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JÁ PENSOU NA ÁGUA QUE VOCÊ BEBE?

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1 JÁ PENSOU NA ÁGUA QUE VOCÊ BEBE? em Sex Jan 15, 2010 10:44 am

silvia toth


Olá, amigos de caminhada. Faz alguns dias que não participo do Fórum, porque estou aqui nessa ilha desagradável que é Floripa desde o dia 30.12...rsrsrs (desagradável vai ser voltar amanhã pra realidade que é Sampa!!) Hoje eu li esse artigo abaixo. Não sei se vocês já falaram sobre ele, se falaram, desculpe. Nâo tenho tido como ler os textos do Forum. Minha pergunta é: A agua solarizada azul elimina essa coisa do Fluor? Melhora? Obrigada.... sinto muito, me perdoe, te amo, sou grata...



ESPECIAL STUM: Já pensou na água que V. bebe?

Depois de muito tempo o especial retorna.

Teve viagem de fim de ano para rever a velha mãe de 93 anos, os parentes, a cidade natal no norte da Itália. Muito frio, o maior dos últimos 30 anos.


Aviões lotados, aeroportos com medidas de segurança que chegam a ser ridículas (e absurdas) atrasando e tornando ainda mais desconfortável a viagem.


Logo na volta, no domingo passado, perdi a Geni, quase uma filha para mim, que esteve colaborando nas tarefas domésticas em minha casa desde 1985; foi embora suavemente, em sua residência, cercada pelo afeto dos familiares.
De todo modo, a vida continua, e cada vez mais, quase chegando aos 65 anos, sinto a necessidade, a obrigação de ser útil, de repassar as experiências e as percepções (objetivas e subjetivas) que batem forte em minha mente e em minha vida.

Sei que estou a serviço (todos estamos, mas muitos não sabem) do plano espiritual e que é preciso seguir a orientação dos Guias, dos Irmãos despertos que pacientemente nos apóiam, inspiram, protegem e amam. A eles agradeço profundamente por me permitir ser este elo e poder degustar ainda neste plano a alegria da Unidade entre tudo que existe.

Muitos leitores sabem que utilizamos o pêndulo para esta comunicação sutil e desta vez não foi diferente. A sequência de perguntas é respondida com movimentos que apontam para "sim" e "não" e sempre o resultado é claro, chegando a surpreender e até a nos deixar inseguros em função do assunto que deverá ser tratado.
No entanto, o fluxo de informações que chegam em seguida, e que chamamos de sincronicidades, gera um estado de serenidade e calma interior que facilita sobremaneira a tarefa a ser levada ao ar.

No mais, sempre existem aspectos pessoais que estão bem em sintonia com o boletim... no caso, minha perda da memória, um cansaço acentuado e um enrijecimento das articulações, ou seja, um começo de artrite. É duro não conseguir lembrar os telefones das pessoas queridas e os acontecimentos recentes, bem como ter dificuldades de levantar do sofá ou de fazer força com as mãos.

Sintomas da idade? Difícil dizer, pois a veneranda mãe invariavelmente toma seu belo copo de vinho tinto no almoço e no jantar, todo dia lê sem óculos o jornal, e que, quando inspirada, canta alegremente suas músicas preferidas... e ainda lembra com saudade de praticamente todos os episódios de sua existência, desde a infância. Meu tio, que também mora na Itália, aos 90 anos tem uma memória privilegiadíssima e frequentemente me pergunta sobre a qualidade do futebol no Brasil, sem jamais esquecer do Ronaldo e do Adriano. Mas vamos ao que interessa, por partes.

Desde que, em 2002, li a matéria e assisti ao DVD do Dr. Emoto ao final do artigo, sobre as mensagens da água e sua importância em nossa vida física, mental e emocional, deixei de beber água de torneira ou filtrada e passei a ingerir somente água mineral, cerca de 2 litros por dia, entre natural e gaseificada. Escolhi duas grandes empresas envasadoras situadas no Estado de São Paulo. Tinha absoluta certeza, até ontem, dia 12 de janeiro, de que recebia o produto exatamente como saía do poço, mantendo inalteradas todas suas características peculiares originais.
No entanto, tal qual acontece com os fornecedores de água de torneira, as duas empresas alteram (ou adulteram) o que a natureza fornece de graça, aditivando flúor e provavelmente ainda cloreto e lítio, um metal leve amplamente utilizado como coadjuvante no tratamento da depressão.

"Gostaria de aconselhar contra a fluoretação. Efeitos colaterais não podem ser excluídos. Na Suécia, a ênfase é hoje em dia manter o ambiente limpo, com relação a substâncias farmacologicamente ativas e, portanto, potencialmente tóxicas". - Dr. Arvid Carlsson, Prêmio Nobel de Medicina (2000)

Descobri, pesquisando cuidadosamente na Internet até altas horas da madrugada de hoje, uma enorme quantidade de documentação sobre o uso do flúor nas águas de consumo humano e a maioria delas é de causar arrepios. Tal qual o DDD, o chumbo na gasolina, o amianto, o tabaco, o flúor é hoje duramente contestado por diversas comunidades científicas, que conseguiram com que fosse eliminado, banido como complemento alimentar, tratando-se de um gás corrosivo altamente reativo e tóxico, excetuando-se as baixíssimas concentrações. Sim, os países que considero como entre os mais evoluídos em qualidade de vida e ética, onde a corrupção foi praticamente extinta e as mulheres ocupam parte expressiva dos cargos executivos principais, estão livres deste elemento. Refiro-me a Áustria, Finlândia, Dinamarca, Noruega, Suécia e Holanda. Também estão livres do flúor os principais países exportadores do mundo: Alemanha, Japão e China. Hoje, somente 5% da população mundial recebe flúor pela água, sendo os Eua e o Brasil (este último somente desde 1974, em pleno regime militar, justamente quando a Europa começava a banir o flúor) os maiores consumidores deste produto.

"A Associação Médica Americana não está em condição de afirmar que a fluoretação da água não trará dano algum a qualquer pessoa. A AMA não tem realizado qualquer trabalho de investigação, quer a longo prazo ou a curto prazo, sobre a possibilidade de quaisquer efeitos secundários".

- Dr. Flanagan, Diretor Adjunto de Saúde Ambiental, American Medical Association.
Veja que toda a água em nosso país é fluoretada e entra inevitavelmente no ciclo de produção de todos os alimentos, sejam eles brócolis, lasanha ou qualquer tipo de bebida, incluindo cerveja e refrigerantes! Estamos praticamente recebendo em maior ou menor grau este composto tóxico mesmo sem beber nada... ou seja, não existem alternativas, a menos que a gente adquira produtos orgânicos livres de qualquer aditivo, regados com água de poço artesiano. Desta forma, o leque de escolhas que nos resta é mínimo; na verdade, nas grandes cidades não temos escolha alguma...

"Estou horrorizado com a possibilidade de usar a água como veículo de drogas. O flúor é um veneno corrosivo que irá produzir efeitos graves no longo prazo. Qualquer tentativa de utilizar a água desta forma é lamentável".
- Dr. Charles Gordon Heyd, Ex-Presidente da Associação Médica Americana.

Amigas e Amigos, não podemos mais deixar que continue como está, tudo em nome de "combater as cáries", pretexto este ainda muito nebuloso e rejeitado por inúmeras pesquisas sérias realizadas na Europa. É tempo de falar a verdade, pois ela liberta. É tempo para ter coragem, pois a Alma não pode se apequenar.

Muitos investigadores bem documentados alegam que o principal objetivo da fluoretação artificial é o de embotar o cérebro, manter as pessoas submissas, controladas, apagadas mental, emocional e espiritualmente; a atuação tóxica (além dos sintomas que me dizem respeito) agride a glândula pineal, no centro do cérebro e ainda provoca alterações no funcionamento regular da tireóide. Pelo que posso concluir, com simples bom senso e mente aberta, é preciso investigar muito e a fundo, questionar a quem interessa, agir com determinação, manifestar nosso poder, exigir a sagrada liberdade de escolha e não a imposição pura e simples que vem de cima para baixo. Por que somos obrigados a tomar altas dosagens do "medicamento" que chegam a ser tóxicas, mormente no caso de quem, como eu, toma muita água, inclusive por praticar esportes com regularidade?

Por que não utilizamos meios menos prejudiciais para combater a cárie? Por que não deixamos que as águas de fonte cheguem com sua integridade original nos nossos lares? Sei, conheço de meu trabalho anterior com equipamentos, que existem bons envasadores, éticos e honestos, que não modificam em nada sua água. Um é da região de Águas de Lindóia.

"A EPA (Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos) deveria agir imediatamente para proteger o público, não apenas em função dos dados sobre o câncer, mas na evidência de fraturas ósseas, artrite, mudanças genéticas e outros efeitos". - Dr. William Marcus, toxicologista sênior no EPA

Engraçado... na Europa a gripe suína foi praticamente esquecida por todos, inclusive pela mídia, chegando a ser considerada uma grande fraude perpetrada pelo "cartel da doença", e mesmo que este inverno seja particularmente rigoroso, nenhum controle específico é hoje realizado nos aeroportos, ninguém anda na rua usando máscaras no rosto... a vacinação obrigatória se transformou num fracasso enorme, virou motivo de piada e os países se encontram agora com enormes estoques de vacinas para desovar; a validade é de um ano apenas... Somente a França cancelou 50 milhões de doses ainda não entregues e está tentando vender outros milhões para "países emergentes". Coincidência ou não, no dia em que cheguei de volta, uma foto na primeira página do maior jornal de SP mostrava nosso governador com avental branco e de toca no Butantã, cercado de câmeras de TV, declarando que a partir de março, todo mundo iria ser vacinado contra a gripe suína... isso pode?

Agradeço aos Guias pela permanente inspiração e proteção. Nos dez anos de vida do STUM, completados em 3 de Janeiro, somente procuramos divulgar a verdade, as experiências realizadas, técnicas não invasivas para aliviar as dores da alma e do corpo. Sempre conectados com a Fonte, sua sabedoria infinita e sua permanente irradiação de amor incondicional. Hoje o assunto foi talvez técnico e cansativo, mas era exatamente isso que precisava ser dito. Bom seria que fosse lido por muitas pessoas, que fosse traduzido também para o inglês... A informação correta cura e conforta os seres como um todo. Esta é nossa obrigação hoje. Só estamos fazendo o que é preciso.
Que este ano seja de muita e profunda transformação.
Abençoados sejamos.

Somos Um só
Sergio, Rodolfo, Sandra, Teresa, Lidiane, Marcos e Anderson.

2 Flúor em Sab Mar 02, 2013 1:08 pm

Al McAllister

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3 Re: JÁ PENSOU NA ÁGUA QUE VOCÊ BEBE? em Seg Set 01, 2014 4:35 pm

Al McAllister

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Mesmo pequenas quantidades de flúor consumido na água encanada pode danificar seus ossos, dentes, cérebro, causar problemas de tiróide, reduzir o QI e causar câncer de acordo com a maior revisão de estudos sobre o flúor.
Associações dentais dos EUA e o Centro de Controle de Doenças afirmam que este relatório não teria relação com o flúor da água potável, mas as mesmas instituições recomendam que o leite em pó de bebês NÃO seja diluído em água da torneira.

Análises cuidadosas descobriram que o flúor está ligado a efeitos na tiróide, especialmente em pessoas com deficiência de iodo. Três especialistas do painel que analisou os estudos solicitaram publicamente o fim da adição de flúor na água potável.
Baixos níveis de hormônio da tiróide podem aumentar o risco de doença cardíaca, colesterol alto, depressão e menor inteligência nos bebês nascidos de mães com este problema. Foi encontrado “uma forte e consistente associação entre a exposição ao flúor e baixo QI”.
A questão primordial seria se a exposição ao flúor através de diversas rotas como produtos dentais, água e alimentos podem contribuir para desenvolver efeitos nocivos. Estudos posteriores também seriam necessários para descobrir qual dose de flúor pode aumentar o risco de problemas de desenvolvimento neurológico, câncer, fluorose dental e óssea, principalmente para pessoas mais sensíveis.
Quase dois mil profissionais assinaram uma declaração encorajando o Congresso dos EUA que pare com a adição de flúor na água até que a situação possa ser avaliada. [Scientificablogging]


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4 Flúor na Água Não! em Ter Nov 04, 2014 9:49 am

Al McAllister

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Artigo contribuição de Maria Galgani


Movimento contra a fluoretação das águas de abastecimento.

Conheça o Flúor e suas consequências!

O flúor é um gás halógeno, como o iodo e o cloro, extremamente volátil e altamente reativo.
Daí sua grande facilidade em se combinar a outros elementos.
Não sendo possível encontrá-lo sob a forma livre, na natureza ele se apresenta como fluorita ou espato de flúor (CaF2), fluorapatita [Ca5(PO4)3F] ou criolita (Na3AlF6).

O nome flúor vem do latim fluere, que significa "fluxo" - a fluorita foi um mineral muito utilizado desde a Antiguidade como agente fundente, ou seja, promotor da fusão de outros elementos sólidos.

O flúor ingerido é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do intestino delgado.
Sua via de eliminação são os rins, responsáveis por eliminarem 50% do flúor diariamente ingerido, e o que sobra tem que encontrar refúgio em alguma parte do corpo, que geralmente é junto ao cálcio de algum dos tecidos conjuntivos.

Como os dentes e os ossos são os maiores reservatórios de cálcio, é para lá que o excesso de flúor tende a se dirigir, passando a deformá-los e a provocar o que cientificamente se conhece como fluorose.




As disfunções renais, ao impedirem a perfeita eliminação do excesso de flúor, fazem aumentar os riscos da fluorose.

De acordo com cálculos divulgados em 1977 pelo National Academy of Sciences (NAS), um organismo que diariamente retém quantidades de flúor superiores a 2mg, ao chegar aos 40 anos começa a apresentar problemas estruturais como artrite, escoliose, rugas, arteriosclerose etc., devido à hipermineralização dos tecidos conectivos dos ossos, pele e parede das artérias devido, principalmente, à forte interferência do flúor sobre a síntese do colágeno.

No caso dos ossos, dentes e glândula pineal, acrescenta-se ainda a facilidade com que os íons de flúor (1,29Z) substituem os da hidroxila OH- (1,33Z) e se incorporam à estrutura dos cristais de apatita. Por isso, diante do excesso de flúor, esses tecidos perdem a flexibilidade e se tornam extremamente rígidos e quebradiços.

O colágeno - cadeia protéica que se diferencia das outras devido à presença dos aminoácidos prolina (hidrosiprolina) e lisina (hidroxilisina) - tem sua organização estrutural/funcional determinada pela natureza da célula gestante:

Ameloblasto produz o colágeno que serve de estrutura para a fixação da fluorapatita Ca10 (H2PO4)6 F2O - principal constituinte do esmalte dos dentes.
Condroblasto produz o colágeno que é o principal elemento constituinte das cartilagens.
Fibroblasto produz o colágeno que dá suporte à pele, tendões, ligamentos e músculos.
Odontoblasto produz o colágeno que provê a estrutura onde o hidroxiapatita Ca3(PO4)2 (OH)2 da dentina (parte interna e mais mole dos dentes) se deposita.

Osteoblasto produz o colágeno que provê a estrutura para que os pequenos cristais de apatita Ca10(PO4)6 (OH)2 se encaixem. Uma vez sintetizado, o colágeno é liberado através de pequenos glóbulos (vesículas) para, então, se aglutinar e formar as fibras de colágeno. Não havendo distúrbio algum neste mecanismo, os tecidos conjuntivos se mantêm em permanente processo de regeneração/rejuvenescimento, com exceção dos dentes.

Diferente dos osteoblastos, que durante toda a vida são capazes de produzir colágeno para a regeneração dos ossos, os ameloblastos e odontoblastos interrompem suas atividades após a formação dos dentes definitivos.
Por isso, os ossos cicatrizam e os dentes não.

A FLUOROSE

Uma das principais causas da fluorose é decorrente do aumento do número de vesículas gerado pelos estímulos provocados pelo excesso de flúor, o que faz com que a quantidade de colágeno sintetizado deixa de ser suficiente para supri-las devidamente.

As vesículas passam, então, a liberar moléculas mal estruturadas ou mesmo apenas semelhantes ao colágeno.
Por conseguinte, as fibras e os tecidos conjuntivos aos quais irão se unir, do ponto de vista físico e operacional, se tornam defeituosos.

Se isso acontece durante o período de formação dos dentes e a estrutura do esmalte é deformada, manchas escuras ou claras características da fluorose dental se formam na sua superfície.

A ciência odontológica, com sua visão limitada à cavidade bucal, qualifica a fluorose apenas como um problema cosmético, sem maiores conseqüências.

Entretanto, para a toxicologia, ramo da medicina que estuda o impacto do flúor a nível sistêmico, a fluorose dental é apenas a ponta de um iceberg - a parte visível do estrago que o flúor está causando ao organismo - que, segundo estatísticas de 1993, já se apresenta em 22% das crianças americanas.

Embora a concentração do flúor varie de acordo com cada osso, os dados divulgados pela Agency for Toxic Substances and Disease Registry são bastante elucidativos:

Os ossos contêm, normalmente, de 500 a 1.000 ppm de flúor... em estado pré-clinico de fluorose esquelética... apresentam de 3.500 a 5.500 ppm... A concentração de flúor nos ossos aumenta com a idade...

Para o Dr. William Marcus, sênior toxicologista do US Environmental Protection Agency (EPA), cujas advertências encontram-se registradas na página 66 do Covert Action, do outono de 1992:

Em relação à fluoração da água, o EPA deveria agir imediatamente para proteger o público, não somente do câncer, mas também das fraturas ósseas, artrite, mutagenicidade etc., diante das crescentes evidências.

Sob condições normais, só o colágeno dos ossos e dos dentes sofre o processo de mineralização, mas em conseqüência dos distúrbios causados pelo excesso do flúor, não só os ossos e dentes podem ser hipermineralizados, como também o colágeno dos tecidos conectivos da pele, cartilagem, tendões, ligamentos, parede das artérias etc. pode sofrer igualmente uma hipermineralização/hiper-calcificação, em detrimento da densidade óssea e provocando conseqüências das mais diversas naturezas como:

Exclamation Rugas na pele e quadros de arteriosclerose.

Exclamation Calcificação das membranas interósseas da coluna, cotovelos, joelhos, ombros etc., levando aos mais diversos quadros de artrite.

Exclamation Excesso de rigidez/perda de flexibilidade óssea, aumentando a incidência das fraturas e diminuindo a capacidade de cicatrização dos ossos.

Exclamation Fluorose dental, gerada pela deformação do esmalte.

Exclamation Fluorose óssea, fluorose esquelética ou osteofluorose, que provoca a deformação da estrutura dos ossos.

O excesso de flúor, portanto, aparece no organismo como fator de desorganização da estrutura do:

Colágeno comprometendo os tecidos conectivos dos tendões, ligamentos, parede das artérias etc., fazendo-os perder a flexibilidade e resistência e provocando processos degenerativos.
Osso gerando a hipermineralização, que o deixa mais vulnerável às fraturas, provoca deformações como a escoliose, cifose, bico-de-papagaio, compressão da coluna e a restrição dos movimentos das juntas.

Este conhecimento não é absolutamente nada de novo, pois, em 1936, o Journal of the American Dental Association já alertava:

É crescente o número de evidências sobre os efeitos da intoxicação crônica causada pela ingestão prolongada de pequenas quantidades de flúor... Os registros sobre toxicidade apontam o flúor, o chumbo e o arsênico como pertencentes a um grupo que intoxica a doses baixas.[/size]



Todo químico sabe que a toxicidade do flúor é superior à do chumbo e pouca coisa inferior à do arsênico. Mesmo assim, desde 1945 a toxicidade do flúor foi "absolvida" para que o fluoreto de sódio - subproduto da indústria do alumínio, então florescente com a guerra e a experiência que os alemães acabavam de fazer com o flúor - fosse elevado à categoria de "salvador dos dentes", passando a ser distribuído à população através da rede de águas.

Apesar de qualquer número acima de 15 ppb (partes por bilhão) de chumbo continuar sendo considerado tóxico ao organismo, 1.000 ppb (ou 1ppm) de flúor foi instituído como uma quantidade ideal pelos americanos.

Assim, essa medida logo se tornou um dogma inquestionável para muitos, incluindo o Brasil,[/b] embora a "idéia" ainda seja rejeitada por mais de 90% dos países da Europa Ocidental, cujos padrões culturais não permitem tal insensatez.

Para a indústria do alumínio e dos superfosfatos, a reciclagem do flúor, um subproduto que não pode ser jogado ao mar, rios ou lagos devido ao seu alto grau de toxicidade, representa não apenas desoneração, mas lucro - calcula-se que a indústria americana em vez de gastar uns US$400 milhões por ano tentando dispensá-lo sem agredir o ecossistema, consiga lucrar uns US$180 milhões.

Do ponto de vista toxicológico, entretanto, essa história é de uma gravidade tão grande, que qualquer leigo ou cientista tem que se perguntar: A quem interessa a intoxicação dos cidadãos?

O trabalho de investigação do Dr. Philip Sutton, autor de The Greatest Fraud: Fluoridation (O maior fraude: a fluoração), levaram-no a descobrir um memorando de 29 de abril de 1944, do Manhattan Project, onde se produzia a bomba atômica, que dizia:

Evidências clínicas sugerem que o hexafluoreto de urânio atua sobre o sistema nervoso central... E tudo indica que a causa seja o F (flúor) e não o U (urânio).

Esse memorando, que trazia o carimbo de "secreto" e era endereçado ao Coronel Stafford Warren, então chefe do Departamento Médico do Manhattan Project, requisitava um estudo imediato sobre os efeitos do flúor e do urânio alegando que:

Sendo essencial trabalharmos com esses componentes, é necessário conhecermos seus efeitos.... para prevenir perturbações nos operários que possam vir a causar danos a outrem por cumprir sua tarefa de maneira imprópria.

De acordo com o Dr. Robert Isaacson, da Binghamton University (New York), tanto o fluoreto de alumínio quanto o fluoreto de sódio são extremamente tóxicos nas quantidades a que estamos sendo diariamente expostos através dos cremes dentais e da água fluorada, cuja contaminação obviamente se expande aos alimentos.

No estudo publicado em outubro de 1997, no Annals of the New York Academy of Sciences, Isaacson revela que já na sua primeira pesquisa ficou evidente o alto grau de mortalidade e a degradação da saúde dos animais que, a partir do quarto mês de vida, receberam 0,5 ppm de fluoreto de alumínio (AlF3) - 8% morreram antes do estudo completar 45 semanas, enquanto os que resistiram até o final estavam em péssimas condições de saúde.

Pesquisas subseqüentes continuaram mostrando que mesmo em pequenas quantidades o flúor não apenas aumenta os níveis de alumínio no cérebro como interfere sobre o hipocampo - região relacionada com a coordenação do funcionamento das outras partes do cérebro, memória, tomada de iniciativa etc., sobre a qual o Tokyo Metropolitan Institute for Neuroscience acaba de concluir mais uma pesquisa.

Acontece que qualquer dano no hipocampo diminui a vontade, a capacidade de decisão, de contestação etc., isto é, torna qualquer pessoa dócil e submissa, embora também possa levá-la à loucura.

O verdadeiro propósito da água fluorada não é beneficiar os dentes das crianças mas reduzir a resistência de todos à dominação, controle e perda da liberdade. Por isso, não receio afirmar que qualquer pessoa que beba água artificialmente fluorada por um período de um ano, ou mais, jamais voltará a ser mental ou fisicamente a mesma.

Devido à facilidade com que transpõe as barreiras do cérebro, o flúor ataca o sistema nervoso central, provoca instabilidade do humor, perda da memória e do olfato, desestrutura o neocortex e o hipocampo, além de inúmeras outras conseqüências relacionadas ao seu potencial de intoxicação.

Por isso, o flúor, que antes de aparecer como lixo industrial da produção do alumínio era um produto bastante caro, é um dos principais ingredientes dos venenos de ratos e baratas, dos medicamentos anestésicos, hipnóticos e psiquiátricos, assim como dos gases hoje utilizados como arma militar.

Texto do livro Saúde & Beleza Forever de Mônica Lacombe Camargo 2003.


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5 Celso Zymon‎LOVETRAIL - dia A de AMOR em Ter Jan 20, 2015 8:28 am

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Celso Zymon‎LOVETRAIL - dia A de AMOR - Pulverizando Amor - combatendo os CHEMTRAILS - rastros químicos no céu.

https://www.facebook.com/events/764240840290973/?ref=3&ref_newsfeed_story_type=regular&fref=nf



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6 Água fluoretada _ por Cláudia Rodrigues em Qua Fev 01, 2017 1:52 pm

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quarta-feira, 28 de março de 2012


Água fluoretada, uma herança nazista


Se você está consciente do problema e deseja manifestar-se contra a adição de flúor na água de abastecimento da população brasileira, existe uma petição pública. Leva menos de 3 min para assinar.





Por Cláudia Rodrigues* 




Em setembro de 2003, e lá se vão oito anos, uma petição internacional assinada por mais de 300 cientistas, químicos, técnicos e ambientalistas de 37 países, recomendou a revisão, esclarecimento e discussão sobre os benefícios e malefícios da adição à água encanada do flúor, íon utilizado como preventivo de cáries. Atendendo à petição, foram apresentados vários estudos comprovando os riscos para a saúde geral do corpo, especialmente dos ossos, devido à ingestão desse potente agente químico que quando ultrapassa apenas 1 ppm já causa problema até nos dentes. De lá para cá, muitas pesquisas vêm atestando ligações entre ingestão de flúor e doenças da modernidade. Autistas, por exemplo, não devem beber água fluoretada. Embora não haja confirmação de associação direta entre o flúor e a disfunção, sabe-se que ele potencializaria os sintomas do autismo. http://www.slweb.org/bibliography.html


O problema da adição de uma droga, venenosa ou não, na água de todas as pessoas, é uma questão delicada. Até que ponto as autoridades têm o direito de institucionalizar um tratamento medicamentoso na água para todos os cidadãos de todas as idades? Sabendo-se da ligação entre tal produto e desencadeamento de patologias, como e por quais razões se mantêm a mesmas diretrizes?
A retirada, diante das evidências, bate na trave econômica e política. Subproduto da indústria do alumínio, o íon, que mata um corpo adulto com apenas 5 gramas, não pode ser simplesmente jogado na natureza. A confiança inicial de que em doses ínfimas espalhadas pelas águas e alimentos no mundo, só faria bem aos dentes, evitando cáries, fez com que as políticas se consolidassem nesse gigantesco contrato comercial mundial, agora difícil de ser desfeito, especialmente em países em desenvolvimento que têm de um lado a população ignorante que aceita as decisões públicas e privadas sem questionamentos e de outro os concentradores de renda, que defendem o status quo a qualquer preço.


Alguns países, já a partir de 2003, outros antes, retiraram o flúor da água e passaram a adicioná-lo ao sal de cozinha, já que se consome menos sal do que água, o que reduziria o risco de ingestão excessiva do íon, cumulativo no corpo humano. Diante das evidências e para reparar a visão equivocada, baseada em pesquisas que só levavam em conta a prevenção de cáries, muitos países simplesmente não utilizam mais o uso sistêmico do flúor como preventivo de cáries; apostam na educação alimentar, higiene e no uso tópico, diretamente aplicado nos dentes. No Canadá, Áustria, Finlândia, Bélgica, Noruega, França e Cuba, alguns dos países que pararam de fluoretar suas águas, os índices de cáries continuaram caindo. Estudos sobre a ingestão do flúor, que a partir da década de 1970 também foi adicionado a alimentos, leites em pó e a alguns medicamentos, apontam malefícios graves e cumulativos para a saúde em geral. Osdanos começam pela fluorose, que pode ser leve, causando manchas esbranquiçadas nos dentes ou grave, quando a dentição permanente fica com manchas marrons ou chega a ser perdida, esfacelando os dentes. Para que isso ocorra basta que crianças de zero a seis anos sejam expostas à ingestão diária do íon. O resultado visível só aparece nos dentes permanentes, já a ingestão de flúor na gravidez compromete a primeira dentição da criança.  


O flúor no corpo- Quando ingerido o flúor é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do intestino delgado. Sabe-se que 50% dele é eliminado pelos rins e que a outra metade aloja-se junto ao cálcio dos tecidos conjuntivos. Dentes e ossos, ao longo do tempo, passam a ficar deformados, surgem doenças e rachaduras. A hipermineralização dos tecidos conectivos dos ossos, da pele e da parede das artérias é afetada, os tecidos perdem a flexibilidade, se tornam rígidos e quebradiços. Para que tudo isso ocorra, segundo estudo de 1977 da National Academy of Sciences, dos EUA, o corpo humano precisaria absorver durante 40 anos apenas 2mg de flúor por dia. Parece difícil ingerir tanto, mas a fluorose já é um fato, uma doença moderna comprovada. Diversos estudos químicos atestam que o flúor é tão tóxico como o chumbo e, como este, cumulativo. Quanto mais velhos mais aumentamos a concentração de flúor nos nossos ossos, o que traz maiores riscos de rachaduras e doenças como a osteoporose (veja o primeiro link). A versão natural do flúor, encontrada na natureza, inclusive em águas minerais, peixes, chás e vegetais tem absorção de 25% pelo corpo humano, mas a fluoretação artificial é quase que totalmente absorvida. A maior parte se deposita nas partes sólidas do organismo, os ossos, e parte pequena vai para os dentes. Acredita-se que o fluoreto natural tenha algum papel importante para a saúde humana, mas isso ainda não foi completamente comprovado. 
http://www.youtube.com/watch?v=NhELSXwU_40


No Brasil a adição de flúor à água começou em 1953 em Baixo Guandu, ES, virou lei federal (6.050/74) e a campanha da fluoretação das águas, abraçada pela odontologia em parceria com sucessivos governos desde a década de 1960, continua em alta e tem como meta atingir 100% da água brasileira encanada. Águas potáveis também recebem flúor e algumas águas minerais possuem mais flúor em sua composição do que é recomendado para evitar a fluorose, que é algo situado entre 0,5 ppm e 1ppm, dependendo da temperatura ambiente, já que no verão ou em locais mais quentes se consome mais água. Os odontologistas que ainda defendem a adição do flúor na água potável e encanada afirmam ser a fluorose, que atingiu adolescentes nas últimas gerações com manchas brancas, um problema menor diante das evidências de redução das cáries, comprovadas por várias teses, elaboradas nos anos 1960 e 1970. Segundo eles esse método é o mais eficaz para reduzir índices de cárie que variam entre 20% e 60%. Da década de 1960 para cá, além da fluoretação das águas brasileiras, a população teve acesso maior às escovas de dentes, que tornaram-se mais baratas e populares. Na Suécia, por exemplo, onde não há fluoretação das águas, a cárie foi erradicada por meio da educação da população.


O flúor nos dentes- A redução de cáries por acesso ao flúor ocorre em decorrência de uma regulação do ph bucal, que teria maior constância via corrente sangüínea a partir da ingestão dessa substância. Após escovarmos os dentes com creme dental fluoretado, mantemos o ph ideal por cerca de duas horas. Apesar da campanha pró-ingestão de flúor, nenhum dentista defende a água fluoretada sem a dobradinha boa higiene e boa alimentação. Não há ph administrado pelo flúor que regule os detritos retidos entre os dentes; esses detritos desregulam o ph local, tornando-o mais ácido, o que favorece o surgimento de cáries e outras doenças periodontais. O açúcar torna o ph do sangue muito ácido e ao lado dele o outro grande vilão é o carboidrato, daí os odontologistas condenarem o abuso de doces, biscoitos e pães entre as refeições, especialmente os feitos com farinhas refinadas. Segundo Pedro Cordeiro, odontologista em Florianópolis, uma boa alimentação e uma escovação bem feita três vezes ao dia são métodos extremamente eficazes para a prevenção de cáries. “Recomendo aos pais que não usem creme dental fluoretado em crianças até cinco anos, pois é possível que engulam o creme acidentalmente ou voluntariamente, o que acarretaria a fluorose." Uso de fio dental, escovação com água e uma boa alimentação são suficientes para evitar o surgimento de cáries em qualquer idade, garante o dentista.


Medidas seguras- Na água potável encanada são recomendados no máximo 0,6 ppm de flúor, o que causa em crianças menores de sete anos uma fluorose mínima ao nascerem os dentes permanentes. “Acima de 1,5 ppm de flúor na água bebida por crianças menores de sete anos a fluorose é mais agressiva e pode causar má aparência nos dentes permanentes, mas existe tratamento para essa fluorose nos consultórios dentários”, garante o professor Jaime Cury, da Unicamp, defensor da adição de flúor à água. Em Cocalzinho, cidade de Santa Catarina, o flúor contido numa água natural, (1000 ppm) causou sérios danos aos dentes das crianças da região, com perdas parciais e totais dos dentes permanentes. Profissionais de várias partes do Brasil interessaram-se pelo caso, que foi documentado no final da década de 1980. Em 2004 a água mineral Charrua, do RS, apresentava 4ppm de flúor, o que pode resultar em fluorose avançada. O flúor está presente nos cremes dentais desde 1989, inclusive nos infantis, sendo hoje difícil encontrar no mercado convencional um creme dental para uso diário sem o íon. Normalmente os cremes dentais recebem de 1000 ppm a 1800 ppm de flúor. Não há pesquisa que ateste que o flúor aplicado, sem ingestão, cause qualquer mal, mas segundo vários estudos em odontopediatria os problemas de fluorose verificados em todo o Brasil nos últimos anos estão relacionados ao uso de creme dental porque crianças pequenas, além de serem extremamente vulneráveis à ingestão do flúor, engolem acidentalmente ou voluntariamente o creme dental. Uma das razões da ingestão voluntária, em crianças maiores de 3 anos, se deve ao sabor doce dos géis dentais infantis. A fluorose aparente nos dentes de crianças e adolescentes é uma realidade no Brasil. http://www.scielo.br/pdf/csp/v18n1/8138.pdf


Diferenças de miligramas são fatais- O argumento que sustenta a adição de flúor à água potável encanada e às águas engarrafadas baseia-se na defesa do controle da cárie infantil, mas quando as águas brasileiras começaram a ser fluoretadas em massa, em 1974, os cremes dentais não eram fluoretados e as informações sobre os hábitos de higiene e de alimentação iniciavam nas capitais e cidades maiores. Naquela época o flúor ainda não era adicionado a medicamentos, chicletes, biscoitos e leites em pó para bebês, que quando somados ao flúor da água ultrapassam o nível recomendado para lactantes em até 80%. O leite humano possui cerca de 00,1ppm de flúor, uma quantidade já bastante inferior à dos leites em pó, mais isso depende, obviamente, da alimentação da mãe.  Durante a década de 1980, quando a fama do flúor como preventivo de cáries era inquestionável, muitas mulheres grávidas tiveram prescrição para tomar comprimidos que incluíam o íon na composição. Hoje já não se receitam suplementos de flúor para gestantes, pois as que tomaram enfrentaram problemas de fluorose na primeira dentição de seus filhos. Foi um teste “científico” que não deu certo, mas não foi o primeiro.


Flúor e o nazismo- As primeiras pesquisas com ingestão de flúor em humanos foram feitas em campos de concentração nazistas com o intuito de acalmar os prisioneiros, que ingeriam o íon a partir da água com até 1500 ppm de flúor. O resultado gerava uma espécie de apatetamento, os prisioneiros cumpriam melhor suas tarefas sem questioná-las. Com o mesmo objetivo o flúor é adicionado a alguns medicamentos psiquiátricos hoje em dia. Mais de 60 tranquilizantes largamente utilizados contêm flúor, como Diazepan, Valium e Rohypnol, da Roche, ligada à antiga I.G.Farben, indústria química que atuou a serviço da Alemanha nazista.http://www.theforbiddenknowledge.com/hardtruth/fluoridation.htm
Essa ligação histórica desperta brigas ferrenhas entre os adeptos da adição do flúor à água e os que são contra, esses últimos acusados pelos primeiros de fazer terrorismo e estabelecer o caos social em nome da nova ordem mundial, que está aí a questionar as bases que sustentam a economia.


A Associação Brasileira de Odontologia recomenda a adição de flúor à água potável como método preventivo fundamental para o Brasil, país grande, de população pobre e desinformada sobre os hábitos de higiene e de alimentação. Segundo o professor Jaime Cury,que passou mais de 20 anos estudando a prevenção da cárie, o flúor adicionado à água tem uma importância social inquestionável. “Gostaria de ser o primeiro a anunciar que o flúor não precisa mais ser adicionado à água, mas o povo brasileiro, a maior parte da população, a que é pobre e desinformada, não escova os dentes corretamente, não pode cuidar da alimentação e é beneficiada pela adição de flúor na água.”
Para ele, “a fluorose leve que não causa mal-estar social, nem deveria ser considerada um problema ou doença porque as crianças com fluorose leve, manchinhas brancas, têm dentes mais fortes.” 


Questões políticas- A ciência odontológica vê a fluorose média ou grave como problema principal em conseqüência da adição de flúor à água, mas médicos, químicos e toxicologistas afirmam que a fluorose é apenas o começo de um problema espalhado por todos os ossos do corpo, sobrecarregando a glândula pineal e acarretando outras conseqüências na saúde devido a alteração do funcionamento bioquímico. Eles alertam que as doenças podem demorar anos para surgir, pois o flúor é cumulativo.  Nunca houve uma denúncia formal ligando o flúor à indústria de alumínio; as pesquisas feitas por químicos e neurologistas focam exclusivamente os danos do íon à saúde humana. Polêmica à parte, algo não está sendo levado em conta: é praticamente impossível encontrar água que não tenha sofrido adição de flúor. Por uma convenção entre sucessivos governos, a ciência odontológica e a indústria de alumínio, o brasileiro perdeu o direito de beber água sem o aditivo.


*publicado originalmente no sul21


http://buenaleche-buenaleche.blogspot.com.br/2011/08/agua-fluoretada-uma-heranca-nazista.html


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