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A mais estranha de todas as ciências

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1 A mais estranha de todas as ciências em Sab Jan 23, 2010 3:46 pm

Ametista


Amigos :
Durante esta semana tenho procurado ler artigos variados,e em meio a muitos observar aqueles que estejam alinhados com meu momento atual; nem sempre sabemos se o que lemos foi mesmo escrito pelo autor referido, mas o que importa é qual o significado que damos a ele. Há livros que a ciência lança falando sobre o tema abaixo , alguns bem controversos, outros fazem a gente parar pra pensar.
Leiam este abaixo, e tirem suas conclusões.
Bjos no coração
Myrian

O Universo é feito de uma matriz comum de energia que subjaz a nosso mundo material!







Fato: a crença é uma linguagem que “fala” a essa matriz!

Evidências científicas hoje revelam que a crença afeta todas as coisas, desde a cura de nossos corpos até os átomos da própria Realidade! O que poderia ser mais importante do que compreender como usar esse incrível poder para reverter doenças, criar paz e abundância e até transformar a própria Realidade? Em um mundo no qual as maiores crises da história humana registrada hoje ameaçam nossa sobrevivência, as apostas não poderiam ser maiores.

Para um cientista, o que poderia ser mais estranho do que descobrir que pela simples observação do nosso mundo em um lugar nós de algum modo modificamos o que acontece em outra parte? No entanto, é exatamente isso que as revelações da nova física estão nos mostrando. Já em 1935, o ganhador do prêmio Nobel de física Albert Einstein reconheceu quão perturbadores tais efeitos quânticos podem ser e os chamou de “ação fantasmagória a distância”. Em um ensaio que escreveu em parceria com os célebres físicos Boris Podolsky e Nathan Rosen, ele afirma: “Nenhuma definição razoável de realidade permitiria esta [ação a distância]”.

Hoje, são justamente essas anomalias bizarras que iniciaram uma ponderosa revolução no modo como pensamos em nós mesmos e no universo. Durante a maior parte do século XX, os cientistas se esforçaram para compreender o que esta estranheza quântica está nos dizendo sobre o modo como a realidade funciona. É fato documentado, por exemplo, que a consciência humana influencia a energia quântica – aquilo de que tudo é feito – sob certas condições. E esse fato abriu a porta a uma possibilidade que expande os limites daquilo que fomos levados a crer a respeito do mundo no passado. Um crescente corpo de evidências hoje sugere que esses efeitos inesperados são mais que apenas exceções isoladas. A questão é: quanto mais?

Serão os efeitos dos observadores, que influenciam seus experimentos, realmente uma poderosa janela para o tipo de realidade na qual vivemos? Se assim for, devemos perguntar: “Será que esses efeitos também estão nos dizendo quem somos dentro dessa realidade?” A resposta a ambas as perguntas é “sim”. Essas são exatamente as conclusões que as novas descobertas estão sugerindo.


Não há observadores


Os cientistas mostraram que, embora nós possamos pensar que estamos apenas vendo e observando nosso mundo, na verdade é impossível que nós simplesmente “observemos” qualquer coisa. Quer nossa atenção esteja concentrada numa partícula quântica durante um experimento de laboratório ou em qualquer outra coisa, desde a cura do nosso corpo até o sucesso de nossas carreiras e relacionamentos, nós temos expectativas e crenças acerca daquilo que estamos observando. Às vezes estamos conscientes das nossas expectativas e crenças. Mas com frequência não estamos. Essas experiências interiores tornam-se parte daquilo em que estamos concentrados. Ao “observarmos” tornamo-nos parte do que estamos observando.

Nas palavras do físico John Wheeler, isso nos torna “participantes”. A razão? Quando concentramos nossa atenção em um dado lugar em um momento do tempo, nós envolvemos nossa consciência. E no vasto campo da consciência parece que não há uma fronteira clara que nos diz onde nós terminamos e onde o resto do mundo começa. Quando pensamos no mundo desta forma, fica claro por que os antigos acreditavam que tudo está conectado. Enquanto energia, está.

À medida que os cientistas continuam a explorar exatamente o que significa sermos participantes, novas evidências apontam para uma conclusão inevitável: que nós vivemos em uma realidade interativa na qual modificamos o mundo à nossa volta ao mudar o que acontece dentro de nós enquanto observamos: nossos pensamentos, sentimentos e crenças.

Código de crença 1: Experimentos mostram que o foco da nossa atenção modifica a própria realidade e sugerem que nós vivemos em um universo interativo. 

A implicação: Desde a cura de doenças e a duração de nossa vida até o sucesso de nossas carreiras e relacionamentos, tudo o que experimentamos como “vida” está diretamente ligado àquilo que acreditamos.

Linha de fundo: Mudar nossas vidas e relacionamentos, curar nossos corpos e trazer paz a nossas famílias e nações requer uma mudança simples, mas precisa, no modo como usamos nossas crenças.

Para aqueles que aceitam o que a ciência nos levou a crer nos últimos 300 anos, pensar que nossa experiência interior pode afetar a realidade não passa de heresia. 

Essa simples ideia tolda a zona de segurança que tradicionalmente separou ciência e espiritualidade – e nós do nosso mundo. Em vez de pensar em nós mesmos como vítimas passivas em um lugar onde, por exemplo, as coisas apenas “acontecem” sem razão aparente, tal consideração nos coloca justamente no banco do motorista da vida.

Nessa posição vêmo-nos diante da inegável evidência que confirma que nós somos os arquitetos da nossa realidade. Com esta confirmação, descobrimos também que temos o poder de tornar a doença obsoleta e relegar a guerra a uma lembrança do nosso passado. De repente, a chave para transformar nossos maiores sonhos em realidade está ao nosso alcance. Tudo volta para nós. Onde nos encaixamos no universo? O que deveríamos estar fazendo na vida?


Os falsos pressupostos da ciência 


A transformação que a revolução da realidade traz a nossas vidas explodiu com uma força incomparável a nada no passado porque as mesmas descobertas que deflagaram as perguntas também levaram à conclusão de que os “fatos” nos quais confiamos por 300 anos para explicar o universo e nosso papel dentro dele estão errados. Eles estão baseados em dois pressupostos que se provaram falsos.

1º Falso pressuposto: O espaço entre as “coisas” está vazio. Novas descobertas hoje nos dizem que isto simplesmente não é verdade.

2º Falso pressuposto: Os sentimentos e crenças que experimentamos não têm nenhum efeito sobre o mundo além de nossos corpos. Já foi provado que isso também é absolutamente falso. 

Experimentos revolucionários, publicados em periódicos de ponta, com revisão paritária, revelam que estamos imersos em um campo de energia inteligente que preenche o que costumávamos pensar ser espaço vazio. Novas descobertas mostram, sem a menor sombra de dúvida, que este campo responde a nós – ele literalmente se rearranja – na presença de nossos sentimentos e crenças para se tornar a cura de nossos corpos e a paz do nosso mundo! E esta é a revolução que muda tudo.

Com estas e outras descobertas semelhantes em mente, devemos nos fazer uma pergunta que é talvez a mais reveladora de todas: Nós nascemos com a capacidade natural de criar e modificar nossos corpos e o mundo? Se assim for, então devemos estar dispostos a fazer uma pergunta ainda mais difícil: Que responsabilidade temos de usar nosso poder inato na presença das indiscutivelmente maiores ameaças ao futuro de nossas vidas, nosso mundo e até nossa espécie? 



Após uma bem-sucedida carreira como desenhista de sistemas de computação aerospaciais e geólogo-chefe da Phillips Petroleum, Gregg Braden tornou-se reconhecido internacionalmente por unir o mundo da ciência e o mundo da espiritualidade. Por mais de 22 anos, Gregg tem visitado aldeias nas montanhas, mosteiros remotos e textos esquecidos para descobrir segredos eternos.

2 Re: A mais estranha de todas as ciências em Seg Fev 01, 2010 12:58 pm

Andrea Terra


Myrian,

Muito grata por compartilhar suas pesquisas.
Este texto só confirma, cientificamente, tudo que aprendemos no Hooponopono, e respondendo a questão :

"Que responsabilidade temos de usar nosso poder inato na presença das indiscutivelmente maiores ameaças ao futuro de nossas vidas, nosso mundo e até nossa espécie?"

SIM temos toda a responsabilidade, devemos limpar, sempre !

Te amo, sou grata, sou grata, sou grata.

Andrea Terra

3 Re: A mais estranha de todas as ciências em Seg Maio 11, 2015 4:10 pm

Al McAllister


Admin

A Cura ao alcance de todos




Um antigo perito em computadores de Wall Street e estudante de Psicologia e Religião Comparativa, criou o Sistema do Corpo Espelho e o Seminário da Visão através das suas experiências de se libertar da doença terminal que na medicina tradicional consideravam sem esperança – intratável – e voltar ao seu estado de saúde perfeita. Durante o seu próprio processo de cura, ele aprendeu muito sobre o dinâmico Corpo Mente, a relação entre o corpo e a consciência, e de como funciona. Em seguida Martin Brofman criou um modelo para clarificar estas idéias para si próprias, e ainda,  um meio de ensiná-las aos outros de maneira fácil e rápida.

Há mais de trinta anos que Martin Brofman ensina estas idéias em todo o mundo e também treinou outros professores. Os seus livros já  foram   publicados em quinze idiomas e são mundialmente aclamados pela clareza com que as suas idéias são expressas. Milhares de estudantes pelo mundo já aprenderam a usar as suas técnicas.

Cura e Transformação

Todo o sintoma tem certa maneira de ser com o qual é associado.
Para libertar o sintoma, a pessoa tem de libertar a maneira de ser associada com ele.
Pois, o processo de cura implica um processo de transformação.
Tudo pode ser curado.

Um ou Dois Meses de Vida

Quando eu tive câncer terminal em 1975, Foi-me dito que eu tinha uns dois meses de vida e que o fim podia chegar de repente, a qualquer momento, se eu tossisse ou espirrasse. Eu fui encarado com a possibilidade que cada dia era possivelmente o meu último dia, cada hora a última hora, e eu reconheci que qualquer que fosse o tempo limite que me restava, eu queria ser feliz.

Viver um compromisso não me fazia qualquer significado. Uma vez que cada refeição era possivelmente a minha última, eu queria comer o que eu tinha apetite por o que quer que fosse que o meu corpo estivesse a pedir. Não me fazia qualquer sentido comer comida que eu não gostava, só porque outra pessoa pensava que fosse saudável para mim. As suas intenções amorosas eram reconhecidas, mas eu sabia que não era a minha maneira de ser. 

O meu caminho para ser saudável tinha que incluir o sentido de apreciação em tudo o que fazia, e que eu tinha que ser verdadeiro para comigo mesmo, ser real. Eu tinha que acreditar no processo de recuperação. Depois, foi-me sugerido que o câncer era o resultado de um processo que vinha acontecendo na minha mente, e de que eu podia usar a minha consciência para me livrar dele. A minha mente tinha passado pelo o efeito de uma programação, da mesma forma que um computador produz os resultados são os efeitos de como foram programados, e eu podia reprogramar a minha mente pela consciência! 

Foi me apresentada a ideia que as nossas percepções criam a nossa realidade, e eu realizei que tinha que reprogramar a minha mente para criar a percepção de que estava bem. Eu não estava preparado para uma viagem tão violenta, da percepção que estava com uma doença terminal, mas realizei que podia mais facilmente criar a percepção que eu estava melhorando cada vez mais, até de fato estar bem. 

Eu tinha tido a percepção que eu estava num estado de deterioração, que estava chegando cada vez mais perto de morrer, e eu sabia que se eu queira ter o resultado final de que eu estava bem, eu tinha que mudar de "estar cada vez pior" para "estar cada vez melhor". Eu também sabia que a virada podia acontecer a qualquer momento. Era uma questão de afinar um disjuntor na minha mente, e insistir em reconhecer que já tinha sido mudado. Eu decidi que se o momento de mudança podia ser a qualquer momento, então que esse momento fosse agora.

A Mudança

Eu senti uma movimentação na minha consciência, e nesse momento sabia que estava num estado de melhora. Eu também sabia da importância de manter a integridade dessa decisão a partir desse momento. Eu sabia que todas as minhas percepções tinham de reforçar a ideia de que agora eu estava ficando melhor e melhor. Por exemplo, eu podia me relembrar à medida que comia qualquer tipo de comida que eu queria que fosse exatamente o que o meu corpo necessitava para acelerar o processo de cura.

Sensações físicas que sentia como choques elétricos no meu corpo, que antes reforçava a ideia que o tumor estava crescendo, agora eu tinha que ter a percepção  como evidência que o tumor estava diminuindo. A minha mente procurou e procurou muitas maneiras para saber que a melhora estava acontecendo.

Eu sabia que tinha que estar longe daquelas pessoas que insistiam em ver-me com uma doença terminal, não de qualquer tipo de falta de amor, mas apenas para eu manter a minha atitude positiva em relação ao processo de cura. Eu tinha que estar com pessoas que tinham vontade de me encorajar nesta tarefa quase impossível que eu me tinha proposto. Quando me perguntavam como eu estava, eu insistia em responder, “melhor e melhor” e ver de como isso era realmente verdade.

Eu sabia que era vital manter o programa positivo, e pôr-me num estado de relaxamento e de falar positivamente para mim próprio durante quinze minutos, três vezes ao dia e que fazia parte do processo do programa e que eu de nenhuma forma deveria interferir com isso. Haviam tentações para não fazer os processos, e era quando eu recordava-me que a minha vida estava em jogo. Nesse momento qualquer tipo de tentação era alguma coisa que se punha entre mim e a minha vida e que isso tinha de ser removido para que eu pudesse viver.

Mantendo a Percepção 

No princípio foi muito difícil. Eu descobri que a integridade do momento era facilmente comprometida pelos meus pensamentos ou palavras, reconhecendo apenas a ideia que eu estava melhorando, e que eu tinha de ser honesto comigo mesmo, ver isso, e depois saber que eu tinha “estragado tudo”. Depois, eu podia dizer-me que o que tinha acabado de acontecer tinha apenas sido um treino e que o momento real de mudança era agora. Ficou cada vez mais fácil. Eu era capaz de manter a integridade do momento por algumas horas à princípio, depois um dia, depois dois, e depois estava solidificado. Eu sabia que o programa estava funcionando, eu conseguia identificar a voz interior que duvidava, e saber que isso não representava a verdade. Eu era capaz de identificá-la com uma voz encorajadora. Tornou-se minha guia, trazendo-me ao estado de saúde estável. Eu ficava cada vez mais capaz de manter apenas isso como direção que me mostrava que mudanças positivas estavam acontecendo. Quando eu não estava sentindo um sintoma, eu dizia para mim mesmo que talvez agora eu nunca mais iria sentir o sintoma outra vez. Se eu vivenciava o sintoma depois disso, eu dizia para mim mesmo que o processo ainda não tinha sido completado e de que de fato estava sentindo o sintoma menos intenso que antes. 

Eu tinha que saber que mudanças positivas estavam acontecendo agora, talvez já na passagem para serem notadas, assim podia ansiosamente antecipar as evidências para justificarem as minhas percepções. Com naturalidade, sempre fui capaz de encontrar alguma coisa e assim assegurar-me que não era apenas uma coisa que estava imaginando, mas realmente mais força era adicionada ao processo.

O Programa 

Durante os meus períodos de relaxamento e aplicação, eu imaginava ver o tumor que tinha sido colocado na minha espinha dorsal na altura do pescoço, e imaginava estar vendo uma camada de células cancerosas morrendo, e a serem libertadas, a serem descartadas pelo o sistema eliminatório. Eu sabia que a mudança talvez ainda não se notava-se, mas era definitiva. Eu sabia que cada vez que libertavam-se os resíduos do tumor do meu corpo, as células mortas estavam sendo eliminadas e eu relembrava-me disso cada vez. Eu insistia em saber, ter a certeza, que isso era verdade.

Eu sabia que o câncer representava algo contido e não expressado, e uma vez que o tumor estava na base do meu chakra da garganta (centro de energia), eu vinha impedindo a expressão do meu Ser. Uma vez que eu estava bastante seguro do que isso significava eu decidi que era imperativo que eu expressar tudo. Todos os pensamentos, sentimentos, o que quer que fosse que estivesse na minha mente que quisesse vir para fora, eu expressava, sabendo que era vital para a minha saúde.

Antes, eu tinha a percepção que expressar levava-me à discordância, mas agora eu via que aquilo que eu estava expressando era apreciado por aqueles à minha volta, que expressar e comunicar levavam à harmonia. Antes eu tinha a crença que se eu  expressasse o que eu realmente queria, alguma coisa de ruim aconteceria. Eu tive que reprogramar a crença, caso eu expressasse o que eu realmente queria, uma coisa maravilhosa aconteceria. Eu tomei uma decisão e assim foi.

Eu descobri que cada vez tinha menos  coisas em comum com os meus antigos amigos.
Era como se tivéssemos partilhado uma frequência em comum antes, diremos 547 ciclos, o que quer que isso queira dizer e de repente encontrei-me a 872 ciclos, tendo poucas coisas para comunicar com as pessoas de frequência de 547. Eu tinha de fazer novos amigos que também vibravam na frequência 872, para ter alguém com quem falar.

Eu sentia-me atraído à multidão na frequência 872 e eles a mim, como se eu tivesse ficado seletivo magneticamente, e que certos elementos da minha realidade estavam sendo libertados que já não estavam de acordo com o novo Ser que eu me estava tornando. Eu sabia que o processo era inevitável e que não podia ser interrompido. Eu criei um sentido de compaixão e de compreensão naquela altura. Eu sabia que a minha vida dependia da libertação de todos os elementos que não iam de acordo com a minha nova vibração. O processo era simples, mas nem sempre fácil.

Eu iniciava cada dia como um processo de autoconhecimento, sem nenhuma ideia preconcebida de quem eu era, mas sim com vontade de descobrir o Ser emergente com o sentido de satisfação com cada nova descoberta.

Eu imaginava o que seria o cenário no consultório do meu médico depois que este "me trabalhar" estivesse terminado, eu via-o  me examinando e não encontrando algum tumor, sentindo-se intrigado. Ele talvez disesse, “Talvez tenhamos cometido um erro”, eu passava este cenário na minha imaginação todos os dias durante os períodos meditativos, de relaxamento. Eu tinha ouvido que dentro da tecnologia da programação mental, se eu falasse comigo mesmo três vezes ao dia por quinze minutos, dentro de 66 dias, poderia fazer-me crer em qualquer coisa, e o que fosse que eu acreditasse ser verdade seria verdade.

Após dois meses de trabalhar a mim próprio, eu fui ao médico para ser examinado, o mesmo que me tinha dito que eu estava com uma doença terminal. No caminho para o médico, eu sabia que tinha de manter a percepção de que tudo estava bem. Eu repassei a cena na minha mente, sabendo que se passaria dessa forma.

Finalmente tinha chegado o momento da verdade. O médico examinou-me e não encontrou nada. Ele disse,“Talvez tenhamos cometido um erro”.  Eu  ri durante todo o caminho para casa. 

Transformação 

Eu transformei a minha maneira de ser. O meu estilo de vida mudou drasticamente.
Já não me faz sentido trabalhar num emprego das nove as seis, ou de chamar a qualquer outro Ser, meu “superior”, uma vez que somos todos Seres iguais, e todos com infinitas potencialidades.

Eu aposentei-me de “Wall Street" após 38 anos sem nada a não ser a dedicação exclusiva de só fazer as coisas que realmente quero fazer, e não fazer o que realmente não quero fazer, e confiar no meu caminho, de ouvir a minha voz interior. É uma decisão da qual nunca me arrependi.
Com o que aprendi da relação corpo/mente da minha experiência e da pesquisa que fiz durante a minha própria cura, eu criei um modelo de cura como forma para organizar na minha própria cabeça o que me tinha acontecido, e o que tinha resultado.

Eu gradualmente fiquei envolvido em curar outros quando as condições assim o exigiam e fazendo-o via cada vez mais e mais exemplos da interface do corpo/mente cobrindo muitos outros sintomas. O modelo de cura que estava utilizando cada vez mais se tornava coerente e multi dimensional.

Eu descobri a alegria de partilhar as minhas experiências e idéias com os outros e vê-los beneficiar à medida que põem as suas idéias a trabalhar nas suas próprias vidas.
O trabalho que faço agora como curador e professor são-me significativos, importante para outros também, e é ao serviço da humanidade, eu sinto-me ”elevado” quando o faço. Eu tenho uma forte sensação de estar fazendo o trabalho da minha vida. Eu sei que estou  fazendo o que vim fazer neste planeta. Eu sei que é o certo. Não é um sentimento que tinha antes. O processo de transformação é uma parte integral do processo de cura, quer o Ser curando a sua visão ou libertando alguma doença séria, e mesmo que o estado de desequilibro ainda não tenha chegado ao nível físico, ainda existe ao nível mental e emocional.
É para aqueles de nós que reconhecem o processo de encorajá-lo, e assisti-lo onde possamos encorajá-lo, para que a transformação planetária que agora está a acontecer nos indivíduos que nele vivem possam ser apressados, e feitos da forma mais suave possível. Doença ou feridas se mostram no nível físico, metaforicamente, o que vem acontecendo na mente que expressa os sintomas. Está relacionado à forma de ser dessa pessoa. Quando os elementos do ser relacionados ao seu estado de desequilíbrio no nível físico são identificados, eles podem ser mudados, e todos os níveis de saúde e equilíbrio podem ser restabelecidos.

Quando nós vemos o corpo físico como um mapa da mente que o veste, e sempre equilibrado a ele, podemos também ver que uma mudança num implica a mudança no outro. Quando uma cura acontece, uma mudança na personalidade pode ser esperada para refletir a mudança no ser físico, e vice versa.
O indivíduo “novo” terá a mesma essência de ser, mas com uma maneira diferente de interagir com o meio ambiente, sem aquilo que tinha sido uma tensão excessiva para aquele indivíduo. Na verdade, ele será mais ele próprio, quem ele é realmente.

Sir Martin Brofman
Fonte


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