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Dr John Virapen denuncia a FARMÁFIA assistam...

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aldoluiz







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Paz do Eu para todos nós agora, sempre e eternamente; te amo, sou grato!
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LISIANA SAUER-MT



INFELIZ MENTE NAO PUDE ENTENDER OS VIDEOS . . .

GOSTARIA Q EXPLICASSE O QUE ELES FALAM.

SOU GRATA , SOU GRATA . . .

aldoluiz


SOBRE OS FILMES QUE POSTEI

De acordo com o Dr John Rengen Virapen – um médico que trabalhou por 35anos para a indústria farmacêutica fazendo “lobbyng”, e que há alguns anos vem revelando toda a sujeira existente nessa indústria eugenista. Para a indústria farmacêutica não há outra razão que não o dinheiro, dinheiro, dinheiro!

Porque tantos políticos estariam envolvidos com essa indústria que não tem interesse algum em promover curas, (muito) ao contrário do que ela afirma e promove?

A forma mais alta de corrupção chama-se “lobby”. Permitido e incentivado nos EUA e em outros países. Aqui no Brasil, há projetos de lei que visam a oficialização do lobby, mas nem por isso deixam de fazê-lo enquanto aguardam…

O que é o “lobby”? O que é o “lobbying”?

O "lobby" é a sala de espera (em inglês), é o saguão que antecede as portas dos gabinetes, ali ficam os grupos e pessoas que esperam “no lobby”, serem recebidos por políticos em seus gabinetes. Estas pessoas recebem este nome lobbysta.
Estes “lobbystas”, grupos ou organizações, tem como atividade profissional buscar influenciar, aberta ou veladamente as decisões do poder público. Especialmente do legislativo em favor de INTERESSES PRIVADOS. O “lobbyng” é a atividade do “lobbysta”.

Nestes filmes o Dr. John Rengen Virapen diz: “EU SUBORNEI PARA QUE O PROZAC FOSSE REGISTRADO.”

Agora, arrependido diante do malefício da indústria farmacêutica que ajudou, pede perdão ao mundo e principalmente às crianças por tantos malefícios. Estes tres filmes são sua confissão e denúncia do "lobby” que é a grande manobra da FARMÁFIA para empurrar nos mercados os remédios dos remédios dos remédios dos remédios, e isto não tem fim. Eles, a indústria farmacêutica, a FARMÁFIA, querem dinheiro, muito dinheiro, não querem curar ninguém... Curar não dá lucro.

Você sabia que George Bush pai foi diretor da Eli & Lilly Co., uma das líderes da farmáfia? Sabia também que, Mitch Daniels, ex-acessor de Bush também atuou na indústria farmacêutica, e que o mesmo se aplica à Donald Rumsfeld, ex-Secretário de Defesa dos EUA?

Aqui no Brasil muitos médicos são “calados” e ameaçados sumariamente quando tentam denunciar esta “farmáfia” e seu poderosíssimo “lobby”.

As respostas são simplesmente uma só: a FARMÁFIA visa apenas o lucro, os governos e a mídia andam todos de mãos dadas!
É a administração (o verdadeiro e invisível governo) direto das corporações atuando desde o alto da pirâmide que nos oprime e explora milenarmente. Estão em toda parte, OMC, ONU, OMS, OTAN, e todas estas ORGANIZAÇÕES MUNDIAIS a serviço da Nova (Velha) Ordem Mundial escravagista fazendo e mantendo seus esquemas sujos.

Cuide bem de você e sua família, SEMPRE É TEMPO.
Procure se informar sobre o que é a medicina integral e outras matérias sobre este assunto FARMÁFIA visitando os dois endereços nos links abaixo.



Última edição por aldoluiz em Ter Set 14, 2010 8:56 am, editado 2 vez(es) (Razão : FARMÁFIA)


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LISIANA SAUER-MT


ALDO !!!

SOU GRATA PELAS INFORMAÇOES POR VOCE POSTADO AQUI,
REALMENTE DEVEMOS SEMPRE ESTAR ATENTOS POIS, SOMOS
VITIMA DESSAS PESSOAS QUE ESTAO CORRENDO ATRAZ DO
DINHEIRO SEM SE PREOCUPAR COM O SER HUMANO . . .

SOU GRATA, SOU GRATA, SOU GRATA . . .

Al McAllister


Admin
http://www.youtube.com/watch?v=iF8pAUVMMKc


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Al McAllister


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O Prémio Nobel da Medicina Richard J. Roberts denuncia a forma como funcionam as grandes farmacêuticas dentro do sistema capitalista negativo, preferindo os benefícios econômicos à saúde, e detendo o progresso científico na cura de doenças, porque a cura não é tão rentável quanto a cronicidade.






Há poucos dias, foi revelado que as grandes empresas farmacêuticas dos EUA gastam centenas de milhões de dólares por ano em pagamentos a médicos que promovam os seus medicamentos. Para complementar, reproduzimos esta entrevista com o Prémio Nobel Richard J. Roberts, que diz que os medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos por empresas farmacêuticas que, em troca, desenvolvem medicamentos cronificadores que sejam consumidos de forma serializada. Isto, diz Roberts, faz também com que alguns medicamentos que poderiam curar uma doença não sejam investigados. E pergunta-se até que ponto é válido e ético que a indústria da saúde se reja pelos mesmos valores e princípios que o mercado capitalista, que chega a assemelhar-se ao da máfia.


A investigação pode ser planejada?
Se eu fosse Ministro da Saúde ou o responsável pelas Ciência e Tecnologia, iria procurar pessoas entusiastas com projetos interessantes; dar-lhes-ia dinheiro para que não tivessem de fazer outra coisa que não fosse investigar e deixá-los-ia trabalhar dez anos para que nos pudessem surpreender.


Parece uma boa política.
Acredita-se que, para ir muito longe, temos de apoiar a pesquisa básica, mas se quisermos resultados mais imediatos e lucrativos, devemos apostar na aplicada …


E não é assim?
Muitas vezes as descobertas mais rentáveis foram feitas a partir de perguntas muito básicas. Assim nasceu a gigantesca e bilionária indústria de biotecnologia dos EUA, para a qual eu trabalho.


Como nasceu?
A biotecnologia surgiu quando pessoas apaixonadas começaram a perguntar-se se poderiam clonar genes e começaram a estudá-los e a tentar purificá-los.


Uma aventura.
Sim, mas ninguém esperava ficar rico com essas questões. Foi difícil conseguir financiamento para investigar as respostas, até que Nixon lançou a guerra contra o câncer em 1971.


Foi cientificamente produtivo?
Permitiu, com uma enorme quantidade de fundos públicos, muita investigação, como a minha, que não trabalha directamente contra o câncer, mas que foi útil para compreender os mecanismos que permitem a vida.


O que descobriu?
Eu e o Phillip Allen Sharp fomos recompensados pela descoberta de introns no DNA eucariótico e o mecanismo de gen splicing (manipulação genética).


Para que serviu?
Essa descoberta ajudou a entender como funciona o DNA e, no entanto, tem apenas uma relação indireta com o câncer.


Que modelo de investigação lhe parece mais eficaz, o norte-americano ou o europeu?
É óbvio que o dos EUA, em que o capital privado é ativo, é muito mais eficiente. Tomemos por exemplo o progresso espectacular da indústria informática, em que o dinheiro privado financia a investigação básica e aplicada. Mas quanto à indústria de saúde… Eu tenho as minhas reservas.


Entendo.
A investigação sobre a saúde humana não pode depender apenas da sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas nem sempre é bom para as pessoas.


Explique.
A indústria farmacêutica quer servir os mercados de capitais …


Como qualquer outra indústria.
É que não é qualquer outra indústria: nós estamos falando sobre a nossa saúde e as nossas vidas e as dos nossos filhos e as de milhões de seres humanos.


Mas se eles são rentáveis investigarão melhor.
Se só pensar em lucros, deixa de se preocupar com servir os seres humanos.


Por exemplo…
Eu verifiquei a forma como, em alguns casos, os investigadores dependentes de fundos privados descobriram medicamentos muito eficazes que teriam acabado completamente com uma doença …


E por que pararam de investigar?
Porque as empresas farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas em curar as pessoas como em sacar-lhes dinheiro e, por isso, a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam totalmente, mas que tornam crônica a doença e fazem sentir uma melhoria que desaparece quando se deixa de tomar a medicação.


É uma acusação grave.
Mas é habitual que as farmacêuticas estejam interessadas em linhas de investigação não para curar, mas sim para tornar crônicas as doenças com medicamentos cronificadores muito mais rentáveis que os que curam de uma vez por todas. E não tem de fazer mais que seguir a análise financeira da indústria farmacêutica para comprovar o que eu digo.


Há dividendos que matam.
É por isso que lhe dizia que a saúde não pode ser um mercado nem pode ser vista apenas como um meio para ganhar dinheiro. E, por isso, acho que o modelo europeu misto de capitais públicos e privados dificulta esse tipo de abusos.


Um exemplo de tais abusos?
Deixou de se investigar antibióticos por serem demasiado eficazes e curarem completamente. Como não se têm desenvolvido novos antibióticos, os microorganismos infecciosos tornaram-se resistentes e hoje a tuberculose, que foi derrotada na minha infância, está  surgindo novamente e, no ano passado, matou um milhão de pessoas.


Não fala sobre o Terceiro Mundo?
Esse é outro capítulo triste: quase não se investigam as doenças do Terceiro Mundo, porque os medicamentos que as combateriam não seriam rentáveis. Mas eu estou falando sobre o nosso Primeiro Mundo: o medicamento que cura tudo não é rentável e, portanto, não é investigado.


Os políticos não intervêm?
Não tenho ilusões: no nosso sistema, os políticos são meros funcionários dos grandes capitais, que investem o que for preciso para que os seus boys sejam eleitos e, se não forem, compram os eleitos.


Há de tudo.
Ao capital só interessa multiplicar-se. Quase todos os políticos, e eu sei do que falo, dependem descaradamente dessas multinacionais farmacêuticas que financiam as campanhas deles. O resto são palavras…




18 de Junho, 2011
Publicado originalmente no La Vanguardia. Retirado de Outra Política
Tradução de Ana Bárbara Pedrosa para o
Esquerda.net 


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