Neuroconsciece, Karolinska Institute, Stockholm, Suécia) diz:

“A ES resulta por um dano de irradiação que provoca mutações das células, muito parecidas com as verificadas em tecidos submetidos a radiações de UV e radiações ionizantes”.  Em perto de duas décadas de investigações ele pôde confirmar que em pessoas ES, quando expostas a radiações eletromagnéticas, as suas células mastro ou mastócitos começam a migrar para a superfície da pele e podem desgranular.

(Mastócitos ou mast cells:   http://www.ncbi.nlm.nih.gov/mesh/68008407)

Os mastócitos são os guardiões do sistema imunológico e estão equipados com grânulos de histamina, que quando se desfragmentam provocam reações alérgicas na pele, como coceira, vermelhidão e dor.  Os mastócitos estão também em outras partes do corpo, comunicando-se com neurônios e outras células do sistema nervoso formando o eixo neuroimune, que faz parte das doenças autodegenerativas como a doença de Alzheimer e de Parkinson.  Mastócitos também se encontram no cérebro, coração e no trato respiratório e gastrintestinal.

Se a radiação eletromagnética ou CEM, provoca com que os mastócitos descarreguem sua carga química de histamina na pele, é também muito provável que o faça no coração, no cérebro e outras partes do corpo.  O Prof. Olle Johansson afirma que então, isto explicaria o que está acontecendo com as pessoas Eletro Sensíveis.

(Prof. Olle Johansson:   http://youtu.be/cczGVhd63pM )

O Parlamento Europeu, a primeira entidade Internacional a reconhecer a ES ou EHS na sua resolução de dois de abril de 2009 art. 28:

“Os Estados Membro devem seguir o exemplo da Suécia e reconhecer que pessoas que sofram de ES ou EHS, sejam reconhecidas como portadoras de incapacidade, garantindo-lhes proteção adequada e igualdade de oportunidades”.

(http://www.europarl.europa.eu/sides/getDoc.do?pubRef=-//EP//TEXT+TA+P6-TA-2009-0216+0+DOC+XML+V0//PT  )

Na Espanha no final de 2011 já foi reconhecida a ES, e pela primeira vez foi dada aposentadoria completa a uma funcionária portadora desta incapacidade.

 O QUE CAUSA A ELETRO SENSIBILIDADE

 A nossa sensibilidade elétrica é exacerbada pela presença de radiações, como já vimos atrás, e a fonte dessas radiações são os campos eletromagnéticos CEM emitidos por todas as coisas elétricas à nossa volta.  Estes CEM têm duas origens:

1.     Campos eletromagnéticos de muito baixa frequência 50/60Hz, provocados por todos os aparelhos elétricos e eletrônicos e pela rede elétrica onde estão ligados.

 Os CEM de baixa frequência são chamados de “eletricidade suja”, e referem-se a transientes de alta frequência, harmônicas e outras interferências que sujam a rede elétrica, ou são irradiados pelos aparelhos a ela ligados.  São gerados dentro dos ambientes, podem entrar pela rede elétrica de abastecimento ou podem ser gerados por condições externas na vizinhança, atravessando as paredes.  São particularmente nocivas as radiações de transientes e harmônicas que emitem frequências de até 100KHz, porque são captadas pelo corpo – que funciona como antena – e interferem fortemente com o nosso sistema celular. Como as nossas células são micro sistemas oscilantes, sua frequência de funcionamento fica profundamente  alterada na presença dessas perturbações.

Eletricidade e campos eletromagnéticos de baixa frequência são como dois  lados duma moeda – não podemos ter um sem o seu reverso.

Cada vez que ou ligamos um equipamento elétrico numa tomada, estamos ativando um campo elétrico e cada vez que o pomos em funcionamento estamos expostos a um campo elétrico mais um campo magnético.

A eletricidade tem que viajar bem de longe, para que seu aparelho funcione.  Desde a central produtora, através de linhas de alta tensão, subestações e seus transformadores que baixam a voltagem, até sua rua e seu ramal elétrico de entrada em casa. Tudo isso irradiando campos eletromagnéticos pelo caminho. Mas são os aparelhos elétricos com motores rotativos, transformadores, e alguns aparelhos eletrônicos, que produzem a eletricidade suja, adicionando aos campos eletromagnéticos as transientes e harmônicas, com suas frequências erráticas e muito nefastas.

Assim ficamos sabendo que a eletricidade de baixa frequência contamina e de que maneira, o nosso ambiente.

(Eletricidade suja ou dirty electricity:  http://www.youtube.com/watch?v=VhiZCaI5N50)

2.     Campos eletromagnéticos de alta frequência   são provocados por todas as comunicações sem fios (wireless) que usam micro-ondas pulsadas, como telefones celulares, telefones móveis, antenas de comunicação e transmissão,  TETRA (comunicações da policia e militares), radares etc.

 Os CEM de alta frequência são irradiados pelos vários sistemas sem fios, cuja frequência de comunicação é feita usando ondas pulsadas de comprimento de onda muito baixo (micro-ondas), como os transmissores de telefonia celular GSM, 3G UMTS e redes de Wi-Fi, Bluetooth etc. Estes CEM funcionam entre 1MHz e 5GHz,  penetram no tecido humano produzindo profundas alterações do equilíbrio bioelétrico. Podem afetar a membrana hemato-encefálica, interferir na produção de melatonina e enfraquecer o sistema imunológico.

Quando falamos de comunicações sem fios, vem logo a ideia a controvérsia dos celulares. Fazem mal, não fazem mal?

Claro que fazem mal.   Mas não tanto como as radiações das antenas, das várias operadoras, que à nossa volta colocam cachos de postes com elas montadas e que emitem sua radiação 24 horas por dia, todo o dia.

Um celular em standby (modo de espera) está em constante contato com a antena mais próxima, e assim ela sabe onde nos encontrar, no entanto a  radiação do celular é baixa,  na ordem dos 2 a 4µW/m2.  Nos modernos smartphones, este valor desce para cerca de 50% menos, o que significa que a indústria sabe fazer telefones com radiação mais reduzida… só agora.

Mas é quando se estabelece uma comunicação que os valores de radiação disparam, e mais, as frequências de falar e ouvir seguem canais diferentes, e como são ondas pulsadas (217Hz), martelam o cérebro quando temos o telefone junto do ouvido.

Quando se estabelece a ligação, o valor da radiação atinge facilmente mais do que 20.000µW/m2  (20mW/m2).  Por isso, o melhor é fazer uma chamada bem rápida, porque este nível de radiação encostada ao seu ouvido vai fazer estragos…

E não é só. Este valor de radiação vai ser somado à radiação que já estava sendo recebida da antena a que o telefone se ligou.

(Dra.Magda Havas, vídeo “Live Blood”: http://youtu.be/L7E36zGHxRw )

 

 O QUE DIZEM AS LEIS DE PROTEÇÃO

No Brasil e em muitos outros países, incluindo Portugal, a lei que a ANATEL e ANACOM fazem cumprir, apoia-se nas recomendações do ICNIRP, organização não governamental, que em 1998 indicou limites de proteção a seguir.

Campos elétricos:         5000 V/m (50Hz)   4166 V/m (60Hz)
Campos magnéticos:  100 µTesla (50Hz)    84 µTesla (60Hz)
C. eletromagnéticos 0,4 a 2GHz:   40 V/m ou 8 W/m2       
                                        2 a 300GHz:    60 V/m ou 10 W/m2

http://www.icnirp.de/documents/LFgdlpor.pdf

Com o decorrer dos anos, diversas vezes se tentaram baixar estes valores por serem excessivamente altos, e se veio a verificar cientificamente que não protegem as populações.  Por quê?  Eles foram recomendados numa época em que o mundo não usava as tecnologias de hoje, nem no volume crescente de agora.  Os valores foram baseados em ensaios com humanos referindo-se apenas aos efeitos de aumento de temperatura por curto espaço de tempo, e considerando que as radiações eram não ionizantes.

Naquela época ninguém pensou nos efeitos de longo prazo, para uma exposição permanente como hoje se verifica.

Os valores limite foram muito debatidos em varias oportunidades, e desde 2009 que organizações como a Bioinitiative e Nex-Up aconselham outros valores baseados e apoiados pela comunidade científica centrada na verdadeira proteção das pessoas.

http://www.bioinitiative.org/                http://www.next-up.org

A evolução é tão rápida que os valores pugnados uns anos atrás de CEM para a inteira gama de frequências: 0,6 V/m ou 1 mW/m2 ainda que 100 ou 10.000 vezes menores,  não são protetores.

A comunidade científica recomenda hoje o uso de valores que garantam mais eficazmente a proteção das populações,  resgatando o valor de Salzburg 2002, para uso na ocupação em espaços interiores:

CEM na completa gama de frequências:  0,02 V/m ou 1 µW/m2

Há já até já um movimento científico para reduzir este valor 10 vezes…

http://www.powerwatch.org.uk/science/intguidance.asp

O que parece muito estranho, é que nunca ninguém tenha pensado tornar público de que, por exemplo: para fazer tocar um telefone celular, só é necessário 1 nW/m2 (um nano watt por metro quadrado) de sinal, quando nosso telefone tem apenas um pauzinho.         No entanto, o valor médio da densidade de potência irradiada, numa cidade como São Paulo na rua, pode ser da ordem dos 2 a 15 mW/m2, ou duas a 15 milhões de vezes mais do que 1 nano Watt que faz o telefone tocar.

Se fosse respeitado o limite de 1 µW/m2  (ou 1.000 vezes mais do que o necessário para o telefone tocar), porque as operadoras nos bombardeiam 24 horas por dia, com sinais de muitos milhões de vezes mais fortes do que o necessário?

A lei permite, seguindo o ICNIRP, que as antenas emissoras de sinal do celular, cheguem a emitir até um máximo de 8 a 10W/m2 (conforme as frequências) ou seja:     8 a 10.000 mil milhões de vezes mais do que o necessário para o telefone tocar.

 

 COMO NOS PROTEGER

 Com este cenário torna-se óbvio que, quando aceitamos os riscos potenciais para a saúde, independentemente se existe ou não relação entre a exposição a radiações de campos eletromagnéticos e os sintomas de doença, devam ser adotadas medidas de precaução para reduzir os riscos eventuais.

MEDIDAS DE PRECAUÇÃO:


  • Evitar ter aparelhos elétricos ligados nas tomadas quando não estão em uso.
  • De preferência não cozinhe em micro-ondas, porque ele também altera a estrutura molecular dos alimentos. Mas se tiver que usar, saia da cozinha enquanto ele funcionar.
  •  Afaste abajures ou despertadores da sua cabeceira para o mais longe que seja possível.
  • Não use lâmpadas de halogênio com transformador e não use lâmpadas econômicas, porque tem radiação muito forte e “sujam” a rede elétrica. Prefira lâmpadas incandescentes ou as novas lâmpadas LED.
  •  Não use telefones portáteis, especialmente os DECT, porque emitem radiação muito forte, mesmo quando não estão em uso. Dê preferência ao telefone fixo.
  •  Use o seu telefone celular afastado do corpo e só use junto do ouvido pelo tempo mínimo de comunicação.
  •  Limite o uso do celular, não fique conversando, para isso use o fixo.    Dê preferência à viva-voz ou mãos livres se possível.
  •  Não use o celular dentro do carro, ônibus ou trem. A blindagem metálica faz com o celular aumente a sua potência para poder transmitir. Pare e use apenas ao ar livre, a menos que seja uma emergência.
  •  Não use o Bluetooth, ele transmite usando micro-ondas, e ainda que o sinal seja muito fraco é a longa permanência ao ouvido que prejudica.
  •  Não deixe o celular perto de si durante a noite.
  •  Evite usar aparelhos “sem fios”. Eles usam micro-ondas para se comunicarem entre si. Prefira ligações com fio.
  •  Use internet com cabo (Ethernet) ligado direto no modem. Não use Wi-Fi.     As radiações dos telefones DECT e Wi-Fi são muito fortes, atravessam as paredes e têm alcançe de até 50 metros. Mas se não tiver outro jeito, desligue logo que seja possível. De noite, deixe sempre desligado. Pense nos vizinhos…
  •  Não use o laptop com Wi-Fi, use o cabo de ethernet ligado ao modem ou pode usar a alternativa “Powerline”, que usa a instalação elétrica como rede de transmissão, podendo ligar o computador com fio a qualquer tomada perto.
  •  Não use o laptop nos joelhos. Afeta os orgãos reprodutores.
  •  Se usar o laptop com cabo, não esqueça desligar o Wi-Fi do computador apagando aquele símbolo azul do Wi-Fi. Quando desligado ele fica laranja. Se não, está sendo irradiado pelo próprio laptop. E poupa bateria.
  •  Atenção grávidas. Não usem o laptop sobre a barriga, nem Wi-Fi. Como é obvio o neném será muito afetado. Quando ele nascer, não usem aquele monitor, para vigiar o berço. Usa comunicação sem fios com radiação muito forte.
  •  Procure proteção das radiações que vem de fora. Há cortinas de tecido especial, com fios de cobre e prata que bloqueiam as radiações. Também há dosseis (mosquiteiros), que cobrem as camas, com os mesmos tecidos, fazendo gaiola de Faraday e protegendo nosso sono.
  •  As paredes podem ser pintadas com tintas especiais à base de carbono, que cortam mais de 99% das radiações que venham do exterior.
  •  Com estes tecidos especiais de alta proteção podem ser feitas roupas de proteção. Para as grávidas a proteção é quase indispensável.
  •  Há filtros especiais para colocar nas tomadas, que limpam e bloqueiam a “eletricidade suja”
  •  Não usar roupas de tecidos sintéticos, porque favorecem a produção de eletricidade estática. Melhor usar roupas confeccionadas com tecidos naturais.
  •  Preferir a ingestão de produtos frescos (frutas, verduras, hortaliças), evitar frituras, produtos industrializados e refinados. Lembre, não cozinhe no micro-ondas, se puder.
  •  Ande descalço sempre que possa, isso descarrega e nos liga com a Terra.


Tudo isto pode aliviar a carga sobre nosso sistema imunológico,  protegendo a nossa saúde.

 

Videos da Electromagnetic Health.Org, do encontro de cientistas em 2010:

Sissel Halmoy:   http://vimeo.com/17250790

Eileen O’Connor:   http://vimeo.com/17271105

 

 A QUEM PODE INTERESSAR ESTE ASSUNTO:

Este assunto, pela importância que tem para a saúde pública, necessita divulgação imediata, não só para a população em geral, mas também para muitos setores da sociedade e profissionais que devem aproveitar do seu conhecimento.

O seu âmbito cobre muitos setores da sociedade, mas tem particular importância para:

MÍDIA – Pela sua função de informar, pesquisar e esclarecer.

CLASSE MÉDICA – Pela explicação de sintomas clínicos não relacionados com causas evidentes. Experiências com pessoas comprovando alterações na presença de radiações.

HOSPITAIS E CLÍNICAS – Para entenderem como os espaços de tratamento podem estar a alterar a evolução de doenças graves, pela presença de radiações artificiais eletromagnéticas.

ARQUITETOS – Para incorporação nos seus projetos de formas de bloqueio de radiações nocivas e entender as mecânicas de proteção.

PROJETISTAS ELÉTRICOS – Para utilizar novas técnicas de proteção e blindagem de circuitos e conhecimento do uso de disjuntores no load.

EMPRESAS – Para aumentar o bem estar e melhorar a produtividade de seu staff.

PESSOAS ELETRO SENSÍVEIS – Para o entendimento das causas de sua perda de bem estar e sofrimento constante.

HOTÉIS – Para melhorar o conforto de seus hospedes e entender e considerar a proteção dos edifícios contra as radiações que entram do exterior, bem como modificar os conceitos de utilização de áreas com Wi-Fi.

JARDINS DE INFÂNCIA E ESCOLAS – Pela importância de preservar os mais novos, porque seus corpos ainda estão em formação e são muito mais sensíveis.

CENTROS DE TREINAMENTO E ACADEMIAS – Para entender como melhorar o   desempenho de atletas, eliminando campos eletromagnéticos. Entender como as esteiras de treino, por exemplo, com seu motor elétrico, aumentam a eletricidade suja, podendo fazer subir o índice glicêmico do utilizador.

 PÚBLICO EM GERAL – Para o entendimento da mecânica de como esta contaminação de radiações enfraquece o sistema imunológico, afetando a saúde.

A divulgação deste assunto deveria como é óbvio, ser uma obrigação de todos, como forma de cidadania.

************************************************************************************************************************ 

Estou ao dispor para qualquer consulta ou esclarecimento do assunto desta matéria, e também para consultas ou visitas para medições de radiações em qualquer lugar do Brasil ou em Portugal.

Contato:   e-mail: eugenio.lopes2 @ gmail.com.br

Telf. Portugal:  +351  919 115 237

Telf. Brasil:  +55  11   974 950 188


************************************************************************************************************************

www.crescent.com.br tem informações sobre Orgônio e transmutadores de ELF (Emissões de baixa frequência)

Esta informação e acesso não constituem endosso do Eugénio Lopes.


_________________
© 2007-2014 Soubem Ltda.    www.soubem.com
http://soubem.com

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo  Mensagem [Página 1 de 1]

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum