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Estudos sinalizam que a fé pode, sim, ajudar a superar doenças.

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Ametista


Ola família!
Escolhi postar aqui este tema , para aqueles que se interessarem em saber dos últimos avanços em pesquisas da área Médico espírita.
Nos últimos anos venho lendo muitos artigos, ido a inúmeros Seminários, Congressos, voltados para estes assuntos. Como médica Homeopata, Espírita, participo ativamente da Associação Médico Espírita Carioca, filiada a AME do Brasil, há 7 anos. Há aproximadamente 17 anos fui " convidada" a escrever um livro que abordasse os tratamentos espirituais e o uso dos medicamentos Homeopáticos para aqueles que se beneficiavam com esta forma de terapia. Na época não me senti em condições de tamanha responsabilidade, e os anos se passaram. O livro deveria ser escrito a 4 mãos, com a orientação de um " amigo espiritual", que muito tem me ensinado desde então, a ter um olhar " metafísico".
Depois de muito ler, pesquisar, estudar, compilei váris artigos obtidos neste Congressos, e coloquei minha experiência destes anos.
Enfim, o livro está em fase final de digitação, começando a diagramação, e ainda este ano estará nas livrarias.
" Eu não sei como... eu só sei que é assim, e sou ETERNAMENTE GRATA por este momento, que agora compartilho com vocês! Assim está feito!!!!

Abaixo porto um tema muito discutido em um destes seminários.
tenho muitos outros bastante interessantes , e eventualamente poderei posta-los aqui!
PAz e Bem!





Publicação: 07/03/2010 11:54
Cientistas de todas as partes do planeta se debruçam em estudos na tentativa de entender melhor a relação entre a fé e a superação de doenças. Constantemente alvo de controvérsias, a influência da espiritualidade no processo de tratamento de pacientes já é admitida até mesmo por médicos que sempre adotaram uma postura cética em relação ao assunto. Um estudo realizado na Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto, mostrou que a religiosidade fortalece pacientes que lutam contra o câncer. Nos Estados Unidos, uma pesquisa desenvolvida pela Universidade de Duke, na Carolina do Norte, comprovou que pacientes que se valem de práticas religiosas apresentam 40% menos chances de sofrerem depressão durante o tratamento não apenas do câncer, mas das doenças em geral.
Ao que tudo indica, a fé representa um reforço para o sistema imunológico.
O trabalho na USP foi coordenado pela psicóloga Joelma Ana Espíndula, que entrevistou pacientes em tratamento contra o câncer e profissionais da oncologia do Hospital Beneficência Portuguesa, de Ribeirão Preto. A proposta era entender de que maneira a vivência da religiosidade e da fé influencia no destino de quem enfrenta o mal. “Também apuramos como as equipes médicas enxergam esse aspecto que, sem dúvida, revigora o paciente. O estudo foi qualitativo, trabalhamos com um universo de 30 pessoas, mas analisamos a fundo o valor e o efeito dessa virtude na vida delas”, explica.
Para a psicóloga, os relatos demonstram que os pacientes encaram a religião como um apoio, um fortalecimento espiritual que atenua incertezas, dores e conflitos. A pesquisadora observa que a fé, como o sentimento que faz a mediação entre Deus e as pessoas, ainda não é totalmente compreendida pela ciência, mas é um mecanismo constatado diariamente pelos médicos nos hospitais. “Todo homem carrega dentro de si o sentido religioso. Pacientes com câncer não perdem somente a saúde. A autoestima, autonomia, integridade e inúmeras qualidades pessoais e sociais são abaladas. Mesmo aqueles que não têm religião passam a sentir necessidade de buscar uma crença, porque sabem que ela pode dar poder ao corpo e à alma”, diz.
Ao lado da ciência
O pneumologista Blancard Torres, titular do Departamento de Medicina Clínica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e autor do livro Doença, fé e esperança, não tem dúvidas: o paciente que tem fé incorpora em si a certeza da recuperação, aumentando a imunidade e as chances de resposta positiva ao tratamento. “Quando a ciência e a religião andam juntas, o combate aos males torna-se viável, a evolução do tratamento é completamente diferente do padrão observado em quem não têm espiritualidade, não acredita em bons resultados”, observa. O médico relata que, em determinada ocasião, participou da equipe que tratava dois pacientes com câncer de pulmão em estágio avançado — quando as chances de cura são remotas (menos de 5% sobrevivem por mais de cinco anos após o diagnóstico).

O protocolo de tratamento utilizado em ambos foi o mesmo. O paciente que conseguiu vencer o câncer foi justamente aquele que tinha fé, que encontrou na religiosidade uma grande aliada. “E isso não importa a crença, o fundamental é que a pessoa se fortaleça em algo que a coloque em posição superior para lutar pela vida. A força interior da pessoa promove a resistência do organismo”, considera Torres.

Segundo o especialista da UFPE, a fé e o positivismo dos médicos também contribuem para fortalecer o paciente. Se a pessoa doente se vê diante de um profissional que valoriza a força espiritual e entende que a medicina pode andar de mãos dadas com a religião, as chances de superação se multiplicam. “Quem tem e segue uma crença, busca energia em um ser superior, fica menos vulnerável a sensações ruins e mais forte para ajudar e ser ajudado”, garante. A psicóloga da USP ressalta que metade dos profissionais de saúde entrevistados não segue qualquer religião. Porém, todos reconheceram a importância do credo e da fé para o paciente e sua família. Ela alerta que é fundamental entender que essas virtudes jamais devem substituir o tratamento medicinal, mas sim servir de sustentação, proteção. “Escutei depoimentos de médicos que se impressionaram com a reviravolta de alguns casos. Um deles relatou que ficou atordoado com um paciente de fé inabalável que, considerado morto pelos oncologistas, voltou a respirar sem qualquer explicação científica”, revela Joelma.
O psiquiatra Harold Koenig, diretor do Centro de Estudo da Religião, Espiritualidade e Saúde da Universidade de Duke, aponta que aqueles que se valem da fé, independentemente da religião seguida, enfrentam os fatores físicos e emocionais de qualquer doença com mais sabedoria. “A fé é um fenômeno que libera defesas naturais do organismo, prepara o corpo e a alma a lidarem melhor com a dor e os percalços do tratamento. Seja qual for a forma de manifestação dessa confiança absoluta, ela impede a pessoa de se entregar ao problema, motivando a busca da cura”, comenta.

Koenig coordenou uma pesquisa realizada com 4 mil pessoas com idade acima de 60 anos que seguiam diferentes credos. O resultado do trabalho demonstrou que a fé também proporciona uma vida mais longa. Seis anos depois de começado o estudo, foi verificado que menos da metade dos indivíduos que não tinham uma crença religiosa estava viva. “Em contrapartida, 91% dos seguidores de alguma religião permaneciam saudáveis”, garante o americano.
"Mesmo aqueles que não têm religião passam a sentir necessidade de buscar uma crença, porque sabem que ela pode dar poder ao corpo e à alma"
Joelma Ana Espíndula, psicóloga e coordenadora do estudo.

Ametista


Ola amados:
Coloco aqui mais um artigo médico científico que aborda a Fé.
Amanhã( 10/05/10, às 19:30hs) por exemplo, na AME Carioca( Associação Médico Espírita Carioca), cuja sede é no MAP Jacarepaguá( Movimento de Amor ao Próximo), minha parceira de consultório, a neuropsicóloga Ana Claúdia falará sobre´Uma Visão Espírita da Depressão". fazendo parte de uma série de palestras que acontecem aqui, mensalmente.
Temos uma série de palestras com temas interessantes que mostram esta visão, e são abertos ao público interessado nestes assuntos



A eficácia da fé na cura da alma
:: Osvaldo Shimoda

[size=12]A ciência sem a religião é manca; a religião sem a ciência é cega".
Albert Einstein.

Na folha de S. Paulo do dia 29/04/2010, saiu uma matéria cujo título é: "Religiosidade protege coração". A matéria relata dois estudos internacionais que indicam que a religiosidade protege o ser humano de problemas cardíacos e de doenças como hipertensão.

O primeiro estudo foi feito por médicos norte-americanos que acompanharam por 30 anos a saúde cardiovascular de 6500 adultos e constataram menor número de mortes por doenças do coração entre os que seguiam alguma religião.
O segundo estudo foi realizado pela Universidade de Duke (USA) com 3963 pessoas e concluiu que a leitura de textos religiosos, a prática de oração ou a participação em cultos reduziu em 40% o risco de a pessoa desenvolver hipertensão.

Portanto, o estudo concluiu que a crença num Ser Supremo deixa a pessoa mais tranqüila e confiante, diminui a produção dos hormônios do estresse, como adrenalina e cortisol e, com isso, leva a queda na freqüência cardíaca e na pressão arterial.
Em outros estudos, médicos norte-americanos também têm dedicado especial atenção às influências positivas que a experiência religiosa pode exercer na recuperação de enfermos hospitalizados.

Com base em todos esses resultados, a Sociedade de Cardiologia de São Paulo incluiu, pela primeira vez, a relação entre Espiritualidade e Saúde como tema de Congresso.
Na Faculdade de Medicina da USP, o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico psiquiatra, coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade.

O famoso psiquiatra, criador da Bioenergética, discípulo de Reich, notável por sua seriedade e postura científica, Alexandre Lowen, em sua obra: "O corpo em depressão - As bases biológicas da fé e da realidade", assim escreveu: "Os psiquiatras geralmente não pensam em termos religiosos, e eu, em especial, relutava muito em fazer isso. Teria evitado a palavra fé se ela não tivesse surgido espontaneamente durante meu estudo da natureza da depressão. Fui forçado à conclusão de que o paciente deprimido é uma pessoa sem fé. Quando ocorre uma perda de fé, as pessoas parecem perder também o desejo e o impulso de se lançarem na vida, de procurarem suas extensões, e de lutar. Acredito que pouco importa que Deus as pessoas venerem, que crenças tenham, mas o que importa é a sua fé profunda. A pessoa que não tem fé, não pode amar, e a pessoa que não pode amar, não tem fé. As pessoas fortes têm fé e as pessoas que têm fé são fortes. Tanto para a sociedade, como para o indivíduo, a fé é a força que sustenta a vida e a faz movimentar-se para frente e para cima. Nossa única salvação está na fé".

Portanto, aos poucos, vem se formatando um novo paradigma que traz uma nova medicina, não apenas organicista, fisicista, mas abrangendo também os aspectos mentais, emocionais e espirituais do ser humano integral (mente, corpo e espírito).
Na antiguidade, havia uma estreita relação entre a medicina e a religião. Tempos depois, houve uma ruptura desses dois segmentos, pois a medicina estruturou-se em conceitos puramente organicista, materialista, recusando-se a levar em conta a realidade espiritual do ser humano.

Paz e Bem!!!!!

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