Ametista

Mensagens: 108 Data de inscrição: 05/05/2008 Idade: 55 Localização: Rio de janeiro
 | Assunto: Diante De Um Conflito , o primeiro passo é Identificar Sentimentos Sex Jan 22, 2010 4:17 pm | |
| Neste artigo, vemos nas entrelinhas o inicio da limpeza atraves do Ho'oponopono. No fundo nada está isolado, e´apenas dar o primeiro passo( que só depende de nós); assumir a responsabilidade pelos pensamentos, palavras, atos, sentimentos, entregar a Divindade que ELA faz o restante; fácil? difícil? depende... mas o que sinto , é que ao " olharmos" atentamente para nosso coração, as pistas surgem, e aí fica mais simples todo o processo. > "O que estou sentindo? > E por que estou sentindo? > ... São nossos pensamentos e opiniões que criam nossos > sentimentos, e ambos criam nossas atitudes. Mas tememos os > sentimentos, fugimos deles, negamos senti-los e com isso, as > dificuldades se somam. O fato de ignorarmos o que sentimos > não faz com que desapareçam de dentro de nós, pelo > contrário, tudo o que é negado se torna mais forte. Quando > reprimimos o que sentimos, estamos impedindo que a energia > contida se manifeste e nos mantemos no mesmo padrão de > comportamento, não permitindo que as mudanças, tão > essencial ao crescimento, se efetuem. E com isso, seguimos a > vida repetindo padrões. Ao refletir sobre sua vida poderá > encontrar padrões de comportamentos e/ou sentimentos que se > repetem. Muitas vezes as situações são diferentes, mas o > sentimento despertado geralmente já é conhecido. Caso > consiga identificar o sentimento que tem tido nas últimas > semanas, poderá perceber que é um sentimento que o > acompanha há muito tempo.
> Para que possamos nos conhecer profundamente, é > necessário deixar que todas as emoções que estão dentro > de nós se tornem conscientes. Sem fugas, que em geral > acontecem de diversas maneiras, seja trabalhando em excesso, > consumindo álcool, tendo compulsão por comida, compras, > jogos, etc. Estamos constantemente ocupados com tantos > afazeres, que sequer nos damos tempo para identificar o que > sentimos. Tudo isso faz com que olhemos apenas para fora, e > não para dentro de nós. Estamos sempre apagando incêndios > e não nos damos tempo para ouvir aquilo que muitas vezes > grita dentro de nós. É quando surgem doenças e sintomas, > como que para nos fazer ouvir o que negamos. Se você > deixasse que sua alma gritasse, o que ela diria? Ouça-a! > Outra maneira de fugir de nosso potencial e capacidade de > nos olhar por inteiro é manter relações afetivas > destrutivas. Ficamos tão atordoados tentando salvar nossa > relação que no meio de tantas brigas, insatisfações, > desentendimentos, acusações, nos sentimos sem condição > de agir de forma a nos defender. Nossa capacidade em ter > consciência de nosso valor parece ficar totalmente > comprometida. É neste processo que nos perdemos de nós > mesmos, e em vão passamos a procurar no outro a solução > que está bem dentro de nós. É quando passamos a > supervalorizar o outro na mesma proporção que nos > desvalorizamos. O que por si só cria um círculo vicioso. > Vemos o outro, ou queremos ver, como responsável por nosso > sofrimento e também por nossa felicidade. E deixamos nossa > vida nas mãos de alguém que muitas vezes, não consegue > cuidar nem da própria vida... quem dirá da nossa. E > choramos, nos desesperamos, queremos respostas urgentes, > mas sequer nos damos ao trabalho de nos questionar sobre as > possíveis causas de nossos sentimentos.
> Diante de um conflito, o primeiro passo é identificar sentimentos. > O que fazer diante dos conflitos? Primeiro é preciso > identificar seus sentimentos. Parece fácil, mas nem tanto. > Pare por uns segundos e pergunte-se: “O que estou sentindo > neste momento?” Nem sempre a resposta virá de imediato. > Mas insista. Pergunte-se ainda: “o que está causando > minha insatisfação?” (ou o que esteja sentindo...) > Pergunte-se todos dos dias, ao menos uma vez por dia, qual o > sentimento que está sentindo. Com certeza isso o ajudará a > se conhecer um pouco mais. E o que fazer com o sentimento > que identificou? Procure buscar a origem dele, em qual > situação ele começou? Novamente, ouça a resposta. > Exercite ouvir-se todos os dias, e assim conhecer um pouco > mais de você, sem medos, mas com a convicção que dentro > de você está a resposta que tanto busca! >
> Rosemeire Zago é psicóloga ________________________________________ |
|